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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Chico Xavier

  Divulgado pelo Jornal Expresso.

A visão materialista e errônea sobre o turismo religioso em torno do Chico é criticada neste:

 

Chico

O filme que conta a história de Chico Xavier tem batido todos os recordes de público do cinema nacional, dos últimos 20 anos. Este resultado não é surpreendente, pois sua biografia de médium e ser humano benevolente impressiona multidões, junta-se a este fator a constatação de que os seguidores e simpatizantes da doutrina espírita, via de regra, se enquadram entre os bons leitores e adeptos da cultura. Se invertermos esse raciocínio perceberemos por que o filme “Lula, o filho do Brasil” decepcionou seus produtores.
Ao conhecer Chico, entendemos por que o Memorial que a Prefeitura de Uberaba propôs construir, e posteriormente empurrou para terceiros, está fadado ao insucesso: Sua obra era a caridade (que se opõe a ostentação) e mediunidade (revelando através de livros, valores bem superiores às questões mundanas).
Valorizar Chico Xavier não passa pela construção de um mausoléu, exige um esforço maior: é popularizar suas obras literárias, é seguir seu exemplo de humildade e desprendimento de coisas materiais, é imitar suas ações de caridade.
O turismo religioso que desejam promover com o uso da imagem de Chico jamais se igualará ao que se faz em religiões cuja base é materialista. Os que defendem o oposto, o fazem, porque ainda estão longe de entender os insistentes “recados” do médium.

ABRE A MALA ZÉ - 2

O principal assunto do CODAU nas últimas horas não é a "merreca" que paga aos seus funcionários, é a "merreca" que deixou de pagar aos Correios.

A autarquia que cuida, ou deveria cuidar, de nossa água e esgoto foi condenada a pagar uma dívida aos Correios. Vamos aos detalhes:
O CODAU, no ano 2000, contratou serviços dos Correios. Não tendo recebido, o credor cobrou a conta, e no ano de 2007 a alegação do devedor foi que estava gastando muito com obras. Até parece com o caso do fulano, que deixou de pagar a conta de água para reformar sua casa, e não se conforma com a possibilidade de corte de fornecimento.

Se não quitar em 60 dias, bens serão penhorados.

O Sr. José Luiz Alves, correu para dizer que o contrato era do governo anterior, mas o ditado não avisa que "quem casa com a viúva tem que cuidar dos filhos"?
A "merreca" é da ordem de 32 mil Reais.

E quem fechará a torneira dos juros de mora, honorários advocatícios e multas, a não ser o povo?

O Presidente do CODAU é de fato um homem muito ocupado, ele e sua assessoria tem que gastar muito tempo pensando em como defender a troca de hidrômetros e como atacar a implantação das válvulas para evitar que o ar seja cobrado na conta dos mais de cem mil usuários.
Mas, por favor, em defesa do que ainda resta do CODAU:

Abre a mala Zé!!


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

FOGUEIRA DIABÓLICA

É repetitivo!!

Mas pergunto ao leitor:

Diante de tamanhas aberrações, é possível ficar calado?

Quem lê apenas o Jornal JUMBINHO, em cidades pequenas atendidas pelo mesmo, precisava saber.

Tal qual a verba do HOSPITÉRIO, administra-se o estoque de medicamentos. 

FOGUEIRA DIABÓLICA

Uberaba, ou pelo menos sua administração, está dando maus exemplos para o Brasil. Logo após a Prefeitura incinerar 2517 Kg de remédios, surgiu novo fato negativo: agora vão queimar mais 2 toneladas.
Quando a Comissão de Saúde da Câmara Municipal foi verificar esta última denúncia surgiram fatos sórdidos: eles tiveram que, diante da recusa de funcionários da Secretaria de Saúde, arrombar uma porta onde encontraram pilhas de caixas de medicamentos “amoitados”, alguns vencidos e outros próximos disto.
Diante do clamor de populares, de manifestos de parte da imprensa (aqui cabe destacar o Jornal JUMBINHO, pela divulgação, neste espaço, do artigo “2517”), e da atitude da Comissão, o Sr. Prefeito convocou uma entrevista coletiva, na qual, Anderson Adauto e alguns assessores forneceram informações ao público.
O Prefeito alegou que nem Chico Xavier, com sua mediunidade seria capaz de fazer compras corretas e que a quantidade de remédio queimada é uma merreca.
Segundo seus números, “apenas” 0,27% adquiridos foram “cremados”. Para quem sabe fazer regra de três, um pingo é letra: se 0,27% forem 4517 Kg, o total (100%), será: 1.672.963 Kg, carga para mais de 80 carretas de 20 toneladas. Se a população de Uberaba é quase 300 mil habitantes, resulta 5 quilos e 600 gramas por habitante, doente ou não, pode!?
Um Jornalista, que tem cargo de confiança na Prefeitura de Uberaba, escreveu em sua coluna (Falando Sério, do Jornal da Manhã) que os postinhos de saúde distribuem 4,6 milhões de unidades de medicamentos (por exemplo, caixas) a cada mês, ou melhor, oficialmente são 4.614.428 itens. Ora, se dentre os quase 300 mil habitantes de Uberaba, 200 mil estiverem adoentados e recorrerem aos remédios da rede pública, teremos uma média de 23 caixas por doente por mês, pode!?
Testemunhos importantes foram dados no rádio uberabense: em entrevista concedida à Rádio Sete Colinas, o ex-secretário de saúde municipal, João franco, que atuou cerca de dois anos à frente da pasta informou que em sua gestão não ocorreu perda de medicamentos.
Outro profissional que já foi encarregado da área de estoque, o dentista Heraldo Luiz, alega, que quando administrou o setor, no governo do Prefeito Marcos Montes, o descarte foi desprezível.
O mau exemplo de Uberaba desperta-nos para uma questão ainda maior: o problema de gestão da saúde é maior que o financeiro, portanto, a ideia de ressuscitar a famigerada CPMF não representa uma solução inquestionável para o SUS. A sanha, em recriar este tributo, é tal que a Dilma chegou a propô-lo em nível mundial, o que foi rechaçado imediatamente por Inglaterra e Estados Unidos.
Leia mais em nosso “blog do marcelo alexandre”.

REMÉDIOS E REMENDOS

Artigo do Jornal EXPRESSO, próxima edição

Remédios e remendos



Mais fumacê medicamentoso! A Prefeitura de Uberaba, logo após queimar 2517 Kg de medicamentos, queimará nos próximos dias mais 2 toneladas.

O Prefeito Anderson, alega que tudo está normal, que é uma merreca, que sua turma trabalha bem e nhen, nhen, nhen..., mas vamos aos números:

Ele fala que tascou fogo só em 0,27% do estoque adquirido, ora, se a porcentagem se referir às 2 toneladas a queimar, o total (100%), será 740 mil Kg, mas se a referência for os 4517 Kg das duas fogueiras, o total do estoque da Prefeitura passa a ser 1673 mil Kg de remédios. Para transportar tal quantidade necessitaríamos de 129 caminhões de 13 toneladas.

Outra informação da Prefeitura e confirmada pelo jornalista Wellington Cardoso Ramos, garante que estão entregando 4,6 milhões de medicamentos por mês em Uberaba, para ser mais correto o número divulgado foi 4.614.428 unidades (caixas, por exemplo). Somos quase 300 mil pessoas, estimo, que 200 mil no máximo estejam doentes e recorrendo aos remédios distribuídos, então temos uma distribuição de mais que 23 medicamentos por pessoa ao mês.

O Prefeito nos deve melhores explicações, queremos saber porque faltam remédios básicos nos postinhos, porque desperdiçam tanto, quanto custou e quantas foram as fogueiras, porque alguns medicamentos foram encontrados somente após vereadores arrombarem uma porta. Não são merrecas!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

AGORA VAI !!!

 Artigo do Expresso.

Em relação aos buracos leia neste Blog "AGRADECIMENTO AO PREFEITO"

 

AGORA VAI !!!

Anderson Adauto não seria candidato a reeleição, foi. Apoiaria o CESUBE, entregou. Faria um Agroshopping, cadê?! Construiria um memorial para o Chico, passou “pros” outros. Criaria o Distrito Industrial IV, “neca”. Ia melhorar o ensino, onde?! Tiraria os trilhos do Boa Vista, quando?! Incluiria os moradores do 2000, afastou. Os servidores municipais não teriam perdas, tem gente recebendo menos que Salário Mínimo.
Várias vezes prometeu cidade mais limpa, nunca esteve tão abandonada; acabaria com a falta de médicos e remédios, a saúde está pela hora da morte. Compraria o Hospital Santa Helena, acabaria com a industria das multas, trataria 98% do esgoto até o fim de 2008, colocaria horários nos pontos de ônibus, acabaria com a superlotação…
Destaquemos os buracos: eles acabariam, seriam tapados de uma forma “…nunca vista antes nessa cidade…”, foram promessas, compromissos e juras. Mas surgiu uma esperança: o Jornal da Manhã de 12/2/10, trouxe: Prefeitura assume que buracos continuarão.
Baseado em tudo que ouvimos, lemos e não vimos acontecer, sabendo que promessas têm virado frustrações, quem sabe agora vejamos a cidade como um tapete, ou pelo menos comparável com as vizinhas.
Os otimistas que torçam, pois os pessimistas garantem que esta profecia (notícia) será uma das poucas que se realizarão.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

FALAR É FÁCIL

  Como as coisas não mudam, ou mudam para pior, artigos antigos como este do EXPRESSO, continuam bem atuais, veja:
 

Em 2 de Março, aniversário da cidade, o prefeito concedeu entrevista a uma TV, na qual afirmou que “Uberaba é uma cidade boa para se viver, mas difícil para se sobreviver” e argumentou que faltam empregos para muitos. Não é a primeira vez que o chefe do executivo diz esta frase. Ele já utilizou-a na campanha eleitoral de 2004, além daquelas outras mal sucedidas tentando alcançar a chefia do município.
Ora, este é seu sexto ano de governo! Ficamos estagnados? Eu diria que não, afirmo que pioramos: A água, essencial, multiplicou seu custo, o IPTU, sobre nossas moradias, veio para arrombar. Ficou difícil viver e sobreviver numa cidade com tantos buracos, sem médicos, equipamentos e remédios na rede pública, faltando, e muito, professores em sala de aula, com praças mal cuidadas, de onde se tirou até os banheiros.
Os donos de lotes vagos pagam coleta de lixo e iluminação pública, os de automóveis viram a expansão e ampliação da indústria das multas (esta tem a melhor aparelhagem) e os de casas viram os hidrômetros virarem lixo. Os funcionários municipais chegam a receber menos que o Salário, a insalubridade, o lanche e passes de ônibus de muitos, evaporaram.
A política de “atração” de empresas é suicida, pois privilegia multinacionais que de nada precisam, em detrimento das pequenas, que somadas são as verdadeiras geradoras de empregos.
Realmente. “Tá” difícil de sobreviver “nessa” Uberaba!

DESCONTROLE DESVAIRADO

O texto abaixo, foi retirado da coluna Falando Sério do Jornalista Wellington Cardoso Ramos, do Jornal da Manhã, de 14/11/2011:  

"Descontrole
Do descarte de medicamentos vencidos feito pela Secretaria de Saúde afloram alguns questionamentos. Um deles sobre os critérios adotados pelo Estado para a compra e o repasse de remédios às Prefeituras, já que a Secretaria de Saúde diz ter contatado cidades vizinhas para “desovar” medicamentos próximos do vencimento e todas se disseram abastecidas além do necessário. Dados divulgados no fim de semana pela Prefeitura revelam que, em Uberaba, são distribuídos mensalmente, aos usuários do sistema SUS, 4,6 milhões de unidades de remédios."

Vamos agora, aplicar a infalível matemática, para analisarmos as informações, que sabemos vieram oficialmente da turma da Prefeitura. Para ser mais preciso, a quantidade informada foi 4.614.428 de unidades.

Sabendo-se que Uberaba tem pouco menos que 300 mil habitantes, que muitos se encontram sadios, que entre os doentes tem os que compram os remédios na rede particular, eos que se tratam fora de Uberaba, suponhamos que uns 200 mil uberabenses recorram aos postinhos de saúde, pergunta-se: Quantas unidades de remédios cada um recebe em média?

Resposta: 23 unidades por habitante ao mês.

"Etâ povo doente!" 

Obs.: O conselheiro de saúde, Jurandir Ferreira, informou na Rádio 7 Colinas: o Estado envia os medicamentos conforme lista de solicitação da Prefeitura (epa!) e o Governo Federal manda dinheiro (oba!)

domingo, 13 de novembro de 2011

O BOLO SOLOU

 

Este artigo, do Jornal EXPRESSO, embora antigo, representa uma situação atual de Uberaba.

As políticas, se é que podemos chamar assim, de subsídios suicidas e as terceirizações realizadas pela Prefeitura, tem empurrado a economia local ladeira abaixo.

Cuidam da declaração do VAF como cuidam dos remédios! 

O Bolo Solou

Eu sei o que você fez hoje de manhã. Gerou impostos! Pode ter sido ao acender a luz, abrir a torneira, morder um pão, ligar o carro ou ao pegar o EXPRESSO. Que gerou, gerou!
Parte do que Minas arrecada, quando compramos algo (ICMS), retorna ao município. Mas quanto? Depende, dentre outros, de nossa participação no VAF. O Valor Adicionado Fiscal é uma declaração de movimentação, que toda empresa faz anualmente. A partir daí, o Estado fica sabendo o tamanho da “fatia do bolo”, que devolverá para cada localidade. É o índice do VAF, uma porcentagem.
Uberaba? Vai mal, obrigado! Nosso índice caiu nos últimos cinco anos de 2,156% para 1,743% (isto é quase R$ 2 milhões por mês, ou R$ 100 mil por dia útil). Tivemos nos últimos 5 anos o pior desempenho entre os quinze maiores de Minas (Araxá brilhou em 2o lugar) e, guardadas as proporções, perdemos na região para Sacramento, Delta e Veríssimo.
Sem dúvida, além de não zelar para aprimorar as declarações do VAF, como nos governos anteriores, a Prefeitura tem sufocado o consumo local ao majorar impostos e tarifas (como Codau). Ao mesmo tempo, isentar impostos, como foi feito para hipermercados multinacionais, também é sangrar a economia de Uberaba a médio e longo prazo, pois seus concorrentes locais são minados.
Quem cozinha sabe: Faltou fermento!

ENQUETE QUE INQUIETA - IV

Nunca foi tão fácil de comentar a "enquete que inquieta", perguntamos quem bancará o tratamento de Lula e as respostas não deixam dúvidas:

51 pessoas votaram, e deixaram claro:
-Quem bancará não será (de forma alguma) os empreiteiros, banqueiros, usineiros e muito menos o COI ou a FIFA. Ninguém, absolutamente ninguém, acredita nisso: zero votos.

-Houve 2 votos para "ELE VAI DE SUS", estes, sem dúvida, acreditam que o Lula é um homem corajoso e destemido, não teme sequer a morte.
-96% dos votantes, e quiçá dos não votantes, afirmam que será "CONTA PARA TODOS (DO POVÃO)" - É uma turma que, afirmo sem medo de errar, entende de políticas de saúde de políticos, essa turma, certamente acompanhou a doença de José de Alencar Gomes e a penúria do povo para pagar o tratamento do mesmo.

Resumindo:

"é nóis que paga!"

ATLETAS COM SEDE

Artigo divulgado pelo Jornal Expresso.

Recentemente, a prefeitura, apoiada pelos "14 contra o povo", repassou o Centro Esportivo para a UFTM.

Tem sido assim, verbas para reformar salas de aula em um centro comercial, transferência da estrutura de Peirópolis, prédios do antigo CESUBE, área na Univerdecidade e agora o Centro Olímpico, e qual será a próxima doação?

Vou arriscar uma opinião:

Será aquele elefante branco, construído na Univerde no Parque das Barrigudas e que foi construído com verba do Água Viva, que deveria priorizar o combate às enchentes.

Somos incompetentes para administrar o que é nosso?

Queria falar de uma SEDE (local) apropriada para a prática de esportes, mas sou forçado a contar casos de atletas que passam SEDE (pedem água).
Em 1999, na época do Natal, Moura Miranda, que era secretário municipal de Esportes, foi a Brasília e trouxe o que seria um “Papai Noel” para Uberaba, puseram no orçamento federal uma verba para iniciar o que deveria ser um Centro Olímpico na Univerdecidade, com ginásio coberto, pista de atletismo, piscinas, alojamento, etc., teríamos aqui o que Uberlândia fez lá: um grande complexo esportivo que atrai uma elite de atletas, para treinar e competir.
Dois prefeitos em 3 mandatos, “deixaram o cavalo passar arriado”. O que seria um Centro Olímpico, se resume a uma única quadra coberta, onde sequer há água para beber ou dar descarga, o piso escorrega como “bagre ensaboado”, toda vez que chove inunda, não adequaram um trevo de acesso ao estacionamento, há vidraças e portas quebradas que não são substituídas.
Temo que o pior tenha ocorrido: as novas doações de terrenos e obras no entorno da quadra, talvez tenham inviabilizado definitivamente o sonho uberabense, assim como a doação de uma área aos bombeiros prejudicou o Cemitério Candongas. Resta-nos contemplar a estrutura da cidade rival.
Cabe ao poder público dar a resposta: promover modificações e melhorias nesta SEDE esportiva para satisfazer a SEDE de competir e a SEDE dos competidores, que sonham em encontrar água no lugar certo.

A matemática das labaredas

Publico, para destacar e agradecer, 2 comentários muito inteligentes sobre a postagem "REGRA DE TRÊS SIMPLES", que foram feitos por leitores.

O Prefeito Anderson vive dizendo que sua administração não tem compromisso com o erro. 

O que é isso então?

Mas, não se preocupem, a nova "ENQUETE QUE INQUIETA" está aí para "democraticamente" resolver os problemas, nosso e do mosquito da dengue, que não aguenta mais "FUMACÊ MEDICAMENTOSO"

 

2 comentários:

Marimbondo disse...
Tem outra conta que me intriga também.
São 12.740 itens vencidos, dividios por 5.500kg cada item queimado peso 2,31kg. Esses medicamentos são muito pesados.

Mas acho mesmo que a incineração será feita para dar fim a prova de uma compra de remédios já vencidos ou preste a vencer.
Anônimo disse...
Marcelo Alexandre.
Como sempre, com sua perspicácia você antecipa as coisas. Após a entrevista, pensei em ligar para você a fim de que essa matemática fosse feita. Meus parabéns.
Outra coisa que não pode passar despercebida é sempre aquela alegação de que "quem nunca perdeu remédio em casa por prazo de validade vencido?". ´
E tão incompetente que sempre vem com esse "hen hen hen"!. Ora, o medicamento que eventualmente descartamos é adquirido com nossos recursos, e não através de impostos imorais e escorchantes, de recolhimento obrigatório votado por nossos pseudos representantes e que deveria ser bem gerido por esse réu do mensalão.


sábado, 12 de novembro de 2011

Regra de três simples

 Trecho de reportagem do Jornal da Manhã de hoje 12/11/2011

"Já o prefeito assegurou que o montante vencido é “uma merreca” em relação ao que é distribuído pela população, tendo em vista que 99,73% dos medicamentos adquiridos foram destinados ao tratamento dos pacientes da rede municipal, enquanto apenas 0,27% sofreu perda do prazo de validade. “Este índice não deixa dúvidas. Prova a nossa eficiência. Pela quantidade de medicamentos que a gente compra, utilizando um termo chulo, é uma merreca o que está vencido”, assegurou. Em uma alusão a Chico Xavier, o prefeito ainda colocou que nem o médium saberia precisar a compra exata de medicamentos sem que houvesse algum tipo de perda. “Nem Chico Xavier, com ajuda divina, poderia acertar esta quantidade”"


Agora, recordemos nossa matemática básica:

Se a Prefeitura de Uberaba já deixou perder 5500 Kg de medicamentos,
e se o Prefeito afirma que essa quantia é apena 0,27% do que comprou,
Quantos quilos de remédios foram adquiridos?

0,27%----------5500Kg
100%----------  x         

Resultado:
2.037.037 Kg
 ou ainda, 157 caminhões de 13 toneladas, cheios de remédios, se é que cabe!
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

CABE MAIS UM?

  Divulgado no Expresso

 

Cabe mais um?


Cogita-se que empresários estariam dispostos a lançar um novo Shopping Center (SC) em Uberaba, na entrada da Univerdecidade. Será viável?
Dois importantes fatores contribuem: 1- a crescente violência e insegurança das ruas da cidade, pois predomina a sensação que num SC corremos menos risco de assalto e roubo de veículo que na rua; 2- as vagas de estacionamento no centro estão sendo sacrificadas em nome de propostas equivocadas de melhorias no trânsito, no entanto os atropelamentos e mortes têm aumentado.
Muitos fatores inviabilizam: 1- A Prefeitura, maior empregadora do município, paga mal, reprimindo o consumo de seus funcionários; 2- A cidade perde dia a dia sua influência regional, inclusive no setor de saúde; 3- O SC já existente traçou planos e realiza constantes ampliações ocupando antecipadamente os novos nichos do mercado; 4- As grandes lojas, chamadas de âncoras, já estão comprometidas com o SC existente e provavelmente evitarão dobrar seus gastos arriscando-se em um novo empreendimento; 5- Um novo SC, de enorme porte, está sendo construído em Uberlândia, em uma entrada da cidade que privilegiará o uberabense, sem contar a pista dupla; 6- Recentemente um plano de abrir um novo SC em Uberaba, ao lado de um hipermercado de capital europeu foi frustrado pela realidade do mercado local; 7- A crise econômica e seus efeitos futuros.
Viável pode ser, mas vá devagar com o andor…

BURACO SEM FUNDO


Artigo divulgado, há muito, no Jornal Expresso, mas que não deixa de estar bem atualizado, uma vez que convivemos com buracos naturais e artificiais (aqueles que foram citados na nossa postagem "Agradecimento ao prefeito"), no mais, a frota cresceu e a arrecadação, de IPVA, ficou ainda maior que a citada.

BURACO SEM FUNDO

Por causa de buraco, um casal caiu de moto em uma rua de Uberaba. Tocou demanda contra a Prefeitura e já ganhou aqui e em BH. Acontece, que ficou provado que o buraco não era recente, já havia gerado reclamações, não houve operação para tapá-lo e o motociclista foi prudente ao dirigir.


Nestes casos a cidade arca com indenização por perdas e danos. Em outras palavras: a irresponsabilidade e/ou incompetência da administração municipal gera despesas para o seu bolso. Você paga impostos (muitos e muito caro), para que se preste um serviço público que deveria oferecer um mínimo de qualidade e segurança aos cidadãos.


É legítimo o direito, daqueles que se sentirem prejudicados pelo poder público, procurarem o judiciário. A desculpa da chuva ou da falta de dinheiro, não cola para uma Prefeitura como a nossa, que só em repasses diretos de IPVA recebe mais de 20 milhões por ano (é quase R$ 100 mil por dia útil).


Aumentos exagerados e contínuos de IPTU não nos proporcinaram sequer vias de acesso decentes, como é o caso dos Distritos Industriais.


Para perceber o desleixo com Uberaba, visite cidades vizinhas e compare. Aqui temos até asfalto executado pelo atual governo que já possui grandes crateras.

Desviar de um buraco, não lhe garante livrar de despesas, pois o mesmo permanece e pode mexer no seu bolso ao afetar terceiros.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

BOM SERÁ

Em Ouro Preto - MG, antiga Vila Rica, é usada uma expressão para denominar casas geminadas, aquelas que têm uma parede em comum, enquanto aqui alguns falam "parede meia", lá, na antiga capital do estado, eles dizem "bom será".

É fácil entender porque eles falam assim: As pessoas que serão vizinhas poderão fazer amizade ou inimizade, por isso, "bom será" que elas se deem bem, afinal moram "coladas".

Temos estranhos confrontantes em Uberaba, na Univerdecidade convivem o Cemitério Candongas e o centro de treinamento dos bombeiros. Essa esquisitice, nasceu porque o governo Anderson Adauto, para variar, foi infeliz ao oferecer uma área pertencente ao município como doação à corporação de combate a incêndios. Consequências:

O Município perdeu parte das áreas destinadas, através de um prévio planejamento, à ampliação do Candongas (hoje Medalha Milagrosa).

Os bombeiros, que poderiam ter ido para outro local, ficaram colados no campo santo, e , por isso, sua sede é visitada, para não dizer invadida, por insetos e escorpiões. Por tal motivo, a corporação passou a criar galinhas em seu terreiro, o galinheiro tem como função combater animais peçonhentos e transmissores de doenças.

Vem agora a lembrança: E o Hospitério, aquele hospital que está sendo construído no trevo do Cemitério São João Batista, não terá problemas semelhantes?

"BOM SERIA" se as decisões no município fossem melhor planejadas!

"AMOITADOS"

Reproduzo aqui, trecho revelador de reportagem do Jornal da Manhã.
Note que, nessas 2 "novas velhas" toneladas, há material para exame de Papanicolau (relacionado à  detecção do câncer de colo de útero). Você viu alguma grande campanha, publicidade, multirão ou qualquer outra iniciativa do município nesse sentido?
Aí sobra mesmo!!


Renata Gomide - 10/11/2011

Vereadores encontram remédios vencidos em cômodo do Cerest

Medicamentos e insumos vencidos e a vencer foram encontrados ontem pelos quatro vereadores da Comissão de Saúde da Câmara, em espaço anexo ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). Eles foram conferir uma denúncia que havia chegado na véspera para Itamar Ribeiro de Rezende (DEM), que é vogal do colegiado, e garantem não ter encontrado dificuldades de acesso às diversas dependências no local.
No entanto, quando se preparavam para ir embora, contam que resolveram conferir o anexo, lá encontrando antibióticos diversos – entre outros medicamentos – e insumos como lâmina de bisturi e para exames de Papanicolau, cateter e talas, alguns já vencidos e outros a vencer em 30 de novembro deste ano. O grupo estima em cerca de duas toneladas os itens

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ATOS HERÓICOS


Até hoje, o Sr. Luiz Carlos ainda carrega o trauma da coação moral que sofreu, enquanto isso a Justiça dorme.

Atos heróicos

No futuro, um historiador poderá pegar um exemplar desta edição do EXPRESSO para buscar dados sobre pessoas do povo que modificaram a história de Uberaba em nossos tempos.


Hoje homenageio um guerreiro incansável, o Luiz Carlos do conjunto habitacional Monte Castelo, no qual uma construtora atestou sua incompetência ao entregar casas inacabadas, em estado precário e com infraestrutura incompleta a mutuários da Caixa.


Ele trava hoje, em vários campos de batalha, uma luta de Davi contra Golias: no judiciário, que é injustamente lento, na imprensa, que com raras e valorosas exceções se curva ao gigante, Luís também orienta o povo em geral através de panfletos, que o mesmo custeia. Em sua luta, já foi coagido por gerente desta instituição financeira, fato que gerou ocorrência policial contra quem deseja apenas que reconheçam seus direitos de alcançar a moradia digna pela qual paga regiamente.


Em Agosto último surgiu uma luz: em caso semelhante ocorrido em Cocal do Sul - SC, a Caixa, embora se negasse, foi incluída pelo Superior Tribunal de Justiça como co-responsável pelas casas que financia. Mais que justo, pois ela financia, portanto lucra, ela fiscaliza a obra ou deveria fazê-lo, além de pagar às construtoras e outras “empresecas”. Força Luiz!

DEBANDADA


Artigo a ser publicado pelo J. EXPRESSO, neste fim de semana

O bando está se espalhando, agem como pombos que ouviram um tiro, cada um procura uma forma de se proteger, de salvar a pele.


Nas últimas semanas, os Vereadores de Uberaba tem mudado seu comportamento, estão mais independentes, mais vigilantes. A Câmara está descontente com o corte das “emendas parlamentares”, trata-se de uma verba que cada Vereador tem o direito de indicar destinação, por exemplo para uma creche, asilo, ONG, etc. Eles alegam, como de fato é, que promessa (do Prefeito) é dívida, e ele não cumpre.


Seria bom se não fosse incoerente, entre eles existe um bom número que defende(ia) o Prefeito até nas horas erradas, uns a sete anos outros a apenas três. Até parece que eles se esqueceram que seu colega Itamar, da oposição, viu quase todas suas emendas serem frustradas, em uma atitude arbitrária e anti-democrática.


Outro fato: Há dois anos, Anderson Adauto fez cortes drásticos nos repasses para creches, em nome de superar uma crise, que sequer abalou a arrecadação, tudo isso com a anuência, para não dizer apoio, da esmagadora maioria.

Cabe ao eleitor ficar atento, pois a medida que as eleições se aproximam, aqueles que pretendem recandidatar ao cargo, e tem caráter questionável, costumam se afastar dos que estão com a popularidade em baixa, e se aproximar dos opostos.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

XICO XADREZ


Artigo do Jornal EXPRESSO.
Uma cidade que dá título de cidadania para "Peixe" e "Tomate",
esquece-se de grandes personalidades como foi Xico Xadrez. 


XICO XADREZ

Disciplina, paciência e lógica não são virtudes natas, nós as adquirimos e aprimoramos. O jogo de xadrez é uma das formas de treinarmos tudo isso, sendo assim, seu aprendizado deveria ser incentivado pelos pais e gestores da educação.
 
Uberaba perdeu há alguns meses um filho ilustre: Francisco José dos Santos Neto, o Xico Xadrez. Notável inteligência, persistência e bondade não lhe faltavam para praticar e ensinar a arte do tabuleiro. Dos bancos da Escola Estadual Castelo Branco, Francisco partiu para conquistar o mundo, seu trabalho pode ser reconhecido ao admirarmos sua enorme coleção de troféus e medalhas, porém o fruto mais relevante de Xico é a transformação que ele promoveu na mente de muitos jovens que desenvolveram suas capacidades e autoconfiança.
 
Aqueles que conheceram Xico Xadrez estão aguardando uma iniciativa de nossa câmara de vereadores. Seu nome merece ser eternizado em um logradouro público, de preferência uma praça onde se possa reunir para jogar xadrez e damas. Se o local for simples e acolhedor, melhor ainda, pois ali estarão refletidos sua alma e seu modo de viver.
 
Felizmente, apesar da inversão de valores vigentes em nosso país e cidade, ainda temos exemplo de quem dê um xeque-mate contra aqueles que usam suas habilidades para fins desprezíveis.

Inferno para todos


A Presidente Dilma deu uma de Lula, abriu a boca para falar besteira. No encontro das 20 nações de maior Produto Interno Bruto - o G20 - ela propôs a criação de uma "CPMF" internacional.

Isso mesmo, um imposto mundial sobre as movimentações financeiras. Talvez ela acreditasse que a ideia colaria e assim o Brasil entraria "sem querer querendo" na bolada.

Difícil é imaginar os moradores do Sul do Sudão pagando CPMF, inclusive na compra de remédios e alimentos.

Fácil é imaginar os grandes detentores de capital multinacional encontrando brechas e meios, ainda que lícitos, para não pagar. Quer um exemplo: imagine uma empresa chinesa que importa minério de ferro brasileiro e manda de volta auto peças para montadoras do Brasil, bastará que ela combine o seguinte: a montadora brasileira repassará dinheiro para a mineradora também brasileira, evitando assim, parte da "CPMF" internacional.

Ainda bem, que a Inglaterra e os Estados Unidos já disseram um rotundo não, evitando que a sanha de arrecadar da brasileira contaminasse o mundo.


1000

Agradecemos aos que dedicam um tempo por dia para visitar este Blog, graças a vocês nosso espaço alcançou, em pouco tempo, esta marca considerável de visitas de página.

Deixamos de ser um bebê de colo e começamos a engatinhar.

Muito obrigado! 

Cracolândia universitária

Imagens da USP, de universitários encapuçados, nos causam impressão de se tratarem de bandidos. Caso restem dúvidas, sane-as com o texto abaixo, retirado do portal Terra, em 09/11/2011:

 "Estudantes da USP agridem jornalistas durante ocupação
08 de novembro de 2011 04h33 atualizado às 04h52

Após a decisão de permanecer com a ocupação do prédio da reitoria, alguns estudantes da Universidade de São Paulo (USP) agrediram profissionais da imprensa que fazem a cobertura do fato no final da noite dessa segunda-feira. O conflito começou depois que um estudante jogou o microfone de uma repórter no chão por não gostar da abordagem da profissional durante uma gravação, de acordo com informações da rádio CBN.
O clima ficou tenso e houve confusão, mas a polícia não foi chamada para intervir. Um cinegrafista ficou levemente ferido após levar uma pedrada na cabeça. Outro cinegrafista teve a câmera danificada. O prazo para a desocupação estipulado pela Justiça já se esgotou e o emprego da força policial está autorizado desde as 23h. Até o momento, no entanto, não há previsão se a polícia irá cumprir a ordem judicial."

De democratas, estes estudantes não têm nada, pois a maioria da comunidade "Uspiana" já votara a favor do convênio que permite à PM atuar naquele campus, diga se de passagem, área sequer cercada.

De republicanos, menos ainda, pois estes grupeiros, não respeitam o patrimônio público, nem as pessoas que, a duras penas, pagam impostos para formá-los, nesta instituição pública.
Eles querem é manter sua cracolândia de nível superior e ter sua ilha da fantasia, na qual eles são a lei.

 O pior é lembrar que de lá poderá sair mais um "filhote de Lula".

Que futuro o país está construindo?


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ainda "O mineiro e o queijo"

Este conto foi publicado pelo Jornal EXPRESSO, ele cita outros aspectos da questão do queijo mineiro. 

 
Promotor desconfiado

O carro atolou na roça, sem sinal de celular o socorro veio a trator. Na espera e na demora o promotor entrou em uma casa pobre de um sitiante, Aceitou a água servida sem conferir a qualidade, mas recusou tomar café, afinal no puído forro da mesa só havia produtos artesanais: queijo fresco, curado, pão de queijo, pamonha e rapadura, tudo cheirava bem mas não estava embalado, carimbado e não possuía tabela de nutrientes.
Desatolado o veículo, o moço de terno impecável, chegou logo ao asfalto. O primeiro posto de gasolina foi também sua parada para o almoço.
Tudo bem com o restaurante, banheiros limpos e detetizados, alvará da vigilância sanitária pendurado na parede, código de defesa do consumidor no balcão.
- Estou atrasado, qual prato vocês servem bem rápido?
- Macarronada, disse ao garçom que tinha cara de poucos amigos.
O macarrão com queijo parmesão importado e fedido foi servido e ansiosamente saboreado.
O que o Promotor não ficou sabendo é que o garçom e a cozinheira cumpriram um velho pacto: cuspiram no prato antes de servi-lo. Eles detestam clientes precipitados e desconfiados, ambos encaram o pessoal da vigilância sanitária e os fiscais do Procon como balela.

O mineiro e o queijo 3

Finalizando a trilogia "O mineiro e o queijo", revelo de onde veio tal nome. Trata-se do título de um documentário que ainda não vi, mas li e ouvi a respeito.

O roteirista da obra é HELVÉCIO RATTON, mineiro de Divinópolis, cineasta de renome, tendo entre os filmes que dirigiu "O menino Maluquinho". Ele se indignou com a "pasteurização" a qual queriam submeter a cultura e a economia rural de Minas.

O ambiente político estava tomado por um lobby, que queria implantar a obrigatoriedade de pasteurizar o leite antes de fazer o queijo mineiro. Se viesse a acontecer seria o fim de tradições centenárias, o enterro de uma espécie de queijo e a morte da economia rural familiar mineira.

Por enquanto esta possibilidade está afastada, graças a reações populares, atuação de alguns políticos, publicações em jornais, denuncias em rádios e TVs, além é claro do documentário em questão.

O Deputado Adelmo Carneiro Leão foi enfático na Assembleia mineira, ao citar sua experiência de vida, seus conhecimentos de médico e cientista na defesa desta atividade produtiva. Obs.: mais uma vez, brilhou a estrela do dentista Heraldo Luiz, que o procurou na portaria da TV Universitária para pedir apoio aos produtores que estavam sendo esmagados.

Se depender da posição tomada pela Assembleia, o queijo poderá ser feito de leite cru (sem pasteurizar), devendo o controle sanitário, ser mais didático que punitivo e aplicado ao rebanho e à queijaria, inclusive com apoio financeiro aos pequenos produtores.

Segue abaixo, um link para você ver um trailer de O MINEIRO E O QUEIJO, por HELVÉCIO RATTON. 

http://www.youtube.com/watch?v=UoHDEsvZE2Y

domingo, 6 de novembro de 2011

O mineiro e o queijo 2


Este segundo artigo foi publicado no Jornal JUMBINHO.
Ele, felizmente, circulou bastante, através do próprio JUMBINHO, espalhou-se através da Internet e acabou aparecendo em outras duas publicações da cidade: o EXPRESSO, na coluna do Edson Santana e no Jornal União dos Bairro do jornalista Getúlio Salvador. 


O QUEIJO ASSASSINO






Na Terça, 22 de Fevereiro, em Uberaba houve uma “operação de guerra” na qual policiais militares devidamente armados, Procon estadual e vigilância sanitária derrotaram um bando de queijos. Os facínoras estavam expostos em bancas do comércio, principalmente no Mercado Municipal, ameaçando os clientes pois estavam despidos de uma embalagem à vácuo e pior, sequer portavam sua tabela de informações nutricionais.




A comunidade pode ficar tranquila, os heróis que defendem nossas vidas dos ataques desses queijos de péssima índole venceram, quase uma tonelada foi apreendida e destruída pois era “imprópria para o consumo”.




Que bom que em meio a tantos estupros, arrombamentos, roubos de cargas, tráfico de drogas, sequestros e latrocínios ainda exista gente para nos proteger dos laticínios.




Ora autoridades, tenham um mínimo de bom senso, a fabricação e consumo de queijos é um costume milenar no mundo e multi secular em Minas. O nome diz, queijo mineiro, feito de leite de vaca, usando coalho que por sí só já é um agente biológico que o azeda.




Essa tradição, mais que centenária, nunca matou ninguém, meu trisavô já vendia queijos “marginais” em Dores do Indaiá e nunca foi tratado como bandido, ou será que devemos nos arrepender por todas as fatias que já engolimos, às vezes com goiabada caseira (também despida).




O queijo mineiro, principalmente da Serra da Canastra é apreciado como uma iguaria, porém se for levado à geladeira altera seu sabor original, como querem esses “soldados” que doam suas vidas, se preciso for, para nos livrar desse “venenoso alimento”.




Parece que o Procon não sabe, mas costumamos, “até mediante torturas físicas”, deixar os queijos expostos ao ambiente para que eles fiquem curados. O IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), casa de burocratas, impõe que ele seja embalado à vácuo e que traga na embalagem informações nutricionais. A continuar nesse pique o pão francês será o próximo, imagine um pãozinho embalado individualmente, com uma tabelinha de nutrientes e data de validade para sabermos se ele está quente do forno ou não. Tratam-nos como se fossemos ignorantes e sequer soubéssemos escolher uma fruta, um doce ou um pé de alface, deixem disso, temos mais o que fazer.




Estão extinguindo as chances de sobrevivência do pequeno produtor rural, aquele mesmo que por falta de opção vai ser um João Ninguém na cidade onde seus filhos poderão exercer atividades menos regulamentadas como o tráfico.




O excesso de normas inviabiliza os pequenos negócios em detrimento de grandes laticínios e hipermercados, portanto gera desemprego e tensão social.


Fica, para as autoridades, um questionamento do povo: Se prendem os queijos, porque não prendem os ratos?



O Mineiro e o queijo

Farei 3 postagens relembrando o escândalo da apreensão do queijo em Uberaba, e só em Uberaba, sendo a última uma atualização do caso.
Este foi divulgado pelo EXPRESSO.

Sr. Queijo, “teje” preso!!



Em nome de uma saúde pública uberabense, que sequer disponibiliza regularmente os remédios mais necessários nos postinhos, prenderam uma quadrilha de queijos. Alegaram que eles estavam no Mercado Municipal desnudos, sem documentos, eram frescos e mal educados pois se empilhavam de forma exibicionista nos balcões, causando água na boca de seus apreciadores.

A verdade é que estes senhores de 300 anos, os queijos artesanais mineiros, não criam vergonha na casca, o tempo passa e eles não desistem de chamar a atenção na macarronada, na broa, no pão-de-queijo. Quando você acha que eles estão amarelando de velhos, aí é que eles ficam ainda mais curados.

Eles são uns “metidos a gostosões”, pois acham o máximo terem nascido quando sequer havia energia elétrica para refrigerá-los, e as embalagens plásticas não existiam nem em sonhos.

A verdade é que aqueles “redondos” foram presos, julgados à revelia do interesse popular e executados no aterro sanitário, por justiceiros que pouco entendem do assunto. Sequer os ouviram quando quiseram se defender, dizendo que em séculos de existência nunca mataram ninguém.

O dono da vaquinha, o balconista do armazém, o chinês da pastelaria e a dona de casa, que nem imaginava que aquilo que dava aos filhos era “um veneno”, querem saber: E os ratos de 2 pernas? Quando é que vão prender?

ENQUETE QUE INQUIETA - III

A Câmara de Vereadores "realmente" está bem avaliada, da multidão de 16 pessoas que votaram, nenhuma optou por "ZERO E SEMPRE", nem para "SALDO DEVEDOR", mostrando que as críticas feitas por esse Blog não a atinge.

Desta forma, devo respeitar democraticamente, o resultado:
São "14 CONTRA O POVO",
e ninguém pode negar, afinal, foram 11 votos. Mas há também os que dâo "NEGATIVO, COM LOUVOR", 3 votos e 2 escolheram "MENOR QUE AS ANTERIORES".

Sendo assim, não há como negar que o legislativo genuflexo é um sucesso!  

sábado, 5 de novembro de 2011

MAIS FUMACÊ MEDICAMENTOSO

Conversei esta manhã com um mosquito da dengue, que pediu para o Blog preservar seu nome, e o mesmo confessou sua dificuldade de permanecer atuando, digo picando, em Uberaba.

Como mal tem grana para pagar o aluguel de uma poça, situada na fonte da Praça da Abadia, ele e sua família, viraram moradores de rua e passaram a ocupar um bueiro entupido.

O desânimo de permanecer em Uberaba aumentou após a notícia de que a Prefeitura vai queimar mais remédios. Na última queima, quando 2517 Kg viraram fumaça, vários de seus entes queridos foram intoxicados pelo "fumacê medicamentoso", e pior, por falta de rendimentos eles tiveram que recorrer ao SUS-QUITO, pegaram fila eletrônica e não conseguiram remédios. Lá como cá...

O nosso informante teme que a próxima queima seja ainda maior e isso poderá com certeza, influenciar no desempenho de sua picadura.

Será que as autoridades não vão fazer nada, além de tascar fogo em remédios?

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Já posso sair?

Artigo deste fim de semana no Jornal EXPRESSO, acesse também o nosso link na postagem JORNAL EXPRESSO (30/10/2011) e leia o semanário na integra.

Já posso sair?


Em artigos anteriores, aqui no EXPRESSO, tratei de questões burocráticas que atrapalham a livre manifestação artística e cultural em Uberaba. É o que ocorreu quando impuseram às Folias de Reis a necessidade de alvará para sair à rua, que critiquei no artigo “Folia de Alvarás”, e da “Virada Cultural”, que a União dos Artistas Uberabenses busca realizar, pois este ano, correu risco de não conseguir a tal autorização.

A solução é fácil, ela está em Belo Horizonte, basta buscar. Na capital, o vereador Arnaldo Godoy, apresentou um projeto de lei, e este foi aprovado, simplificando a vida das pessoas e dos artistas. Os espaços públicos de B.H., agora estão liberados para os que quiserem fazer arte.

Sei que tal abertura intriga e leva a um questionamento: E o controle? E os abusos?

Ora, eu inverto a pergunta, um papel chamado alvará, tem a magia de garantir o comportamento correto e legal de pessoas? Será? Eu lhes garanto, que muitas festas regadas a drogas ilegais, possuem alvará para funcionar.

As manifestações de cultura e arte, devem ser livres, o que deve ser punido são as possíveis transgressões, que venham eventualmente ocorrer.

Com tanto alvará, tanta interferência, dá para imaginar que para amenizar o trânsito, qualquer dia desses instituam a obrigatoriedade do cidadão ligar para o governo e perguntar se pode sair de casa.

Fórmula Certa

Este artigo, será publicado em breve pelo Jornal JUMBINHO, leia em primeira mão, aqui no blog

Fórmula Certa


A Índia deu o exemplo: A corrida de Fórmula 1 que aconteceu no Domingo, 30/10/2011, deveria servir de lição para os governantes e empresários do Brasil, não pela competição em si, mas pela forma que agiram seus promotores.

O Grande Prêmio da Índia foi integralmente custeado pela iniciativa privada, o governo hindu não tirou sequer um centavo da população para que o evento acontecesse, lá, não isentaram nem as equipes nem os pilotos dos impostos, sequer facilitaram a tramitação de documentos.

A iniciativa privada investiu 360 milhões de Reais, utilizados para pagar o projeto e construção do autódromo e também para quitar a taxa de R$ 63 milhões, cobrados pela FOM (Formula One Management).

O cabeça dos empresários é o Sr. Sameer Gaur, da Jaypee Sports International Limited., ele espera que comecem a ter retorno financeiro somente no quarto ano de prova, os três primeiros servirão para recuperar o capital empregado.

Ao governo hindu coube a coerência, aos investidores os atos, e à Vijjay Mallya, sócio da equipe de carros Force India as palavras: “Numa nação como a nossa, com tanta gente não privilegiada, pode-se dizer, seria no mínimo inconveniência pedir subsídios para o governo”.

Enquanto isso, do outro lado do mundo vive um povo explorado, o brasileiro! Aqui, salvo raras exceções, os negócios são feitos com dinheiro público. Os empresários leiloam seus empreendimentos para ver qual estado ou cidade oferece mais benesses, prometem gerar empregos em quantias que sabem ser impossível, pegam dinheiro no BNDES, recebem isenção de tributos, contam em muitos casos com estatais como sócias e, em campanhas eleitorais, bancam os políticos que bancam seus interesses no cotidiano.

Taí a Copa de 2014, é difícil dizer quem governa o Brasil, a dona Dilma ou a dona FIFA, mas parece que quem manda para valer, neste jogo, é a última, pois é a “dona da bola”.

A FIFA exige que os estádios sejam assim e assado, até já pararam o movimento aéreo na segunda maior metrópole do país por conta de umas bolinhas a serem sorteadas.

O governo federal, já afirmou, se preciso for vai decretar feriado nas cidades sede e circunvizinhas, nos dias em que houver jogos, oxalá não deixem os aeroportos abertos somente para quem tiver um ingresso para a partida a ser disputada.

Os dirigentes daquela federação esportiva, já mandaram proibir a meia entrada, bem como, fará o Brasil reverter a proibição da venda de bebidas nos estádios.

A Copa, devido ao modelo brasileiro de gestão, será uma grande oportunidade para ocorrer transferência de riquezas, sendo que, os valores sairão dos cofres públicos para as contas de umas poucas empresas.

É o capitalismo tupiniquim, bem diferente do hindu.

Visite o blog do marcelo alexandre e veja outros assuntos.

ANDANDO NA CONTRA MÃO

Artigo divulgado, há muito, pelo Jornal Expresso.


Conforme prometido, continuo a mostrar como as autoridades de trânsito de Uberaba, ainda não foram capazes de encarar os reais problemas do tráfego. Neste caso, tudo que fizeram pela R. Espanha foi apenas um recapeamento seguido do uso da "tinta guache", o resto estamos esperando sentados.


ANDANDO NA CONTRA MÃO


O Grande Boa Vista engloba inúmeros bairros, e tem a característica peculiar de ser dividido em dois setores pela estação ferroviária e suas linhas.

Na parte acima da “Mogiana”, há um importante eixo comercial e de trânsito: a Av. Elias Cruvinel (onde fica a estação de tratamento do CODAU). Essa via está com seu trânsito cada vez mais congestionado e perigoso. A Prefeitura não age, mas existe uma obra barata e eficaz para diminuir tal problema.

A R. Espanha (paralela à Avenida e fazendo divisa com os fundos da área da Ferrovia Centro Atlântica) precisa sofrer intervenções: 1- é indispensável asfaltar a faixa de meia pista que ainda é de terra; 2- obras de rede de água de chuva, devem ser realizadas, para extinguir as depressões que travam o fluxo de veículos; 3- é premente, recapear o asfalto hoje existente ou na pior hipótese, executar um tapa buracos.

Tais obras permitiriam: a confecção de calçadas e ciclovia (muito segura), proporcionando enormes vantagens.

A R. Espanha, passaria então, a ser uma ótima alternativa para o fluxo da Av. Elias Cruvinel, possibilitando inclusive formar-se um binário (mão/contra mão)

Enquanto as autoridades não agem, vá juntando dinheiro, para bancar com seus impostos, os consultores trazidos de outros confins.

Se ixando para o futuro

Revendo antigas publicações, encontrei este texto, que no foi divulgado pelo portal "Uberabajá", ele nos faz recordar fatos que ajudam a explicar nosso presente, e a entendermos melhor o porquê do fracasso do ensino público municipal e do aumento generalizado da violência.


Se lixando “pro” futuro.


No palanque, todo político reconhece o ensino como arma para vencer a desigualdade e o subdesenvolvimento. No poder, ao invés de agir, costumam maquiar o doente anêmico: escondem sua palidez, tapam suas olheiras e o apoiam em muletas.


Uma onda recente é a criação dos laboratórios de informática. Montam salas com computadores pessoais (PCs), que se tornam impessoais, pois há sempre muitos alunos para cada máquina.


Outro modismo no Brasil, é a avaliação de escolas e alunos em testes. Chegam a promover ensaios gerais, simulados e pasmem: há casos em que deixam os alunos “colarem”, para aumentar a média. Por outro lado, pais e responsáveis (se é que são), geralmente estão inaptos para avaliar a vida escolar de seus filhos na escola pública, uma vez que os mesmos, comummente, estudaram bem menos que eles.


Outra aberração é a aprovação automática: uma “empurroterapia” bolada para gerar números e estatísticas que induzem as instituições internacionais a permanecer enviando verbas e subsidiando “nossa revolução educacional”.


Trarei agora o assunto para nossa querida e tão maltratada Uberaba. Baseados em lei e bancados pela criação de um fundo Federal, o Município introduziu o ensino infantil em período integral (crianças a partir de 4 anos), em suas escolas. Seria ótimo, mas encaremos a realidade quase generalizada:


Os professores não possuem necessariamente curso superior completo, ganham salário mínimo, não podem almoçar e nem mesmo permanecer na escola neste horário, são em maioria contratados e não concursados. Tais condições, nos ajudam a entender porque há tantas salas sem educadores.


Os prédios, já existentes, não sofreram adaptações, não há banheiro infantil, biblioteca apropriada, ludoteca, carteiras para crianças, o refeitório utilizado é o de adultos, não se criou play ground e serve-se uma merenda insossa que vem de empresa terceirizada.


Os ex-bebês dormem em colchonetes velhos e mofados, doados e improvisados. Na hora do almoço, como não há educadores, são cuidados por servidores gerais em desvio de função.


Crianças, em nosso Município, não são prioridade, as creches que se transformaram em escolas (por força de lei), tiveram sua verba de convênio cortada em 40% só neste ano.


Se a infância é o futuro, então estamos “nos lixando” para o que virá. Todas essas crianças entregues a este sistema desorganizado de ensino, integram um grupo de risco, que geralmente recebe convites do crime (este sim, organizado).

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O quíntuplo

Divulgado no Jornal EXPRESSO

CINCO VEZES


O orçamento municipal de 2011 (dinheiro que o prefeito Anderson pretende gastar) é da ordem de 1 bilhão de Reais, cerca de 5 vezes a verba que arrecadou em 2005, seu primeiro ano de governo, ocasião cujo total foi apenas R$ 194 milhões.

Como nesses 6 últimos anos Uberaba teve crescimento populacional e econômico apenas moderado, surge a pergunta: de onde vão arrancar tanto dinheiro? Claro que é do seu bolso! Mas como? Eu respondo: multiplicaram o valor do IPTU, passaram a cobrar taxas de lixo e iluminação de terreno vago, sem nada aliviar para aqueles que já as recolhiam. O CODAU faz sua parte cobrando água ao maior preço da região. E tome multa! Tem para todos os gostos, motivação não falta, pode ser a calçada, o muro, o capim, a dengue, o entulho e principalmente o incentivo financeiro aos fiscais e suas canetadas.

Outra fonte de grana são os empréstimos e mais empréstimos milionários, nunca ficamos devendo tanto, pior é que a conta feita para o uberabense pagar, em breve vencerá, com juros e correção.

Você é capaz de citar alguma despesa da prefeitura que tenha sido quintuplicada nestes 6 anos, como salários, número de dentistas ou consultórios, prédios de escolas, quantidade de bueiros, número de estudantes ou professores, frota de veículos ou seja lá o que de útil for à população?

Eu também não!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Semáforo assassino


Conversando e aprendendo:

O apresentador de TV e rádio, Felício Costa, que têm 100% de deficiência visual alertou:

O aviso sonoro de muitos semáforos, indicando que os cegos já podem atravessar a via, é igual ao do equipamento de alguns caminhões, indicando que estão em marcha ré. Conclusão:

PLOFT!


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tony, o rebelde


O Vereador Antônio Carlos da Silva Nunes, vulgo Tony Carlos, usou sua capacidade de oratória para detonar o Prefeito Anderson Adauto, no programa Manhã 1120 da Rádio 7 Colinas, nesta terça feira 01/11/2011.

As palavras foram em resposta à declaração do Prefeito de que Tony não seria preparado para lhe suceder em Uberaba, além de Anderson deixar claro que votaria em Rodrigo Mateus.

O Vereador lembrou:
-Que Anderson é descortês,
-Que pouco valoriza o servidor público,
-Que Anderson não conhecia a cidade quando tomou posse e que ele o ajudava a se localizar,
-Que Wagner Nascimento "fez" o Anderson ao tirá-lo da condição de vendedor de publicidade, escalá-lo para seu secretariado e apoiá-lo para ser Deputado Estadual,
-Que Wagner tinha saído de Uberaba com duas botinas, sendo uma, a que seu afilhado político lhe dera no traseiro,
-Que Wagner morreu de desgosto,
-Que onde Anderson trabalha não nasce grama, ou seja, ele espanta seus correligionários,
-Que Anderson disse que ele, Tony, era candidato a Deputado Estadual de si próprio, era "candidato de você sozinho", mas mesmo assim ele foi mais votado que os demais.
-Que sempre apoiou Anderson,
-Que Rodrigo Mateus, o candidato de Anderson, é muito jovem e não é de Uberaba.

Enfim, Tony "babou" no microfone de tanto deitar a lenha em seu correligionário, em uma evidente tentativa de descolar sua imagem do Prefeito. Resta saber se a tática dará certo, ou se o povo cobrará de Tony o preço da incoerência, pois, sabendo que ele desgostou Wagner, por que Tony não se afastou no devido tempo?

Hospital levado a sério - 2



Eis mais uma foto do Hospital Municipal de Uberlândia, veja o imenso terreno, 53 mil metros quadrados. Pense em uma futura ampliação.

Agora, imagine uma ampliação em nosso Hospitério, alegam que poderá ser edificado mais um andar. Como ficarão os doentes internados, enquanto outro pavimento estiver sendo construído sobre suas cabeças?

O hospital de Uberlândia, já inaugurado, conta com aproximadamente 260 leitos, aqui, no Hospitério teremos cerca de 160.

Veja a primeira postagem neste Blog, sob o nome Hospital levado a sério.






PMU turismo LTDA.

Artigo divulgado pelo Jornal Expresso, relacionado também ao "Ascendendo as taxas", já postado neste blog.

Se observarmos os objetivos da viagem: fabricar cimento de gesso, construir termelétrica, ou de ácido cítrico veremos quanto tais viagens foram inúteis.

PMU Turismo LTDA.


Viajar é muito bom. Sem mexer no próprio bolso, melhor ainda! Os prefeitos de Uberaba fazem muitas viagens, pouco produtivas, ao exterior. Wagner Nascimento foi à Alemanha dizendo que traria a Volkswagen, Luiz Neto à França nos prometendo um parque tecnológico, Marcos Montes visitou os americanos para incrementar o que seria um pólo moveleiro, Anderson Adauto em seu primeiro mandato, foi à Itália dizendo que nos tornaríamos um centro de desenho industrial de móveis. Nada veio, a conta foi paga.

O Prefeito Anderson está viajando novamente, passou pela Alemanha, está na China, irá para Singapura, depois França, Itália e talvez Portugal, está com outros quatro turistas de negócios. Desta vez a “bandeira” é fazer cimento do gesso da Fosfertil.

Não se faz cimento de gesso, ele é fabricado a partir de calcário e argila. O gesso aparece no final da produção, como um “tempero” para regular o tempo que a massa feita pelos pedreiros demora para endurecer. Um saco de cimento recebe em torno de 1,5 Kg de gesso, e esse último tem que atender certas condições para ser usado, se o da Fosfertil fosse realmente viável já estariam usando a muito tempo.

Espero, para o bem público, que esta viagem do Prefeito traga algum fruto e que se diferencie do escândalo da compra de passagens pelos deputados federais, que respingou em Marcos Montes e Paulo Piau.