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segunda-feira, 8 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
MPL
MPL
Vamos à praça principal da cidade para
trocarmos umas ideias? Chegaremos lá, sentaremos em um banco,
admiraremos o serviço da natureza que recebe uma forcinha dos
jardineiros e se necessário colocaremos resíduos nas lixeiras, tudo
de graça. Opa! Nada grátis, tudo pago por nossos impostos e
disponível para uso público.
O Movimento Passe Livre,
responsável pela eclosão de manifestações país afora, acredita
ser possível a implantação do transporte público livre de
cobrança de passagens. Em princípio essa ideia pode parecer
absurda, pois sua concepção beira um surto esquerdista daqueles sem
pé nem cabeça.
Mas, para balizarmos nossas
opiniões, temos que fazer uma análise mais profunda das vantagens
que trariam um transporte coletivo sem tarifa, leia-se “ônibus de
graça”.
Com o passe livre, toda a classe
trabalhadora e estudantil seria beneficiada, também as empresas e de
duas formas: poupariam gastos com vale transporte e lucrariam com o
aumento da renda de seus consumidores, pois estes não gastariam com
passagens urbanas. Havendo maior consumo de outros bens, aumentaria a
arrecadação de impostos.
Um grande número de veículos
deixaria as ruas, trazendo vantagens: descongestionamento do
trânsito, vagas para estacionar, facilidade de carga e descarga de
mercadorias e menor poluição por gases da combustão dos motores.
Ao retirarmos carros, motos e
bicicletas de circulação, evitaremos acidentes, aliviando
prontos-socorros, hospitais, clínicas de fisioterapia e em
consequência melhoraremos o combalido serviço de saúde, cujos
gastos se iniciam no deslocamento de ambulâncias e viaturas para
resgatar os acidentados.
O transporte público isento de
cobrança seria bancado por nossos impostos, que diga-se de passagem,
em grande parte são desperdiçados em outros campos (inclusive de
futebol), no entanto, isso não alija o setor privado deste processo,
pois as prefeituras podem contratar ônibus a serem remunerados por
quilômetro rodado.
Saindo do imaginário para o
real, o transporte público sem cobrança já existe em alguns
lugares, destacando se no Brasil a cidade de Agudos no interior de
São Paulo, cujo prefeito confirma em vídeo bastante acessado na
internet as vantagens obtidas.
Em Uberaba, na última eleição
para prefeito, o candidato Edson Santana empunhou a bandeira do passe
livre, ao sugerir dois eixos urbanos servidos por coletivos sem
tarifa.
Não há como a frota de veículos crescer indefinidamente sem que o poder público tome providências, uma delas pode ser dar ouvidos ao MPL.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Mais inflação
Inflação brasileira é quatro vezes maior do que a média mundial.
A inflação do Brasil é quatro vezes maior do que a dos 34 países
desenvolvidos ou emergentes que compõem a Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nestes países, a média é de 1,5%.
Aqui estamos rumando para 7%. Este é o maior sinal de que o custo de
vida está fora de controle. Em nenhum lugar do mundo, quando existe
crise econômica, os preços sobem com a velocidade brasileira. Ao
contrário. Os preços se estabilizam e até caem. Há uma grande maquiagem
na condução da economia do país. PIB baixo, indústria parada, comércio
desabando, falta de investimento, falta de infraestrutura, juros
subindo, consumo parando e inflação disparando é algo difícil de
entender. Com a palavra os economistas. Menos a Dilma e o Mantega, os
responsáveis por sermos o país com a inflação mais alta entre os 34
membros da OCDE.
domingo, 30 de junho de 2013
Inflação
INFLAÇÃO
O artigo abaixo é de minha autoria e circulou em um semanário de Uberaba durante o governo Lula, estou novamente divulgando pois o mesmo se mostra atualizado quando estendido ao governo Dilma.
A Presidente disse que para ganhar uma eleição, caso seja necessário faz-se o diabo. As palavras podem soar estranhas se lembrarmos que os comunistas são essencialmente ateus, e até bem pouco tempo Dilma estava na guerrilha em prol da implantação de uma ditadura do proletariado em nosso país.
Quem viveu as épocas de hiperinflação dos governos Collor e Sarney sabem que ela é coisa “coisada” pelo “coisa ruim”.
Vendo a antecipação da campanha eleitoral, na qual a Presidente conta, para se reeleger, com o sentimento que o brasileiro tem na carteira e na bolsa, como fez seu antecessor, temo que a mesma e sua equipe solte as rédeas da economia e tragam de volta o que havia de pior.
É o aumento geral de preços, o dinheiro perde valor e o salário o poder de compra. Quem tem menos que 25 anos quase não a conhece, mas poderá se tornar íntimo dela nos próximos meses se nada for feito.
A carestia ou inflação era exagerada, os preços subiam dia a dia, quem recebia seu salário tinha que correr ao supermercado e comprar antes de novos aumentos, era um inferno...
A principal lei que regula os preços é a da oferta e procura. Tem muito arroz para vender, pagamos menos, tem pouco o custo sobe, e tabelar é pura bobagem.
O presidente Itamar Franco e sua equipe criaram o plano Real, um conjunto de medidas econômicas, acompanhadas de alterações em leis que nos tiraram da roda da inflação. Surgiu a lei de responsabilidade fiscal que controlou por algum tempo o ímpeto que todos governos tem em gastar e se endividar.
A era Lula colheu os frutos de uma economia mais controlada, porém chutou a sorte: incentivou o plantio de cana ao invés de alimentos, esfolou os donos de veículos mesmo quando o petróleo estava barato no exterior, endividou o país através de manobras do BNDES e Petrobrás, incentivou o crédito popular de forma insustentável, procurou e criou brechas na lei que permitissem gastança, enfim: colocou em risco a maior conquista do fim do século passado, tudo para ter popularidade e permanecer no poder, mas a festa acabou.
Obs.: A Petrobrás e o BNDES estão em processo de descrédito aqui e no exterior, o Banco Central está perdendo sua autonomia e enquanto isso o governo Dilma corre para salvar as empresas de Eike Batista, afinal há controvérsias, mas alguns dizem que ele em tempos recentes já teria se apossado de uma linha de crédito de 3 bilhões de Reais do BNDES.
Desgoverno
Um dos "pais do Real" prevê estagflação.
A
consequência provável é que os pibinhos que se vêm se manifestando
desde 2011 continuarão a mostrar sua cara feia neste e no próximo ano.
Não é só a cara, o nome também é feio: trata-se da estagflação, uma
combinação de estagnação com inflação. O
governo colhe os frutos de se ter comportado como o proverbial aprendiz
de feiticeiro. Brincou com a inflação que tanto custou a ser contida há
19 anos, ao promover uma expansão descontrolada do crédito dos bancos
públicos e dos gastos governamentais, ao postergar os reajustes dos
preços controlados e ao não deixar o Banco Central atuar a tempo para
conter a alta dos preços. Agora terá que lidar não só com as novas
demandas populares mas também com a estagflação que ronda a economia.
Edmar Bacha, em artigo em O Globo
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Vergonha para Uberaba
Leia no Blog do Israel Garcez
As crianças deveriam ser transportadas em veículos especiais, assim como está especificado em contrato
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Povo ganha mais uma
Povo ganha mais uma
Dizem que se o elefante conhecesse a força
que tem seria o dono do circo. Os brasileiros, nos últimos dias,
estão descobrindo o poder das manifestações de rua e a sua
capacidade para organizá-las.
Talvez a redução das tarifas de
ônibus tenha sido a menor das vitórias pois valeu muito mais o
puxão de orelha dado nos políticos.
Tramitava no
Congresso a Proposta de Emenda à Constituição no
37, a PEC 37, e a pressão popular fez com
que os deputados a arquivassem.
Se aprovada, a PEC 37 impediria o
Ministério Público de fazer investigações, ou seja: os Promotores
ficariam de mãos amarradas para trabalhar, pois só a Polícia Civil
e a Polícia Federal poderiam investigar.
Lembremos que quem escolhe os
chefes dessas polícias são os governadores e a Presidente da
República, imagine então se as denúncias de crimes e corrupção
fossem contra os mesmos, não vingariam.
Caso o povo não impedisse e essa
PEC fosse aprovada, alguns políticos bandidos já condenados (como
os do mensalão), poderiam questionar as investigações feitas pelo
Ministério Público e pedir suas anulações.
Portanto, aproveite esse momento
histórico, se conhecer alguma irregularidade denuncie-a ao
Ministério Público (no pátio da Igreja São Domingos), e não
deixe de participar dos protestos de rua caso você concorde com as
causas e reivindicações.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Educação padrão FIFA
Educação padrão FIFA
A defasagem da formação escolar do
brasileiro inicia-se bem cedo, logo quando ele se matricula no
primeiro grau (antigos primário e ginásio, hoje denominados ensino
básico e fundamental). A deficiência de conhecimento é uma endemia
nacional, que acarreta a desvalorização do professor, aplicação
indevida das escassas verbas, etc.
Como o alicerce é fraco, espera-se que no
terceiro grau, ou universitário, a casa caia. E cai mesmo! Se
brincar cai o prédio e o guindaste usado em sua construção.
As faculdades mundo afora são analisadas
através do URAP (University Ranking by Academic Performance), que
nada mais é que um comparativo de desempenho entre as universidades
em determinadas áreas de formação.
Dentre os critérios usados destacam-se a
produção científica (teses e patentes registradas), o porte da
instituição, a presença de professores e ex-alunos agraciados com
premiação, a internacionalização e o desempenho perante os meios
de comunicação.
Como resultado de nossa fraca formação
escolar temos apenas em 91o lugar nossa mais destacada
faculdade de engenharia, aparecemos na 83a colocação
quando se trata de ciências sociais e menos pior um pouquinho
aparece em 38o na formação em medicina.
Mais uma vez, salvando a pele do país, como
já acontece na economia, aparece o curso de ciências agrárias em
um honroso sexto lugar neste ranking mundial.
Por não levar o ensino a sério em qualquer
de suas fases, o Brasil é um país extremamente dependente de
tecnologia e conhecimento científico produzido no exterior, como
exemplo, somos o único entre os emergentes que não possui uma
montadora de carros de destaque, só há estrangeiros neste setor.
A ação expansionista exercida pelo
ex-presidente Lula, aumentando o número de universidades federais,
não abordou a qualidade, apenas mexeu na quantidade e aumentou a
precariedade. As cotas também devem ser questionadas, pois
examinadas a fundo não passam de uma compensação àqueles que não
foram acolhidos de foram ideal nos ensinos médio e fundamental.
Verbas podem até existir, poderão ser
aumentadas, mas pouco mudará se não combatermos os esquemas
montados para gastá-las: terceirização da merenda, transporte
escolar, entrega de uniformes e kits escolares, compra de
computadores e lousas eletrônicas, substituição de livros por
apostilas e construção de prédios escolares superfaturados, tudo
isso envolvido em muita corrupção e propina.
No país da Copa e das Olimpíadas, temos
salas de aula superlotadas, escolas sem biblioteca e professores que
não ganham em um ano o que um político recebe em um mês. É mudar
ou viver na ignorância.
domingo, 23 de junho de 2013
Direto do Blogdocoronel
http://coturnonoturno.blogspot.com.br/
Volta?
A última foto é de 11 de junho, com Temer.
Enquanto petistas e Imprensa especulam sobre um "volta, Lula", boatos
dão conta que Lula estaria com graves problemas de saúde. Os boatos
ficam mais fortes porque há reuniões, mas não há fotos. Há declarações,
mas não há entrevistas. Em plena crise, Lula sumiu. As últimas fotos são
de mais de 10 dias atrás. Os comentários não são fofocas de internet,
tem como fontes profissionais da área médica que trabalham dentro do
Sírio Libanês. Pararam as audiências, apenas Dilma, Temer, Haddad e
Mercadante estiveram com ele, nos últimos dias. Sem fotos. Pararam as
conferências. Não há motivo algum para esconder nada. Afinal de contas,
assim como FHC, ele é apenas um ex-presidente.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
PEC 37 - vergonha nacional
Está funcionando! A série de manifestações pelo Brasil e as 424908 assinaturas estão deixando os deputados federais acuados. A votação da PEC da Impunidade não tem mais data para ser votada -- estava marcada para o dia 26 de junho (quarta que vem) e pode ter sido adiada.
Informações de bastidores vindas de Brasília dizem que o adiamento é uma estratégia para driblar a insatisfação popular e analisar a PEC 37 em um momento menos tenso politicamente. Por isso é muito importante agora que todos se mobilizem neste momento em torno do pedido concreto feito pelo Ministério Público de SP: o abaixo-assinado contra a PEC 37.
Clique na foto abaixo para compartilhar no Facebook e chamar mais amigos para assinar. Se cada um compartilhar com 2 pessoas, chegaremos a 1 milhão de assinaturas! Se preferir, encaminhe este email.

Obrigado por se mobilizar.#NãoPEC37
Informações de bastidores vindas de Brasília dizem que o adiamento é uma estratégia para driblar a insatisfação popular e analisar a PEC 37 em um momento menos tenso politicamente. Por isso é muito importante agora que todos se mobilizem neste momento em torno do pedido concreto feito pelo Ministério Público de SP: o abaixo-assinado contra a PEC 37.
Clique na foto abaixo para compartilhar no Facebook e chamar mais amigos para assinar. Se cada um compartilhar com 2 pessoas, chegaremos a 1 milhão de assinaturas! Se preferir, encaminhe este email.
Obrigado por se mobilizar.#NãoPEC37
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A Pátria com bandeiras
A Pátria com bandeiras
Nem nos sonhos dos mais otimistas aconteciam
manifestações como as ocorridas nesses últimos dias. Quando Lula
“comprou” a vinda da Copa para o Brasil, imaginava que o povo
estava “dominado”, ao ponto do governo Dilma usar o slogan
“pátria de chuteiras”.
O aumento da tarifa de coletivos em São Paulo
foi o estopim, mas as razões que levaram o povo às ruas estavam se
acumulando há anos. O brasileiro está cansado dos péssimos
serviços públicos embora pague imensos impostos, a insegurança se
difundiu pela cidade e o campo ao mesmo tempo que reina a impunidade
no país.
O grupo de Lula e José Dirceu fez o que quis
e o que pode para desviar dinheiro público, no entanto nenhum
mensaleiro está preso e as mudanças e lentidão no Supremo Tribunal
conspiram a favor dos condenados.
A Petrobras de tão mal administrada foi parar
no SPC e está realizando comércio internacional a custa de uma
liminar judicial.
Já gastaram R$ 28.000.000.000,00 (28 bilhões
de Reais) até agora, para realizar a Copa e vem muito mais por aí,
e depois as Olimpíadas, que são outro abraço de tamanduá que Lula
deu nos brasileiros.
Esperemos que estes sejam momentos históricos
e que mudem o comportamento popular, pois a passividade que nos
anestesiava até dias atrás facilitava a vida de bandidos que
militam na política.
terça-feira, 18 de junho de 2013
MANIFESTAÇÕES
Manifestações
A sabedoria popular nos informa: é possível
enganar uns poucos por muito tempo, ou muitos por algum tempo, mas
não é possível enganar todos o tempo todo.
O leitor dessa coluna tem sido
informado do desgoverno brasileiro há bastante tempo, excesso de
impostos e serviço público de péssima qualidade, roubalheira
desenfreada com a certeza da impunidade, criação de cargos e mais
cargos no setor público para abrigar a “companheirada”,
desmantelamento da Petrobras que já foi até para o SPC (em breve
contarei detalhes).
Um governo que reprime a
imprensa, desarma os honestos mas deixa os bandidos em paz, constrói
estádios ao invés de hospitais de verdade, finge que oferece
educação de qualidade mas deixa o brasileiro na ignorância, banca
uma olimpíada mas não mantém estradas.
E o povo cansou! As manifestações
que tiveram como gota d’água o aumento das passagens de ônibus
estão crescendo mais que massa de rosca, quanto mais bate mais
cresce.
O político que fez a melhor
leitura dos fatos foi o senador gaúcho Pedro Simon, ele indicou a
impunidade que se alastrou pelo país como estopim da crise. De fato,
enquanto os mensaleiros e demais ladrões de colarinho branco estão
a solta, as pessoas de bem estão sendo caçadas nas ruas pela
bandidagem armada.
Se estamos surpresos pela
capacidade de reagir demonstrada pelos brasileiros nos últimos dias,
imagine com estão os políticos que colocaram o Brasil nesse
imbróglio. Será que o nada saudoso ex-presidente Lula imaginava que
trazer a Copa para o Brasil a peso de ouro seria um tiro pela
culatra?
A imprensa internacional,
encarregada de cobrir a Copa das Confederações, está mostrando um
pouco da realidade brasileira para o mundo. Finalmente os
estrangeiros estão sabendo que a propalada popularidade de nossos
políticos e o tão enaltecido progresso econômico brasileiros estão
em frangalhos.
Quanto aos excessos,
quebra-quebra e vandalismo, não há como não ser contra, mas
devemos nos lembrar que há também excessos de impostos, de
insegurança, de roubalheira, etc., por outro lado, se as
manifestações atualmente realizadas, não surtirem efeito e não
mexerem com o brio da maioria dos políticos a situação tende ao
radicalismo. Ato contínuo os manifestantes hoje pacifistas podem
perder a paciência e passar ao uso da força.
Novos ventos estão soprando, com
o uso das redes sociais a informação deixou de ser monopólio desse
ou daquele, já não há mais como controlar a vontade ou a opinião
popular sentado em um escritório de uma rede de TV, e aqueles
políticos que não tiverem tal percepção terão suas carreiras
encurtadas.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Trânsito impedido
Trânsito impedido
Ao iniciar seu governo Piau dava demonstrações
que poderia acertar na administração do trânsito, restabeleceu a
mão inglesa, que jamais deveria ter acabado, e criou outra na praça
dos correios obtendo resultado positivo.
Quando esperávamos que ele
prosseguisse e acabasse com a mão única de algumas vias de bairros,
que pelo seu fraco movimento não justificam o uso desta medida, a
coisa parou, desengrenou.
O Fabrício continua entupido para quem deixa o bairro rumo ao centro, isto sobrecarregou a João Pinheiro e a Av. Gabriela Castro Cunha e R. Álfen Paixão, e nada foi feito.
Algumas mudanças quase não demandariam verbas, exigiriam apenas um pouco de inteligência e uma dose de boa vontade. No caso do corredor de ônibus o melhor a fazer é rasgar o projeto que vai enfartar a Leopoldino.
Por outro lado, com gastos apenas razoáveis poderíamos realizar o viaduto da Padre Eddie Bernardes, a passagem sob a linha ligando o São José ao Flamboyant e a ligação do Tancredo neves com a Univerdecidade. A Fidélis Reis poderia ter mão única no centro, mas falta coragem para ousar.
O trânsito é dinâmico, despende acompanhamento em tempo integral, no entanto testemunhamos uma paralisia, uma inércia e assim vemos ruas sobrecarregadas ao lado de vias de baixíssima utilização.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Piau vai mal
Piau vai mal
Terminado o
período de tolerância, pois um novo governante pisa um solo
desconhecido, passamos a avaliar com mais clareza o governo Paulo
Piau.
No setor de
ensino: fechamento de escola no São Basílio, uso de apostilecas
compradas a peso de ouro ao invés de livros fornecidos pelo governo
federal e inércia para reavaliar os salários dos educadores.
Trânsito e
planejamento urbano: preservou erros crassos no trânsito, há ruas
com muitos buracos e teimam em manter o corredor de ônibus que
enforcará o tráfego. Pouco trabalho em muitos meses.
Saúde:
falta muitos medicamentos em postos de saúde, um hospital para
acabar, mas que nunca termina, casos em que a Prefeitura remunera até
quatro advogados para evitar que um paciente tenha reconhecido seu
direito a receber remédios de uso contínuo.
Como um
solitário destaque positivo temos a conquista da outorga de
utilização de água do Rio Claro, ou seja, Uberaba passa a contar
com outra fonte de abastecimento.
Em meio a
esse caos, podem pensar que tenho saudades dos governos de Anderson
Adauto. Jamais! Não podemos esquecer que seus desastrosos mandatos
geraram dezenas e dezenas de processos, muitos dos quais já lhe
renderam condenações, além da insaciável fome em arrecadar multas
e impostos.
Piau ainda
poderá alterar a rota e salvar seu mandato. Ao eleitor cabe olhar
para o futuro e escolher novas lideranças.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Sem gás, as promessas se apagam.
Sem gás, as promessas se apagam.
Como vimos nos Estados Unidos, fábricas de
amônia e uréia podem explodir, mas o uberabense pode dormir
tranquilo, pois a daqui vai demorar muito e muito, saiba as causas:
A Presidente Dilma não costuma cumprir
promessas, a Petrobras quer bancar o empreendimento mas está com as
pernas bambas, Uberaba não tem gás e este depende desta petroleira
e do governo mineiro que age devagar.
O gás usado para produzir amônia é o
natural, ele é necessário como combustível e matéria prima, o
Brasil adquire boa parte do que usa da Bolívia, mas Lula abraçou o
Evo Morales e multiplicaram o preço desta importação.
Estão queimando gás natural em usinas
termelétricas pois não temos hidrelétricas suficientes, o gás
brasileiro que sai dos poços de petróleo é quase todo esperdiçado
por falta de investimentos em dutos.
Uma mesma quantidade de gás que no Brasil
custa 16 dólares, nos Estados unidos custa menos que 3, o problema
não é só impostos, é tecnologia: os americanos estão usando nova
tecnologia e explorando gás natural de xisto.
E nós? Como o governo não investe nada que
preste em ensino e pesquisa, sequer sabemos muito sobre possíveis
reservas e se houver não dominamos a tecnologia de exploração.
Enquanto isso os políticos de Uberaba seguem
requentando promessas há três décadas. Esperemos deitados, senão
cansaremos.
domingo, 12 de maio de 2013
AMEAÇA À INDÚSTRIA
ESTE ARTIGO DO J. ESTADÃO MOSTRA O QUANTO ESTÁ AMEAÇADA A PLANTA DE AMÔNIA PROMETIDA PARA UBERABA
Ameaça à indústria
11 de maio de 2013 | 16h30
Celso Ming
Ainda não caiu a ficha do empresário brasileiro de que a
revolução do gás nos Estados Unidos pode ser mortal para grande número
de setores da indústria brasileira, especialmente para a petroquímica,
química básica e segmentos altamente dependentes de suprimento de
energia elétrica (eletrointensivos).A mobilização parece tímida e, quando se trata de modernizar o sistema produtivo, o governo brasileiro parece atrelado a conceitos conservadores de política industrial.
É inevitável agora que setores industriais inteiros sejam transferidos para os Estados Unidos, de maneira a aproveitar os preços substancialmente mais baixos do gás natural produzido a partir do microfraturamento do xisto (rochas impregnadas de hidrocarbonetos). Isso significa que, se não houver pronta resposta, nova rodada de perda de competitividade ameaça a indústria brasileira.
O desinteresse pelo assunto parece, em parte, resultado da alta segmentação das questões energéticas no Brasil. Energia elétrica e petróleo, por exemplo, são coordenados e regulados por instâncias diferentes. Na falta de visão integrada, as questões que envolvem o gás natural ficam para segundo plano.
O diretor-superintendente da Comgás, Luiz Henrique Guimarães (foto), chama a atenção para a grande transformação do sistema produtivo global, que vai transferindo o eixo da competitividade centrada na mão de obra barata para o da energia barata. E a energia barata está estreitamente dependente da obtenção de gás de xisto, a preços que, hoje, são cerca de 80% mais baixos do que os obtidos pelo gás natural na Europa e aqui no Brasil.
A única objeção séria à utilização dessa tecnologia são as ameaças à contaminação dos lençóis freáticos pelos produtos químicos que vão na mistura de gás e areia injetados a alta pressão nos reservatórios de xisto.
Mas Guimarães não vê problema ambiental relevante. A ação desses produtos químicos, entre os quais o benzeno, avisa ele, pode ser inteiramente controlada. Além disso, a utilização de gás natural em substituição ao carvão e ao óleo combustível nas termoelétricas concorre para despoluição atmosférica. Nessas condições, o gás de xisto pode ser um aliado na luta para o controle do aquecimento global.
O Brasil conta com enormes reservatórios de xisto que, no entanto, permaneceram intactos até este momento, por falta de tecnologia de exploração, que só agora ficou disponível.
Os Estados Unidos saltaram à frente nesse mercado por uma conjunção de fatores favoráveis. Não dependem de concessões do Estado porque a exploração do subsolo cabe ao proprietário do solo (e não ao Estado, como é aqui e na Europa), contam com enorme rede de infraestrutura (oleodutos, gasodutos, portos, ferrovias, estradas, etc.) e têm à sua disposição a enorme rede de serviços, imprescindíveis para o desenvolvimento do negócio.
O Brasil corre o risco de chegar atrasado. A falta de urgência para assegurar a competitividade do setor produtivo ante a revolução em curso nos Estados Unidos não se circunscreve apenas ao governo. Também as lideranças empresariais parecem desatentas.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A teimosia do Piau
A teimosia do Piau
O Prefeito Paulo Piau está mesmo determinado
a dar um forte murro em uma ponta de faca: insiste em fechar a Escola
Capitão Domingos, localizada no bairro rural São Basílio em
Uberaba.
Diz a sabedoria popular:
“fecha-se uma escola, abre-se uma penitenciária”. Enquanto a
prefeitura está disposta a gastar R$ 5.000.000,00 em publicidade,
não há dinheiro para manter esse estabelecimento com “poucos
alunos”.
Dentro da lógica deste Prefeito,
que mal tomou posse do cargo, caberia uma denuncia contra quem
construiu esta escola, afinal naquele bairro há “poucos alunos”,
portanto tal edificação só pode ter sido ordenada por outro
Prefeito “muito irresponsável”.
Temos dinheiro para o Executivo
municipal ir a Brasília a turismo de negócios, compramos apostilas
sem licitação a preços exorbitantes, empreitamos o cozimento da
merenda, pulamos carnaval no “Mercadão”, mas somos incapazes de
manter uma escola de pequeno porte, que, entre outras coisas, fixa as
famílias no campo.
A mudança na maioridade penal
(de 18 para 16 anos) é apenas parte do que poderia ser feito contra
a criminalidade, mas primeiro é necessário oferecermos
oportunidades aos jovens com educação de qualidade.
Opa! Esqueci! A grana da
Prefeitura, pelo menos para isso, está ficando curta.
Naufrágios
Naufrágios
Já que as últimas notícias do desempenho
econômico têm trazido o brasileiro para a realidade e aproveitando
o momento em que até os ufanistas percebem que o Brasil não tem
vocação para locomotiva e caso fosse vagão estaria freando e
segurando toda a composição, passemos a comparações mais
adequadas:
O Brasil tem muito a ver com o
Titanic, ambos de enorme extensão e nas águas do Atlântico, foram
capitaneados por barbudos que não deram conta do recado.
Os dois, em seu apogeu, fizeram
da publicidade seu carro chefe, mas os que realmente trabalharam para
que fossem construídos sequer foram valorizados.
Com populações
divididas em primeira, segunda e terceira classes, observamos que
enquanto alguns privilegiados se regalam em festanças, os
subalternos convivem com ratos, ambientes insalubres e etc.
Ambos demandaram
bastante esforço para serem construídos, e permanecer neles
significa gastar muito dinheiro, para uns as passagens e para outros
a carga tributária, mas todos vão entrar numa fria.
Enquanto a maioria
dorme em berço esplêndido, seus timoneiros conduzem todos ao
desastre. Os barbudos deixaram o comando e apostam que voltarão
gloriosamente ao cargo, mas suas diretrizes estão conduzindo seus
barcos a destinos fatais.
A prepotência dos capitães, não
os permite enxergar os monstros que podem surgir: para nós a
inflação, a estagnação econômica e o alto nível de
endividamento, para os outros um enorme iceberg.
Há que se reconhecer, que embora
houvesse um barbudo escalado para comandar, quem dava realmente as
cartas em ambos eram os empresários, no barco ordenando acelerar e
neste país, que também poderá naufragar, utilizando-se de
benesses, de tráfico de influência, de fraudes em licitações e
outros delitos para o enriquecimento ilícito.
Apesar dessas
comparações e argumentos beirarem ao mau gosto ou a infantilidade,
devemos tomar o naufrágio do Titanic como uma lição, um evento que
muito tem a ensinar. Temos que planejar bem o que desejamos executar,
considerar as possíveis falhas, agir com segurança, atenção,
aprender com as experiências e avisos daqueles que trilharam o mesmo
caminho que escolhemos seguir.
Quando os
brasileiros e seus escolhidos para governar, de forma ignorante e
infelizmente costumeira, se colocam como se fossem superiores, ficam
inebriados por um sucesso que jamais se realiza.
Não há
desenvolvimento verdadeiro e que perdure sem trabalho árduo e
honesto, sem ensino de qualidade e sem a imposição da ditadura do
mérito, através do reconhecimento da virtude e do esforço, em
detrimento do famigerado “jeitinho brasileiro”.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
DEVANEIOS
Devaneios
Talvez por não ter conversa melhor para
gastar, o Prefeito Piau tem requentado assuntos como a fábrica de
amônia ou criado miragens como um aeroporto entre Uberaba e
Uberlândia. A primeira depende de uma Petrobrás que está mais
fraca que doente com dengue, enquanto a sonhada pista de voos do
Triângulo sairá do papel se mostrar ser mais necessária para a
aviação que um empreendimento na região metropolitana de São
Paulo.
Fala-se em criar uma região
metropolitana do Triângulo, o que tornará Uberaba definitivamente
um bairro de Uberlândia, Piau corre também atrás de aviões da
Azul tentando alcançá-los, quer desapropriar casas na região do
“antigo” aeroporto Mário Franco, mas...
Enquanto uns têm devaneios
outros estão quase fazendo nas calças. Acontece que em quatro meses
de governo, além de não cumprir várias promessas, Piau sequer
acenou com a possibilidade de construir banheiros públicos na praça
dos correios.
Se não se resolve problemas mais
simples e de baixo custo como o dos sanitários da Pç. Henrique
Krüger, o que esperar de questões maiores?
Está na hora de governarmos
nossa cidade com os pés no chão e os olhos voltados para a
realidade e as necessidades do povo, começando pelas fisiológicas.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Na Idade da Pedra
Na Idade da Pedra
Nem é bom saber, mas pode acreditar: os
paralelepípedos, pés-de-moleque e outros calçamentos, em Uberaba,
compõem um “solo sagrado”, acontece que não se pode asfaltar
onde há pedras ou bloquetes de concreto, pode crer: por motivos
históricos.
Uberaba não é, e não tem vocação para
cidade turística, sequer atrai visitantes a lazer, nossas ruas de
paralelepípedos são descontínuas, comumente sofrem ataques do
Codau e da chuva, além disso a Prefeitura não dispõe de
profissionais (os calceteiros) para conservar e repor tais pisos.
É notório o despreparo do poder público
para preservar o que realmente interessa, basta ver o que fizeram com
o casarão histórico de Peirópolis, tudo a peso de ouro.
Contrariando o bom senso, estamos a proteger a
fachada do finado Jornal Lavoura e Comércio, mas deixamos escapar
sua coleção completa de edições, arrematada a preço vil e levada
para Uberlândia.
Nesta cidade, que a toque de caixa e a força
de canetadas, querem ver histórico-turística pouco há de semáforos
para pedestres, e pior, se preocupam em preservar algumas casas
velhas de estilo arquitetônico e gosto questionável, ao mesmo
tempo que deixam demolir banheiros públicos, que deveriam ser
respeitados como “necessidades contemporâneas dos que necessitam
fazer sua necessidades”.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Desprotegendo a infância
Desprotegendo
a infância
Paulo
Piau começou mal! O Prefeito de Uberaba está ameaçando fechar uma
escola instalada na comunidade rural São Basílio. Tolice semelhante
foi cometida por Anderson Adauto em início de governo, apenas o
“modus operandi”
foi modificado.
Quem
mora no bairro rural São Basílio paga imposto caro, como se seus
lotes fossem urbanos, graças a sanha arrecadatória da PMU. Por
outro lado a escola que o município lá mantém é para crianças
bem pequenas, há pouco tempo seria denominada creche.
Piau
quer ver esses pequenos uberabenses serem arrancados da redondeza de
suas casas, transportados em vans, passando por estradas de terra e
pela BR 262 e depois despejados numa escola em Ponte Alta.
Os
argumentos são: Há poucas crianças no São Basílio, digo que com
essa política teremos ainda menos. A escola não tem alvará,
pergunto se a prefeitura fez esta mesma exigência para as demais
unidades. O prédio necessita de obras, digo que elas devem ser
feitas e acrescento que o seu fechamento o tornará um abrigo para
drogas e crime.
A
mesma Prefeitura que paga milhões por “apostilecas” parece que
não está apta para cobrir uma cisterna ou fazer um alambrado em um
prédio escolar. Lamento informar, mas o que começa mal acaba pior.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Minando a água
Minando a água
A água que chega em nossas torneiras é uma
sobrevivente, “muitas se perderam no caminho...”.
O Codau capta água no Rio
Uberaba, em instalações que remontam aos anos 40 e 50 do último
século, com algumas alterações aqui e ali. Podem ocorrer e ocorrem
os mais diversos tipos de perdas: a água já passou por baixo da
barragem improvisada, bombas que vazam por falta de manutenção,
furos e brechas na adutora (canos), etc.
O tratamento se dá na Av. Elias
Cruvinel, daí em diante a coisa piora: o muro do Codau, até bem
pouco tempo, minava água, adutoras que atendem bairros rompem, como
a dias atrás na R. Oswaldo Cruz, reservatórios (castelos) vazam
como o caso do Abadia, e principalmente todos os dias e noites surgem
“minas de água tratada” nas ruas.
A administração Paulo Piau já
deve estar pensando em reeleição, mas ainda não parece se
preocupar em trocar continuamente as redes bastante comprometidas,
algumas delas ainda são da época dos canos de ferro.
Tudo isso já ocorria no governo
anterior, porém se preocuparam com a troca do hidrômetro de sua
casa, muitas vezes sem nenhuma necessidade.
Fazem hoje e sempre campanhas
para que economizemos água. Mas como fazer isto se quase a metade se
perde antes de chegar em nossas casas?
quarta-feira, 20 de março de 2013
GARGALO
Gargalo
Trânsito engarrafado! Talvez fala-se assim
pois para esvaziar uma garrafa enfrentamos o afunilamento de sua
saída, o gargalo.
Quando a Prefeitura proibiu quem
está na Av. Leopoldino virar à esquerda para entrar na R. Senador
Pena, ao mesmo tempo que inverteu a mão de direção da R.
Governador Valadares, ela criou um gargalo.
Devido às mudanças acima, quem
desce a R. João Pinheiro, ou se arrisca no morro da onça, ou terá
que ir pela Leopoldino até o trevo da Av. Santos Dumont. Anda mais,
gasta mais, demora mais, se arrisca mais aos acidentes...
Dá para notar que esta
conversão, à esquerda, da Leopoldino para a Senador Pena foi
proibida visando atender ao fracasso que será o corredor de ônibus
leste-oeste, porém a atitude foi mais um tiro no pé dado pelos
técnicos, pois o problema criado é maior que o solucionado.
Ainda há tempo de voltarmos à
razão e matarmos no ninho os ovos da serpente deste corredor.
Ou a Prefeitura volta a sinalizar
e permitir a dita conversão, ou inverte o sentido da Governador
Valadares. Particularmente penso que a inversão da R. Governador
Valadares foi positiva, pois facilita os retornos da Leopoldino,
portanto, sou a favor de permitir a quem está na Leopoldino
converter à esquerda. Que os deuses do trânsito escutem nossas
preces.
ESCÂNDALO EM PASADENA
Escândalo em Pasadena
Pasadena é uma cidade no Texas, estado
americano. Ali ocorreu um escândalo que mexeu com o seu, o nosso
bolso.
O que passo a informar foi
divulgado e denunciado pelo jornal Estado de São Paulo.
A Petrobrás, aquela mesma que
está com as pernas bambas, devido às ingerências da dupla Dilma e
Lula, comprou uma refinaria de petróleo em Pasadena. Bom “né”?!
– “Né” nada “sô”! “Tamo” tomando o maior “tumé”!
Acompanhe a tragédia: Em 2005,
as empresas da Bélgica Astra/Transcor, pagaram 42,5 milhões de
dólares pela refinaria, mas em 2006 os belgas encontraram uns
“trouxas” que pagaram 1,18 bilhões de dólares pela mesma
refinaria, isso mesmo, a Petrobrás alimentou essa galinha de ovos de
diamante, pagando este “negócio de Ali Babá” com o dinheiro que
lucra nos vendendo gasolina e diesel.
Mas para dizer que foi um mal
negócio não basta ser caro, tem que ser mal feito: as cotações de
mercado afirmam que a refinaria vale um décimo do valor pago pela
petroleira brasileira.
Quer mais?! A Petrobrás tinha
colocado a refinaria de Pasadena à venda, para finalmente realizar o
tal prejuízo, de quase um bilhão de dólares. Sei que nesse ponto
alguns pensarão: a Petrobrás, sob nova presidência (de Graça
Foster), observou irregularidades e vai agir diferente. Que nada, o
que parou o negócio, cujo feminino poderia ser negociata, foi uma
investigação iniciada pelo Tribunal de Contas da União, devido às
denúncia do Estadão.
Fique sabendo também que a nossa
querida Petrobrás pôs a refinaria no balcão do boteco para
levantar uma grana preta que está faltando e incluiu também, neste
embrulho do desespero, as unidades que possui na Argentina.
Mas o que mais me dói não é o
bolso, nem é saber que bancamos estas farras de gastos e maus
negócios. Dolorido mesmo é ouvir de alguns esquerdistas que
beatificam Hugo Chaves e oram em agradecimento a Fidel Castro, que a
culpa de nosso subdesenvolvimento está nas atitudes imperialistas
americanas e européias.
Ora, os brasileiros vão às
urnas, elegem uma turminha para agir em Brasília, esta companheirada
adota, alimenta e fortifica o mensalão, compra refinaria de 40 e
paga 1000, e a culpa ainda é dos “gringos”, tome tento!
A capitalização da Petrobrás,
vangloriada pelo governo Lula, que se baseou em taxações de um
petróleo que ainda jaz nas profundezas do mar e sequer temos certeza
que de lá sairá, já foi toda moída na bolsa de valores, devido a
estes e outros desmandos.
Enquanto isso, neste país que
dorme em berço esplêndido, a popularidade da Presidente Dilma está
atrelada à inflação, só sobe!
Nossa ignorância cobra seu
preço.
terça-feira, 12 de março de 2013
Lula versus Lincoln
Lula versus
LincolnUma
comparação entre uma prancha de surfe e um transatlântico não se
sustenta por muito tempo. Da mesma forma, é sarcástico comparar o
ex-presidente Lula ao 16o
líder americano: Lincoln.
Mas,
neste assunto quem deu corda (para se enforcar) foi o Lula, que em um
discurso, talvez inspirado pelo sucesso da cinebiografia do ianque,
alegou que ambos apanhavam muito da imprensa. Se é para comparar
vamos lá:
Lincoln
trabalhou duro e não teve muita oportunidade para estudar, mas foi
um autodidata, ele devorava livros e tornou-se um advogado, ou
rábula, como queira. No outro canto, Lula se rendeu a maciez das
poltronas do sindicato e seu aprendizado ficou em estado de letargia.
Eleito
deputado, Lincoln declarou-se contra a libertação dos escravos,
alegou que brancos e negros não são iguais e firmou posição
contra o voto destes últimos, porém, quando presidente, sua
vivência e amadurecimento o levaram a alterar suas antigas
convicções, levando-o a propor e lutar pela aprovação da emenda
que aboliu a escravatura naquele país.
Eleito
deputado federal, Lula, se fazendo de bom moço, declarou que no
Congresso havia uns trezentos picaretas, só que sua vivência e
apodrecimento o levaram, quando presidente, a conviver com o mensalão
(o maior dos escândalos da República) e outras picaretagens.
O
americano, durante a guerra civil americana, em conversa com
assessores de governo, elogiou o General Lee, que comandava as tropas
adversárias, alegando que o mesmo era um bravo, um homem honrado. Em
quais episódios você se lembra de ter visto Lula elogiar um
adversário político?
Abraham
Lincoln ordenou que os adversários derrotados não seriam mortos ou
humilhados era um estadista, praticava atos e adotava discurso
conciliador. Lula demonizou seus opositores e antecessores, é um
fisiologista, pratica atos e adota discurso esnobe.
Lula
certa vez disse que ler jornais lhe causa azia. Em oposição a essa
preguiça mental, Lincoln em sua juventude foi desafiado a duelar,
coube lhe a escolha a das armas: espadas. Ele se beneficiaria de sua
envergadura, pois media 1,93 m, no momento de iniciar a luta um
padrinho interveio pela conciliação, Lincoln se desculpou com seu
desafeto e não houve duelo. Nesta época, Lincoln escrevia artigos
muito críticos em jornais e seu desafiante se sentira ofendido. Eis
que surgem as diferenças: enquanto Lula não lê e tem azia o outro
escrevia e causava azia.
Lula
usou a máquina de governo inundando TVs, rádios e grandes jornais
com dinheiro a fim de construir seu mito, que está se desfazendo aos
poucos. Lincoln não promoveu farras com a verba pública americana,
mas construiu um mito, uma lenda, uma legenda, que está se
fortalecendo.
Desculpe-me
por tomar seu tempo comparando desiguais.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A MATANÇA E O MATAGAL
A matança e o matagal
O mosquito da dengue, ou pelo menos o tataravô
dele, é mais antigo que o ser humano. Quando nossos ancestrais
sequer tinham vasos de flores nas cavernas ou conheciam a roda e seus
famigerados pneus, os parentes do “aedes” já existiam e se
reproduziam. Mas onde? - No mato! Em acúmulos de água gerados
naturalmente.
Uberaba é a capital mineira da dengue, já
computa três mortes advindas de sua forma hemorrágica. Apesar do
poder público, especialmente na era Anderson, culpar os cidadãos e
suas casas, há fatores mais relevantes.
O ex-prefeito deixou a cidade emporcalhada
devido ao desleixo com áreas públicas como praças, canteiros,
cemitérios, escolas e terrenos pertencentes ao município. Multou o
cidadão mas não cumpriu seu dever.
A questão das caçambas de entulhos, que
devido a atos da prefeitura se tornaram artigo de luxo, intensificou
o problema. Têm sofás espalhados por tudo quanto é terreno vago,
mas não há um serviço regular de coleta desses e outros trecos
para simplificar a vida do pagador de impostos.
Mudou o prefeito, mas o governo Piau parece
ainda estar no ponto morto, as equipes de limpeza não vencem a força
e determinação do mato. Há lugares que o pedestre para caminhar
tem que levar a foice ou a roçadeira.
Temos que tomar providências ou seremos
extintos pela matança do matagal.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Cartão, herói ou vilão?
Cartão, herói ou
vilão?
Comenta-se que um posto de gasolina do estado
do Rio aceita pagamentos somente através de cartões, o chamado
dinheiro de plástico. A medida teria sido adotada para impedir os
assaltos e roubos de dinheiro vivo nos caixas.
Há consumidores que por motivos
similares preferem usar seus cartões seja de débito ou de crédito
ao invés de carregar cédulas ou talões de cheque.
Assim como um automóvel quando
mal utilizado se transforma em uma arma, os cartões se empregados de
modo não planejado podem acarretar dores de cabeça aos seus
titulares.
Para o comércio que oferece esta
modalidade de forma de pagamento há inúmeras vantagens. Embora haja
taxas significativas para cada valor recebido como débito, crédito
ou parcelamento, com valores aproximados de 2%, 3% e 4%
respectivamente, o comerciante tem ampliado o seu leque e a
fidelização de clientes, a facilidade em oferecer o crédito e a
anulação da inadimplência.
Do outro lado, para o consumidor
que opta por esta forma de realizar as transações em cartão há
também um conjunto de vantagens que iniciam na segurança
patrimonial, passam pelo crédito facilitado, sem esquecermos que o
cartão acaba sendo uma ferramenta das horas incertas como aquelas
dos imprevistos materiais como defeitos em automóveis ou imprevistos
de saúde que forçam a compra de remédios e outros.
Mas há um momento em que os
cartões de crédito (aqueles que usamos para pagar o consumo apenas
na data da fatura) se tornam uma arma suicida: quando deixamos de
pagar o total da fatura e optamos por rolar parte da dívida. Neste
instante começam a incidir os maiores juros do planeta e
dificilmente o usuário se reequilibrará se não tomar medidas
radicais.
A exemplo do que ocorre com
alguns pequenos empresários despreparados para a atividade, que
acabam confundindo fluxo de caixa com lucro e embaraçam suas vidas
pessoais com as de suas empresas, há aqueles que confundem o crédito
de um cartão com sua renda. Portanto para evitar dessabores, aqueles
que adotam o uso do dinheiro de plástico devem pensá-lo como se
fossem um vale de seu salário: o que se antecipa agora será
subtraído depois.
O desenvolvimento tecnológico
tem criado facilidades e melhorado a segurança dos cartões, a
implantação de chips dispensou o uso da assinatura e dificultou os
golpes e clonagens, o uso de máquina sem fio levou as lojas para
dentro da casa do cliente.
Outro bem trazido pelo dinheiro
plástico e evitar o transporte e distribuição de cédulas em dias
de pagamentos de funcionários, uma vez que os cartões de conta
salário podem ser usados no débito (saque imediato).
Nem herói nem vilão, apenas
mais um instrumento para favorecer o comércio e o consumo de bens.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
DERRAPANDO NO PETRÓLEO
Derrapando no petróleo
A Petrobrás está doente e o diagnóstico é
definitivo: má administração. Trata-se de um monopólio (empresa
sem concorrente), que vende combustíveis a preços exorbitantes aos
brasileiros.
Cabe a quem for Presidente da
República indicar o comandante desta petroleira e Lula colocou gente
de sua turma que não deu conta do recado, recentemente Dilma
procurou reverter a situação escalando Graça Foster para o cargo.
Graça Foster avisa: o
endividamento está em “níveis preocupantes”. Hoje a Petrobrás
deve quase 3 vezes o que vende em todo um ano (2,77 para ser mais
preciso), o sinal amarelo está aceso.
Agências internacionais, que
auxiliam investidores, estão olhando a empresa com desconfiança, o
que além de fazê-la perder valor de mercado, acresce a taxa de
juros de seus futuros empréstimos.
Se o estilo Lula de administrar,
que junta incompetência com irresponsabilidade, não for estancado,
a Petrobrás já tem um destino traçado: não recuperará seu poder
de investimento.
Como “Uberaba está em todas”,
conforme dizia Ataliba Guaritá, podemos ir esquecendo por esses e
outros motivos, a implantação da fábrica de amônia da Petrobrás,
que alimentou promessas de campanha praticamente de todos os
prefeitáveis de Uberaba.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Fatalidade ou negligência
Fatalidade ou
negligência?
No papel é fácil! Veja: É “vedado o
emprego de material de fácil combustão e/ou que desprenda gases
tóxicos em caso de incêndio em divisórias, revestimento e
acabamento”, a regra vale para “estabelecimentos de reunião de
público, cinemas, teatros, boates e assemelhados”.
Os trechos foram copiados da lei
municipal de prevenção e proteção contra incêndios que vigora em
Santa Maria, a cidade gaúcha da tragédia que vitimou quase 250
jovens.
O uso de fogos de artifício, a
espuma altamente inflamável e tóxica usada no revestimento para
isolamento sonoro e a saída insuficiente para a multidão foram
ingredientes da carnificina.
E a lei? A lei, Brasil afora, é
só papel inútil, por exemplo: é proibido roubar, mas quantos
políticos adeptos deste costume estão presos?
Prefeitura e bombeiros não
fiscalizaram, proprietários, grupo musical e estudantes
negligenciaram e o “jeitinho brasileiro” deu no que deu.
O povo tem que ser mais exigente
quanto às normas, e para conhecê-las temos que contar com ensino de
qualidade e publicidade honesta e eficaz por parte do governo.
Outro fator que impede e impele
as empresas a desrespeitar as leis é o excesso de impostos, taxas e
contribuições que pagamos sem obter o devido retorno. Sob vários
sentidos: é uma questão de sobrevivência.
sábado, 12 de janeiro de 2013
O céu é o limite
O céu é o limite
Visando trazer transparência para os gastos
públicos, agilizar pagamentos e dispensar algumas licitações o
ex-presidente Fernando Henrique instituiu o uso de cartões
corporativos, em meados de 2001.
Trata-se de uma
espécie de cartão de crédito sem limite, pelo menos dentro do
universo financeiro conhecido ou até mesmo imaginado, mas nunca
explorado, pelos brasileiros que não têm sangue azul.
E, como não poderia deixar de
ser, nesta terra de faraós de terno e gravata, parte da despesa pode
ser apresentada como gasto secreto, com a desculpa de envolver a
segurança do rei, digo, do Presidente.
Como Lula chafurdou no poder, dá
para o leitor começar a especular sobre valores e motivações para
os gastos em seu governo, tem gente que deve estar achando que foi
uma farra desenfreada. E foi!
R$ 44.562.127,00 em oito anos, ou
15.250,50 por dia foi o consumo secreto do “presidente dos pobres”,
apenas em cartão corporativo e sem atualização monetária. Não vá
pensar que me enganei e coloquei os gasto total do governo por conta
de Lula, saiba que este valor atingiu 354.622.205,00.
Sabemos, como pagadores de
impostos, que esta verba nos foi tomada, mas como foi gasta?
O Jornal Estado de São Paulo
teve acesso a uma planilha de gastos secretos e trouxe para nós, os
trouxas, parte da resposta:
Dos 44,5 milhões que Lula gastou
“escondidinho”, sabe-se que 31,6 mi foram em hotéis e locação
de carros, mais de 8 milhões com refeições (bem que ele era
gordinho), mas sua fome era insaciável, pois para pescar ele comprou
secretamente R$ 2.501,00 em varas, anzóis e outros.
Teve jardim,
incluindo sálvias vermelho PT, comida para animais e porque não
supormos também gastos de Lula com a Rosemary Noronha com quem
mantinha um íntimo relacionamento.
Não percamos o foco, toda essa
despesa (44,5 milhões) era acobertada pelo sigilo, prerrogativa de
nosso maior funcionário público.
Lembremos que o império acabou,
ou pelo menos deveria ter acabado, e que supostamente vivemos em uma
república, ou seja, o governante recebe uma procuração para cuidar
do que é de todos e é muito bem remunerado para tal.
A saúde pública em seu
município vai bem? Você se sente seguro ao estacionar um carro ou
sair de casa, ou mesmo está garantido dentro dela? As crianças de
sua cidade estão recebendo um ensino que as permitirá concorrer com
quaisquer outras do mundo? Lula gastou corretamente o seu dinheiro?
Para incentivarmos um jovem que
está em formação costumamos dizer que para os mais esforçados o
céu é o limite, mas como motivá-los perante abusos que “passam
do céu”?
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Fatia transparente do bolo
Uberaba vive um momento de decadência econômica, leia neste blog:
Jornal da Manhã:
O Bolo Solou
E veja reportagem que confirma esta tese:Jornal da Manhã:
Gisele Barcelos - 04/01/2013
Paulo Piau encontra Prefeitura sucateada e com VAF bem menor
O prefeito Paulo Piau (PMDB) realizou ontem a
primeira reunião de trabalho com o secretariado. Em aproximadamente
cinco horas de conversa, a equipe discutiu assuntos como a queda do
Valor Adicionado Fiscal (VAF) do município, falta de recursos e atraso
no pagamento de fornecedores. As lideranças sindicalistas foram
convidadas e acompanharam todo o encontro, porém não iniciaram as
negociações sobre o reajuste salarial da categoria.
O secretário municipal da Fazenda, Wellington Fontes,
também adiantou que nos últimos dois anos houve uma queda acentuada no
VAF. O índice saiu de 2,2 em 2010 para 1,98 em 2011 e depois baixou para
1,68 em 2012, conforme análise preliminar do secretário.
Fontes explica que já entrou em contato com a Secretaria
Estadual da Fazenda (Sefaz/MG) e a Fundação João Pinheiro para
identificar a causa da queda e tentar recuperar os números. No entanto, o
secretário declara que o índice representará impacto na arrecadação
este ano. “Perdemos três posições em Minas Gerais
para a repartição do ICMS. Saímos do 6º lugar para o 9º lugar. Isso
significa que este ano estamos com participação menor no ICMS. Ou seja, o
sacrifício financeiro será maior do que esperávamos”, analisa,
lembrando que os detalhes sobre o relatório do VAF serão divulgados
hoje.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
GANGNAM STYLE
GANGNAM STYLE
Um fenômeno está acontecendo na internet: o
clipe da música de um coreano do sul foi o primeiro vídeo a
alcançar um bilhão de acessos e continua crescendo. Trata-se da
música “Oppa Gangnam Style” do cantor Psy.
E nós com isso? O que isso traz
de útil para os brasileiros?
Vamos lá: “Gangnam style”
pode ser traduzido como “estilo Gangnam”, mas para entendermos
melhor é bom que saibamos que “Gangnam” é uma espécie de
subúrbio rico de Seul, a capital da Coréia do Sul.
Neste complexo de prédios
moderníssimos convivem milhares de “ricos novos” daquele pais.
Mas, como uma nação sem muitos recursos naturais, que esteve sob
domínio japonês por vinte e cinco anos e posteriormente enfrentou
uma guerra que o dividiu em regiões sul e norte gerou uma classe de
milionários? Por que a Coréia do Sul tem também uma das maiores
rendas “per capita” do mundo?
A resposta está numa obsessão
inesgotável pela educação. Este país asiático, com seus
cinquenta milhões de habitantes promoveu a revolução através do
ensino, alcançando índices invejáveis, como menos que um por cento
de analfabetos e mais de oitenta e cinco por cento de seus jovens
formados em curso superior.
É indispensável lembrar que
este Brasil que anda de lado, em primeiro lugar gasta pouco com
educação e em segundo lugar que este gasto é de má qualidade.
Enquanto na Coréia do Sul os
professores são bem remunerados (inclusive alguns moram em Gangnam),
há educadores brasileiros que ganham menos que o salário mínimo, e
como sofrem para por comida na mesa imagine se eles têm
possibilidade de comprar um livro.
Os políticos de má qualidade,
que são escolhidos por um povo que recebe ensino de péssima
qualidade, usam as verbas destinadas ao ensino em programas de
horrível qualidade.
Terceirização da merenda,
inclusive formando uma “máfia”, segundo o Ministério Público,
compra de computadores para alunos, o que gera ilusões e posteriores
frustrações, pois os mesmos são precários e não há redes de
comunicação disponíveis, uso de apostilas compradas sem licitação
em detrimento de livros do governo federal. Isso ou aquilo piora a
qualidade do investimento em ensino.
Não basta ser coreano, tem que
ser do sul! A Coréia do Norte, que aderiu ao regime comunista vive a
beira da fome, enquanto seu ex-ditador Kim Jong Il, frequentava
restaurantes franceses e outros internacionais, pedia uns vinte
pratos do cardápio e beliscava um pouco de cada para conhecer seus
sabores. Portanto políticos ruins trazem desgraças coletivas.
Se o Brasil começasse hoje um
investimento sério e maciço na educação, em cerca de vinte anos
os índices de violência despencariam e daqui uns trinta e cinco
poderíamos viver em “Gangnam Style”.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
ENQUETE QUE INQUIETA XXXIV
Resultado da
ENQUETE QUE INQUIETA - XXXIV
Como o PT Pode Tudo, e agora resolveu proibir o uso do termo MENSALÃO, teremos que substituí-lo, mas, por qual?
Escolha o seu preferido dentre estes:
Como o PT Pode Tudo, e agora resolveu proibir o uso do termo MENSALÃO, teremos que substituí-lo, mas, por qual?
Escolha o seu preferido dentre estes:
MENSALULÃO
|
4
(30%)
|
MENSALANDERSON
|
5
(38%)
|
ADAUTODUTO
|
1
(7%)
|
TRAZ-A-MALA-ZÉ
|
1
(7%)
|
JABAZÃO
|
2
(15%
|
Assinar:
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