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sexta-feira, 5 de julho de 2013

MPL

MPL

Vamos à praça principal da cidade para trocarmos umas ideias? Chegaremos lá, sentaremos em um banco, admiraremos o serviço da natureza que recebe uma forcinha dos jardineiros e se necessário colocaremos resíduos nas lixeiras, tudo de graça. Opa! Nada grátis, tudo pago por nossos impostos e disponível para uso público.
 
O Movimento Passe Livre, responsável pela eclosão de manifestações país afora, acredita ser possível a implantação do transporte público livre de cobrança de passagens. Em princípio essa ideia pode parecer absurda, pois sua concepção beira um surto esquerdista daqueles sem pé nem cabeça.
 
Mas, para balizarmos nossas opiniões, temos que fazer uma análise mais profunda das vantagens que trariam um transporte coletivo sem tarifa, leia-se “ônibus de graça”.
 
Com o passe livre, toda a classe trabalhadora e estudantil seria beneficiada, também as empresas e de duas formas: poupariam gastos com vale transporte e lucrariam com o aumento da renda de seus consumidores, pois estes não gastariam com passagens urbanas. Havendo maior consumo de outros bens, aumentaria a arrecadação de impostos.
 
Um grande número de veículos deixaria as ruas, trazendo vantagens: descongestionamento do trânsito, vagas para estacionar, facilidade de carga e descarga de mercadorias e menor poluição por gases da combustão dos motores.

Ao retirarmos carros, motos e bicicletas de circulação, evitaremos acidentes, aliviando prontos-socorros, hospitais, clínicas de fisioterapia e em consequência melhoraremos o combalido serviço de saúde, cujos gastos se iniciam no deslocamento de ambulâncias e viaturas para resgatar os acidentados.
 
O transporte público isento de cobrança seria bancado por nossos impostos, que diga-se de passagem, em grande parte são desperdiçados em outros campos (inclusive de futebol), no entanto, isso não alija o setor privado deste processo, pois as prefeituras podem contratar ônibus a serem remunerados por quilômetro rodado.
Saindo do imaginário para o real, o transporte público sem cobrança já existe em alguns lugares, destacando se no Brasil a cidade de Agudos no interior de São Paulo, cujo prefeito confirma em vídeo bastante acessado na internet as vantagens obtidas.
 
Em Uberaba, na última eleição para prefeito, o candidato Edson Santana empunhou a bandeira do passe livre, ao sugerir dois eixos urbanos servidos por coletivos sem tarifa.
 
Não há como a frota de veículos crescer indefinidamente sem que o poder público tome providências, uma delas pode ser dar ouvidos ao MPL.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mais inflação

Inflação brasileira é quatro vezes maior do que a média mundial.


A inflação do Brasil é quatro vezes maior do que a dos 34 países desenvolvidos ou emergentes que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nestes países, a média é de 1,5%. Aqui estamos rumando para 7%. Este é o maior sinal de que o custo de vida está fora de controle. Em nenhum lugar do mundo, quando existe crise econômica, os preços sobem com a velocidade brasileira. Ao contrário. Os preços se estabilizam e até caem. Há uma grande maquiagem na condução da economia do país. PIB baixo, indústria parada, comércio desabando, falta de investimento, falta de infraestrutura, juros subindo, consumo parando e inflação disparando é algo difícil de entender. Com a palavra os economistas. Menos a Dilma e o Mantega, os responsáveis por sermos o país com a inflação mais alta entre os 34 membros da OCDE.

domingo, 30 de junho de 2013

Inflação



INFLAÇÃO

O artigo abaixo é de minha autoria e circulou em um semanário de Uberaba durante o governo Lula, estou novamente divulgando pois o mesmo se mostra atualizado quando estendido ao governo Dilma.

A Presidente disse que para ganhar uma eleição, caso seja necessário faz-se o diabo. As palavras podem soar estranhas se lembrarmos que os comunistas são essencialmente ateus, e até bem pouco tempo Dilma estava na guerrilha em prol da implantação de uma ditadura do proletariado em nosso país.

Quem viveu as épocas de hiperinflação dos governos Collor e Sarney sabem que ela é coisa “coisada” pelo “coisa ruim”.

Vendo a antecipação da campanha eleitoral, na qual a Presidente conta, para se reeleger, com o sentimento que o brasileiro tem na carteira e na bolsa, como fez seu antecessor, temo que a mesma e sua equipe solte as rédeas da economia e tragam de volta o que havia de pior.

É o aumento geral de preços, o dinheiro perde valor e o salário o poder de compra. Quem tem menos que 25 anos quase não a conhece, mas poderá se tornar íntimo dela nos próximos meses se nada for feito.

A carestia ou inflação era exagerada, os preços subiam dia a dia, quem recebia seu salário tinha que correr ao supermercado e comprar antes de novos aumentos, era um inferno...

A principal lei que regula os preços é a da oferta e procura. Tem muito arroz para vender, pagamos menos, tem pouco o custo sobe, e tabelar é pura bobagem.

O presidente Itamar Franco e sua equipe criaram o plano Real, um conjunto de medidas econômicas, acompanhadas de alterações em leis que nos tiraram da roda da inflação. Surgiu a lei de responsabilidade fiscal que controlou por algum tempo o ímpeto que todos governos tem em gastar e se endividar.

A era Lula colheu os frutos de uma economia mais controlada, porém chutou a sorte: incentivou o plantio de cana ao invés de alimentos, esfolou os donos de veículos mesmo quando o petróleo estava barato no exterior, endividou o país através de manobras do BNDES e Petrobrás, incentivou o crédito popular de forma insustentável, procurou e criou brechas na lei que permitissem gastança, enfim: colocou em risco a maior conquista do fim do século passado, tudo para ter popularidade e permanecer no poder, mas a festa acabou.

Obs.: A Petrobrás e o BNDES estão em processo de descrédito aqui e no exterior, o Banco Central está perdendo sua autonomia e enquanto isso o governo Dilma corre para salvar as empresas de Eike Batista, afinal há controvérsias, mas alguns dizem que ele em tempos recentes já teria se apossado de uma linha de crédito de 3 bilhões de Reais do BNDES.

Desgoverno

Um dos "pais do Real" prevê estagflação.

A consequência provável é que os pibinhos que se vêm se manifestando desde 2011 continuarão a mostrar sua cara feia neste e no próximo ano. Não é só a cara, o nome também é feio: trata-se da estagflação, uma combinação de estagnação com inflação. O governo colhe os frutos de se ter comportado como o proverbial aprendiz de feiticeiro. Brincou com a inflação que tanto custou a ser contida há 19 anos, ao promover uma expansão descontrolada do crédito dos bancos públicos e dos gastos governamentais, ao postergar os reajustes dos preços controlados e ao não deixar o Banco Central atuar a tempo para conter a alta dos preços. Agora terá que lidar não só com as novas demandas populares mas também com a estagflação que ronda a economia.
Edmar Bacha, em artigo em O Globo

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Povo ganha mais uma


Povo ganha mais uma

Dizem que se o elefante conhecesse a força que tem seria o dono do circo. Os brasileiros, nos últimos dias, estão descobrindo o poder das manifestações de rua e a sua capacidade para organizá-las.
Talvez a redução das tarifas de ônibus tenha sido a menor das vitórias pois valeu muito mais o puxão de orelha dado nos políticos.
Tramitava no Congresso a Proposta de Emenda à Constituição no 37, a PEC 37, e a pressão popular fez com que os deputados a arquivassem.
Se aprovada, a PEC 37 impediria o Ministério Público de fazer investigações, ou seja: os Promotores ficariam de mãos amarradas para trabalhar, pois só a Polícia Civil e a Polícia Federal poderiam investigar.
Lembremos que quem escolhe os chefes dessas polícias são os governadores e a Presidente da República, imagine então se as denúncias de crimes e corrupção fossem contra os mesmos, não vingariam.
Caso o povo não impedisse e essa PEC fosse aprovada, alguns políticos bandidos já condenados (como os do mensalão), poderiam questionar as investigações feitas pelo Ministério Público e pedir suas anulações.
Portanto, aproveite esse momento histórico, se conhecer alguma irregularidade denuncie-a ao Ministério Público (no pátio da Igreja São Domingos), e não deixe de participar dos protestos de rua caso você concorde com as causas e reivindicações.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Educação padrão FIFA


Educação padrão FIFA

A defasagem da formação escolar do brasileiro inicia-se bem cedo, logo quando ele se matricula no primeiro grau (antigos primário e ginásio, hoje denominados ensino básico e fundamental). A deficiência de conhecimento é uma endemia nacional, que acarreta a desvalorização do professor, aplicação indevida das escassas verbas, etc.

Como o alicerce é fraco, espera-se que no terceiro grau, ou universitário, a casa caia. E cai mesmo! Se brincar cai o prédio e o guindaste usado em sua construção.

As faculdades mundo afora são analisadas através do URAP (University Ranking by Academic Performance), que nada mais é que um comparativo de desempenho entre as universidades em determinadas áreas de formação.

Dentre os critérios usados destacam-se a produção científica (teses e patentes registradas), o porte da instituição, a presença de professores e ex-alunos agraciados com premiação, a internacionalização e o desempenho perante os meios de comunicação.

Como resultado de nossa fraca formação escolar temos apenas em 91o lugar nossa mais destacada faculdade de engenharia, aparecemos na 83a colocação quando se trata de ciências sociais e menos pior um pouquinho aparece em 38o na formação em medicina.


Mais uma vez, salvando a pele do país, como já acontece na economia, aparece o curso de ciências agrárias em um honroso sexto lugar neste ranking mundial.

Por não levar o ensino a sério em qualquer de suas fases, o Brasil é um país extremamente dependente de tecnologia e conhecimento científico produzido no exterior, como exemplo, somos o único entre os emergentes que não possui uma montadora de carros de destaque, só há estrangeiros neste setor.

A ação expansionista exercida pelo ex-presidente Lula, aumentando o número de universidades federais, não abordou a qualidade, apenas mexeu na quantidade e aumentou a precariedade. As cotas também devem ser questionadas, pois examinadas a fundo não passam de uma compensação àqueles que não foram acolhidos de foram ideal nos ensinos médio e fundamental.

Verbas podem até existir, poderão ser aumentadas, mas pouco mudará se não combatermos os esquemas montados para gastá-las: terceirização da merenda, transporte escolar, entrega de uniformes e kits escolares, compra de computadores e lousas eletrônicas, substituição de livros por apostilas e construção de prédios escolares superfaturados, tudo isso envolvido em muita corrupção e propina.

No país da Copa e das Olimpíadas, temos salas de aula superlotadas, escolas sem biblioteca e professores que não ganham em um ano o que um político recebe em um mês. É mudar ou viver na ignorância.

domingo, 23 de junho de 2013

Direto do Blogdocoronel

 

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/

Volta?

A última foto é de 11 de junho, com Temer.
Enquanto petistas e Imprensa especulam sobre um "volta, Lula", boatos dão conta que Lula estaria com graves problemas de saúde. Os boatos ficam mais fortes porque há reuniões, mas não há fotos. Há declarações, mas não há entrevistas. Em plena crise, Lula sumiu. As últimas fotos são de mais de 10 dias atrás. Os comentários não são fofocas de internet, tem como fontes profissionais da área médica que trabalham dentro do Sírio Libanês. Pararam as audiências, apenas Dilma, Temer, Haddad e Mercadante estiveram com ele, nos últimos dias. Sem fotos. Pararam as conferências. Não há motivo algum para esconder nada. Afinal de contas, assim como FHC, ele é apenas um ex-presidente.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

PEC 37 - vergonha nacional

Está funcionando! A série de manifestações pelo Brasil e as 424908 assinaturas estão deixando os deputados federais acuados. A votação da PEC da Impunidade não tem mais data para ser votada -- estava marcada para o dia 26 de junho (quarta que vem) e pode ter sido adiada.
Informações de bastidores vindas de Brasília dizem que o adiamento é uma estratégia para driblar a insatisfação popular e analisar a PEC 37 em um momento menos tenso politicamente. Por isso é muito importante agora que todos se mobilizem neste momento em torno do pedido concreto feito pelo Ministério Público de SP: o abaixo-assinado contra a PEC 37.
Clique na foto abaixo para compartilhar no Facebook e chamar mais amigos para assinar. Se cada um compartilhar com 2 pessoas, chegaremos a 1 milhão de assinaturas! Se preferir, encaminhe este email.
Clique para compartilhar
Obrigado por se mobilizar.#NãoPEC37

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A Pátria com bandeiras

A Pátria com bandeiras

Nem nos sonhos dos mais otimistas aconteciam manifestações como as ocorridas nesses últimos dias. Quando Lula “comprou” a vinda da Copa para o Brasil, imaginava que o povo estava “dominado”, ao ponto do governo Dilma usar o slogan “pátria de chuteiras”.
O aumento da tarifa de coletivos em São Paulo foi o estopim, mas as razões que levaram o povo às ruas estavam se acumulando há anos. O brasileiro está cansado dos péssimos serviços públicos embora pague imensos impostos, a insegurança se difundiu pela cidade e o campo ao mesmo tempo que reina a impunidade no país.
O grupo de Lula e José Dirceu fez o que quis e o que pode para desviar dinheiro público, no entanto nenhum mensaleiro está preso e as mudanças e lentidão no Supremo Tribunal conspiram a favor dos condenados.
A Petrobras de tão mal administrada foi parar no SPC e está realizando comércio internacional a custa de uma liminar judicial.
Já gastaram R$ 28.000.000.000,00 (28 bilhões de Reais) até agora, para realizar a Copa e vem muito mais por aí, e depois as Olimpíadas, que são outro abraço de tamanduá que Lula deu nos brasileiros.
Esperemos que estes sejam momentos históricos e que mudem o comportamento popular, pois a passividade que nos anestesiava até dias atrás facilitava a vida de bandidos que militam na política.

terça-feira, 18 de junho de 2013

MANIFESTAÇÕES


Manifestações

A sabedoria popular nos informa: é possível enganar uns poucos por muito tempo, ou muitos por algum tempo, mas não é possível enganar todos o tempo todo.
O leitor dessa coluna tem sido informado do desgoverno brasileiro há bastante tempo, excesso de impostos e serviço público de péssima qualidade, roubalheira desenfreada com a certeza da impunidade, criação de cargos e mais cargos no setor público para abrigar a “companheirada”, desmantelamento da Petrobras que já foi até para o SPC (em breve contarei detalhes).
Um governo que reprime a imprensa, desarma os honestos mas deixa os bandidos em paz, constrói estádios ao invés de hospitais de verdade, finge que oferece educação de qualidade mas deixa o brasileiro na ignorância, banca uma olimpíada mas não mantém estradas.
E o povo cansou! As manifestações que tiveram como gota d’água o aumento das passagens de ônibus estão crescendo mais que massa de rosca, quanto mais bate mais cresce.
O político que fez a melhor leitura dos fatos foi o senador gaúcho Pedro Simon, ele indicou a impunidade que se alastrou pelo país como estopim da crise. De fato, enquanto os mensaleiros e demais ladrões de colarinho branco estão a solta, as pessoas de bem estão sendo caçadas nas ruas pela bandidagem armada.
Se estamos surpresos pela capacidade de reagir demonstrada pelos brasileiros nos últimos dias, imagine com estão os políticos que colocaram o Brasil nesse imbróglio. Será que o nada saudoso ex-presidente Lula imaginava que trazer a Copa para o Brasil a peso de ouro seria um tiro pela culatra?
A imprensa internacional, encarregada de cobrir a Copa das Confederações, está mostrando um pouco da realidade brasileira para o mundo. Finalmente os estrangeiros estão sabendo que a propalada popularidade de nossos políticos e o tão enaltecido progresso econômico brasileiros estão em frangalhos.
Quanto aos excessos, quebra-quebra e vandalismo, não há como não ser contra, mas devemos nos lembrar que há também excessos de impostos, de insegurança, de roubalheira, etc., por outro lado, se as manifestações atualmente realizadas, não surtirem efeito e não mexerem com o brio da maioria dos políticos a situação tende ao radicalismo. Ato contínuo os manifestantes hoje pacifistas podem perder a paciência e passar ao uso da força.
Novos ventos estão soprando, com o uso das redes sociais a informação deixou de ser monopólio desse ou daquele, já não há mais como controlar a vontade ou a opinião popular sentado em um escritório de uma rede de TV, e aqueles políticos que não tiverem tal percepção terão suas carreiras encurtadas.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Trânsito impedido


Trânsito impedido

Ao iniciar seu governo Piau dava demonstrações que poderia acertar na administração do trânsito, restabeleceu a mão inglesa, que jamais deveria ter acabado, e criou outra na praça dos correios obtendo resultado positivo.
Quando esperávamos que ele prosseguisse e acabasse com a mão única de algumas vias de bairros, que pelo seu fraco movimento não justificam o uso desta medida, a coisa parou, desengrenou.

O Fabrício continua entupido para quem deixa o bairro rumo ao centro, isto sobrecarregou a João Pinheiro e a Av. Gabriela Castro Cunha e R. Álfen Paixão, e nada foi feito.

Algumas mudanças quase não demandariam verbas, exigiriam apenas um pouco de inteligência e uma dose de boa vontade. No caso do corredor de ônibus o melhor a fazer é rasgar o projeto que vai enfartar a Leopoldino.

Por outro lado, com gastos apenas razoáveis poderíamos realizar o viaduto da Padre Eddie Bernardes, a passagem sob a linha ligando o São José ao Flamboyant e a ligação do Tancredo neves com a Univerdecidade. A Fidélis Reis poderia ter mão única no centro, mas falta coragem para ousar.

O trânsito é dinâmico, despende acompanhamento em tempo integral, no entanto testemunhamos uma paralisia, uma inércia e assim vemos ruas sobrecarregadas ao lado de vias de baixíssima utilização.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Piau vai mal


Piau vai mal

Terminado o período de tolerância, pois um novo governante pisa um solo desconhecido, passamos a avaliar com mais clareza o governo Paulo Piau.
No setor de ensino: fechamento de escola no São Basílio, uso de apostilecas compradas a peso de ouro ao invés de livros fornecidos pelo governo federal e inércia para reavaliar os salários dos educadores.
Trânsito e planejamento urbano: preservou erros crassos no trânsito, há ruas com muitos buracos e teimam em manter o corredor de ônibus que enforcará o tráfego. Pouco trabalho em muitos meses.
Saúde: falta muitos medicamentos em postos de saúde, um hospital para acabar, mas que nunca termina, casos em que a Prefeitura remunera até quatro advogados para evitar que um paciente tenha reconhecido seu direito a receber remédios de uso contínuo.
Como um solitário destaque positivo temos a conquista da outorga de utilização de água do Rio Claro, ou seja, Uberaba passa a contar com outra fonte de abastecimento.
Em meio a esse caos, podem pensar que tenho saudades dos governos de Anderson Adauto. Jamais! Não podemos esquecer que seus desastrosos mandatos geraram dezenas e dezenas de processos, muitos dos quais já lhe renderam condenações, além da insaciável fome em arrecadar multas e impostos.
Piau ainda poderá alterar a rota e salvar seu mandato. Ao eleitor cabe olhar para o futuro e escolher novas lideranças.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A República do PT










Sem gás, as promessas se apagam.


Sem gás, as promessas se apagam.

Como vimos nos Estados Unidos, fábricas de amônia e uréia podem explodir, mas o uberabense pode dormir tranquilo, pois a daqui vai demorar muito e muito, saiba as causas:

A Presidente Dilma não costuma cumprir promessas, a Petrobras quer bancar o empreendimento mas está com as pernas bambas, Uberaba não tem gás e este depende desta petroleira e do governo mineiro que age devagar.

O gás usado para produzir amônia é o natural, ele é necessário como combustível e matéria prima, o Brasil adquire boa parte do que usa da Bolívia, mas Lula abraçou o Evo Morales e multiplicaram o preço desta importação.

Estão queimando gás natural em usinas termelétricas pois não temos hidrelétricas suficientes, o gás brasileiro que sai dos poços de petróleo é quase todo esperdiçado por falta de investimentos em dutos.

Uma mesma quantidade de gás que no Brasil custa 16 dólares, nos Estados unidos custa menos que 3, o problema não é só impostos, é tecnologia: os americanos estão usando nova tecnologia e explorando gás natural de xisto.

E nós? Como o governo não investe nada que preste em ensino e pesquisa, sequer sabemos muito sobre possíveis reservas e se houver não dominamos a tecnologia de exploração.

Enquanto isso os políticos de Uberaba seguem requentando promessas há três décadas. Esperemos deitados, senão cansaremos.

domingo, 12 de maio de 2013

AMEAÇA À INDÚSTRIA

ESTE ARTIGO DO J. ESTADÃO MOSTRA O QUANTO ESTÁ AMEAÇADA A PLANTA DE AMÔNIA PROMETIDA PARA UBERABA

Ameaça à indústria

11 de maio de 2013 | 16h30
Celso Ming
Ainda não caiu a ficha do empresário brasileiro de que a revolução do gás nos Estados Unidos pode ser mortal para grande número de setores da indústria brasileira, especialmente para a petroquímica, química básica e segmentos altamente dependentes de suprimento de energia elétrica (eletrointensivos).
A mobilização parece tímida e, quando se trata de modernizar o sistema produtivo, o governo brasileiro parece atrelado a conceitos conservadores de política industrial.
É inevitável agora que setores industriais inteiros sejam transferidos para os Estados Unidos, de maneira a aproveitar os preços substancialmente mais baixos do gás natural produzido a partir do microfraturamento do xisto (rochas impregnadas de hidrocarbonetos). Isso significa que, se não houver pronta resposta, nova rodada de perda de competitividade ameaça a indústria brasileira.
O desinteresse pelo assunto parece, em parte, resultado da alta segmentação das questões energéticas no Brasil. Energia elétrica e petróleo, por exemplo, são coordenados e regulados por instâncias diferentes. Na falta de visão integrada, as questões que envolvem o gás natural ficam para segundo plano.
O diretor-superintendente da Comgás, Luiz Henrique Guimarães (foto), chama a atenção para a grande transformação do sistema produtivo global, que vai transferindo o eixo da competitividade centrada na mão de obra barata para o da energia barata. E a energia barata está estreitamente dependente da obtenção de gás de xisto, a preços que, hoje, são cerca de 80% mais baixos do que os obtidos pelo gás natural na Europa e aqui no Brasil.
A única objeção séria à utilização dessa tecnologia são as ameaças à contaminação dos lençóis freáticos pelos produtos químicos que vão na mistura de gás e areia injetados a alta pressão nos reservatórios de xisto.
Mas Guimarães não vê problema ambiental relevante. A ação desses produtos químicos, entre os quais o benzeno, avisa ele, pode ser inteiramente controlada. Além disso, a utilização de gás natural em substituição ao carvão e ao óleo combustível nas termoelétricas concorre para despoluição atmosférica. Nessas condições, o gás de xisto pode ser um aliado na luta para o controle do aquecimento global.
O Brasil conta com enormes reservatórios de xisto que, no entanto, permaneceram intactos até este momento, por falta de tecnologia de exploração, que só agora ficou disponível.
Os Estados Unidos saltaram à frente nesse mercado por uma conjunção de fatores favoráveis. Não dependem de concessões do Estado porque a exploração do subsolo cabe ao proprietário do solo (e não ao Estado, como é aqui e na Europa), contam com enorme rede de infraestrutura (oleodutos, gasodutos, portos, ferrovias, estradas, etc.) e têm à sua disposição a enorme rede de serviços, imprescindíveis para o desenvolvimento do negócio.
O Brasil corre o risco de chegar atrasado. A falta de urgência para assegurar a competitividade do setor produtivo ante a revolução em curso nos Estados Unidos não se circunscreve apenas ao governo. Também as lideranças empresariais parecem desatentas.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A teimosia do Piau


A teimosia do Piau

O Prefeito Paulo Piau está mesmo determinado a dar um forte murro em uma ponta de faca: insiste em fechar a Escola Capitão Domingos, localizada no bairro rural São Basílio em Uberaba.
Diz a sabedoria popular: “fecha-se uma escola, abre-se uma penitenciária”. Enquanto a prefeitura está disposta a gastar R$ 5.000.000,00 em publicidade, não há dinheiro para manter esse estabelecimento com “poucos alunos”.
Dentro da lógica deste Prefeito, que mal tomou posse do cargo, caberia uma denuncia contra quem construiu esta escola, afinal naquele bairro há “poucos alunos”, portanto tal edificação só pode ter sido ordenada por outro Prefeito “muito irresponsável”.
Temos dinheiro para o Executivo municipal ir a Brasília a turismo de negócios, compramos apostilas sem licitação a preços exorbitantes, empreitamos o cozimento da merenda, pulamos carnaval no “Mercadão”, mas somos incapazes de manter uma escola de pequeno porte, que, entre outras coisas, fixa as famílias no campo.
A mudança na maioridade penal (de 18 para 16 anos) é apenas parte do que poderia ser feito contra a criminalidade, mas primeiro é necessário oferecermos oportunidades aos jovens com educação de qualidade.
Opa! Esqueci! A grana da Prefeitura, pelo menos para isso, está ficando curta.

Naufrágios


Naufrágios

Já que as últimas notícias do desempenho econômico têm trazido o brasileiro para a realidade e aproveitando o momento em que até os ufanistas percebem que o Brasil não tem vocação para locomotiva e caso fosse vagão estaria freando e segurando toda a composição, passemos a comparações mais adequadas:
 
O Brasil tem muito a ver com o Titanic, ambos de enorme extensão e nas águas do Atlântico, foram capitaneados por barbudos que não deram conta do recado.
Os dois, em seu apogeu, fizeram da publicidade seu carro chefe, mas os que realmente trabalharam para que fossem construídos sequer foram valorizados.
 

Com populações divididas em primeira, segunda e terceira classes, observamos que enquanto alguns privilegiados se regalam em festanças, os subalternos convivem com ratos, ambientes insalubres e etc.
 
Ambos demandaram bastante esforço para serem construídos, e permanecer neles significa gastar muito dinheiro, para uns as passagens e para outros a carga tributária, mas todos vão entrar numa fria.
 
Enquanto a maioria dorme em berço esplêndido, seus timoneiros conduzem todos ao desastre. Os barbudos deixaram o comando e apostam que voltarão gloriosamente ao cargo, mas suas diretrizes estão conduzindo seus barcos a destinos fatais.
 
A prepotência dos capitães, não os permite enxergar os monstros que podem surgir: para nós a inflação, a estagnação econômica e o alto nível de endividamento, para os outros um enorme iceberg.
 
Há que se reconhecer, que embora houvesse um barbudo escalado para comandar, quem dava realmente as cartas em ambos eram os empresários, no barco ordenando acelerar e neste país, que também poderá naufragar, utilizando-se de benesses, de tráfico de influência, de fraudes em licitações e outros delitos para o enriquecimento ilícito.
 
Apesar dessas comparações e argumentos beirarem ao mau gosto ou a infantilidade, devemos tomar o naufrágio do Titanic como uma lição, um evento que muito tem a ensinar. Temos que planejar bem o que desejamos executar, considerar as possíveis falhas, agir com segurança, atenção, aprender com as experiências e avisos daqueles que trilharam o mesmo caminho que escolhemos seguir.
Quando os brasileiros e seus escolhidos para governar, de forma ignorante e infelizmente costumeira, se colocam como se fossem superiores, ficam inebriados por um sucesso que jamais se realiza. 

Não há desenvolvimento verdadeiro e que perdure sem trabalho árduo e honesto, sem ensino de qualidade e sem a imposição da ditadura do mérito, através do reconhecimento da virtude e do esforço, em detrimento do famigerado “jeitinho brasileiro”.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

DEVANEIOS


Devaneios

Talvez por não ter conversa melhor para gastar, o Prefeito Piau tem requentado assuntos como a fábrica de amônia ou criado miragens como um aeroporto entre Uberaba e Uberlândia. A primeira depende de uma Petrobrás que está mais fraca que doente com dengue, enquanto a sonhada pista de voos do Triângulo sairá do papel se mostrar ser mais necessária para a aviação que um empreendimento na região metropolitana de São Paulo.
Fala-se em criar uma região metropolitana do Triângulo, o que tornará Uberaba definitivamente um bairro de Uberlândia, Piau corre também atrás de aviões da Azul tentando alcançá-los, quer desapropriar casas na região do “antigo” aeroporto Mário Franco, mas...
Enquanto uns têm devaneios outros estão quase fazendo nas calças. Acontece que em quatro meses de governo, além de não cumprir várias promessas, Piau sequer acenou com a possibilidade de construir banheiros públicos na praça dos correios.
Se não se resolve problemas mais simples e de baixo custo como o dos sanitários da Pç. Henrique Krüger, o que esperar de questões maiores?
Está na hora de governarmos nossa cidade com os pés no chão e os olhos voltados para a realidade e as necessidades do povo, começando pelas fisiológicas.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Na Idade da Pedra


Na Idade da Pedra

Nem é bom saber, mas pode acreditar: os paralelepípedos, pés-de-moleque e outros calçamentos, em Uberaba, compõem um “solo sagrado”, acontece que não se pode asfaltar onde há pedras ou bloquetes de concreto, pode crer: por motivos históricos.

Uberaba não é, e não tem vocação para cidade turística, sequer atrai visitantes a lazer, nossas ruas de paralelepípedos são descontínuas, comumente sofrem ataques do Codau e da chuva, além disso a Prefeitura não dispõe de profissionais (os calceteiros) para conservar e repor tais pisos.

É notório o despreparo do poder público para preservar o que realmente interessa, basta ver o que fizeram com o casarão histórico de Peirópolis, tudo a peso de ouro.
Contrariando o bom senso, estamos a proteger a fachada do finado Jornal Lavoura e Comércio, mas deixamos escapar sua coleção completa de edições, arrematada a preço vil e levada para Uberlândia.

Nesta cidade, que a toque de caixa e a força de canetadas, querem ver histórico-turística pouco há de semáforos para pedestres, e pior, se preocupam em preservar algumas casas velhas de estilo arquitetônico e gosto questionável, ao mesmo tempo que deixam demolir banheiros públicos, que deveriam ser respeitados como “necessidades contemporâneas dos que necessitam fazer sua necessidades”.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Desprotegendo a infância


Desprotegendo a infância

Paulo Piau começou mal! O Prefeito de Uberaba está ameaçando fechar uma escola instalada na comunidade rural São Basílio. Tolice semelhante foi cometida por Anderson Adauto em início de governo, apenas o “modus operandi” foi modificado.
 
Quem mora no bairro rural São Basílio paga imposto caro, como se seus lotes fossem urbanos, graças a sanha arrecadatória da PMU. Por outro lado a escola que o município lá mantém é para crianças bem pequenas, há pouco tempo seria denominada creche.
Piau quer ver esses pequenos uberabenses serem arrancados da redondeza de suas casas, transportados em vans, passando por estradas de terra e pela BR 262 e depois despejados numa escola em Ponte Alta.
 
Os argumentos são: Há poucas crianças no São Basílio, digo que com essa política teremos ainda menos. A escola não tem alvará, pergunto se a prefeitura fez esta mesma exigência para as demais unidades. O prédio necessita de obras, digo que elas devem ser feitas e acrescento que o seu fechamento o tornará um abrigo para drogas e crime.
 
A mesma Prefeitura que paga milhões por “apostilecas” parece que não está apta para cobrir uma cisterna ou fazer um alambrado em um prédio escolar. Lamento informar, mas o que começa mal acaba pior.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Minando a água


Minando a água

A água que chega em nossas torneiras é uma sobrevivente, “muitas se perderam no caminho...”.
 
O Codau capta água no Rio Uberaba, em instalações que remontam aos anos 40 e 50 do último século, com algumas alterações aqui e ali. Podem ocorrer e ocorrem os mais diversos tipos de perdas: a água já passou por baixo da barragem improvisada, bombas que vazam por falta de manutenção, furos e brechas na adutora (canos), etc.
 
O tratamento se dá na Av. Elias Cruvinel, daí em diante a coisa piora: o muro do Codau, até bem pouco tempo, minava água, adutoras que atendem bairros rompem, como a dias atrás na R. Oswaldo Cruz, reservatórios (castelos) vazam como o caso do Abadia, e principalmente todos os dias e noites surgem “minas de água tratada” nas ruas.
 
 A administração Paulo Piau já deve estar pensando em reeleição, mas ainda não parece se preocupar em trocar continuamente as redes bastante comprometidas, algumas delas ainda são da época dos canos de ferro.
 
Tudo isso já ocorria no governo anterior, porém se preocuparam com a troca do hidrômetro de sua casa, muitas vezes sem nenhuma necessidade.
 
Fazem hoje e sempre campanhas para que economizemos água. Mas como fazer isto se quase a metade se perde antes de chegar em nossas casas?

quarta-feira, 20 de março de 2013

GARGALO


Gargalo

Trânsito engarrafado! Talvez fala-se assim pois para esvaziar uma garrafa enfrentamos o afunilamento de sua saída, o gargalo.
 
Quando a Prefeitura proibiu quem está na Av. Leopoldino virar à esquerda para entrar na R. Senador Pena, ao mesmo tempo que inverteu a mão de direção da R. Governador Valadares, ela criou um gargalo.
 
Devido às mudanças acima, quem desce a R. João Pinheiro, ou se arrisca no morro da onça, ou terá que ir pela Leopoldino até o trevo da Av. Santos Dumont. Anda mais, gasta mais, demora mais, se arrisca mais aos acidentes...
 
 Dá para notar que esta conversão, à esquerda, da Leopoldino para a Senador Pena foi proibida visando atender ao fracasso que será o corredor de ônibus leste-oeste, porém a atitude foi mais um tiro no pé dado pelos técnicos, pois o problema criado é maior que o solucionado.
 
Ainda há tempo de voltarmos à razão e matarmos no ninho os ovos da serpente deste corredor.
 
Ou a Prefeitura volta a sinalizar e permitir a dita conversão, ou inverte o sentido da Governador Valadares. Particularmente penso que a inversão da R. Governador Valadares foi positiva, pois facilita os retornos da Leopoldino, portanto, sou a favor de permitir a quem está na Leopoldino converter à esquerda. Que os deuses do trânsito escutem nossas preces.

ESCÂNDALO EM PASADENA


Escândalo em Pasadena

Pasadena é uma cidade no Texas, estado americano. Ali ocorreu um escândalo que mexeu com o seu, o nosso bolso.
 
O que passo a informar foi divulgado e denunciado pelo jornal Estado de São Paulo.
 
A Petrobrás, aquela mesma que está com as pernas bambas, devido às ingerências da dupla Dilma e Lula, comprou uma refinaria de petróleo em Pasadena. Bom “né”?! – “Né” nada “sô”! “Tamo” tomando o maior “tumé”!
 
Acompanhe a tragédia: Em 2005, as empresas da Bélgica Astra/Transcor, pagaram 42,5 milhões de dólares pela refinaria, mas em 2006 os belgas encontraram uns “trouxas” que pagaram 1,18 bilhões de dólares pela mesma refinaria, isso mesmo, a Petrobrás alimentou essa galinha de ovos de diamante, pagando este “negócio de Ali Babá” com o dinheiro que lucra nos vendendo gasolina e diesel.
 
Mas para dizer que foi um mal negócio não basta ser caro, tem que ser mal feito: as cotações de mercado afirmam que a refinaria vale um décimo do valor pago pela petroleira brasileira.
 
Quer mais?! A Petrobrás tinha colocado a refinaria de Pasadena à venda, para finalmente realizar o tal prejuízo, de quase um bilhão de dólares. Sei que nesse ponto alguns pensarão: a Petrobrás, sob nova presidência (de Graça Foster), observou irregularidades e vai agir diferente. Que nada, o que parou o negócio, cujo feminino poderia ser negociata, foi uma investigação iniciada pelo Tribunal de Contas da União, devido às denúncia do Estadão.
 
Fique sabendo também que a nossa querida Petrobrás pôs a refinaria no balcão do boteco para levantar uma grana preta que está faltando e incluiu também, neste embrulho do desespero, as unidades que possui na Argentina.
 
Mas o que mais me dói não é o bolso, nem é saber que bancamos estas farras de gastos e maus negócios. Dolorido mesmo é ouvir de alguns esquerdistas que beatificam Hugo Chaves e oram em agradecimento a Fidel Castro, que a culpa de nosso subdesenvolvimento está nas atitudes imperialistas americanas e européias.
 
Ora, os brasileiros vão às urnas, elegem uma turminha para agir em Brasília, esta companheirada adota, alimenta e fortifica o mensalão, compra refinaria de 40 e paga 1000, e a culpa ainda é dos “gringos”, tome tento!
 
A capitalização da Petrobrás, vangloriada pelo governo Lula, que se baseou em taxações de um petróleo que ainda jaz nas profundezas do mar e sequer temos certeza que de lá sairá, já foi toda moída na bolsa de valores, devido a estes e outros desmandos.
 
Enquanto isso, neste país que dorme em berço esplêndido, a popularidade da Presidente Dilma está atrelada à inflação, só sobe!
Nossa ignorância cobra seu preço.

terça-feira, 12 de março de 2013

Lula versus Lincoln

Lula versus LincolnUma comparação entre uma prancha de surfe e um transatlântico não se sustenta por muito tempo. Da mesma forma, é sarcástico comparar o ex-presidente Lula ao 16o líder americano: Lincoln.
 
Mas, neste assunto quem deu corda (para se enforcar) foi o Lula, que em um discurso, talvez inspirado pelo sucesso da cinebiografia do ianque, alegou que ambos apanhavam muito da imprensa. Se é para comparar vamos lá:
 
Lincoln trabalhou duro e não teve muita oportunidade para estudar, mas foi um autodidata, ele devorava livros e tornou-se um advogado, ou rábula, como queira. No outro canto, Lula se rendeu a maciez das poltronas do sindicato e seu aprendizado ficou em estado de letargia.
 
Eleito deputado, Lincoln declarou-se contra a libertação dos escravos, alegou que brancos e negros não são iguais e firmou posição contra o voto destes últimos, porém, quando presidente, sua vivência e amadurecimento o levaram a alterar suas antigas convicções, levando-o a propor e lutar pela aprovação da emenda que aboliu a escravatura naquele país.
 
 Eleito deputado federal, Lula, se fazendo de bom moço, declarou que no Congresso havia uns trezentos picaretas, só que sua vivência e apodrecimento o levaram, quando presidente, a conviver com o mensalão (o maior dos escândalos da República) e outras picaretagens.
 
O americano, durante a guerra civil americana, em conversa com assessores de governo, elogiou o General Lee, que comandava as tropas adversárias, alegando que o mesmo era um bravo, um homem honrado. Em quais episódios você se lembra de ter visto Lula elogiar um adversário político?
 
Abraham Lincoln ordenou que os adversários derrotados não seriam mortos ou humilhados era um estadista, praticava atos e adotava discurso conciliador. Lula demonizou seus opositores e antecessores, é um fisiologista, pratica atos e adota discurso esnobe.
 
Lula certa vez disse que ler jornais lhe causa azia. Em oposição a essa preguiça mental, Lincoln em sua juventude foi desafiado a duelar, coube lhe a escolha a das armas: espadas. Ele se beneficiaria de sua envergadura, pois media 1,93 m, no momento de iniciar a luta um padrinho interveio pela conciliação, Lincoln se desculpou com seu desafeto e não houve duelo. Nesta época, Lincoln escrevia artigos muito críticos em jornais e seu desafiante se sentira ofendido. Eis que surgem as diferenças: enquanto Lula não lê e tem azia o outro escrevia e causava azia.
 
Lula usou a máquina de governo inundando TVs, rádios e grandes jornais com dinheiro a fim de construir seu mito, que está se desfazendo aos poucos. Lincoln não promoveu farras com a verba pública americana, mas construiu um mito, uma lenda, uma legenda, que está se fortalecendo.
 
Desculpe-me por tomar seu tempo comparando desiguais.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A MATANÇA E O MATAGAL


A matança e o matagal

O mosquito da dengue, ou pelo menos o tataravô dele, é mais antigo que o ser humano. Quando nossos ancestrais sequer tinham vasos de flores nas cavernas ou conheciam a roda e seus famigerados pneus, os parentes do “aedes” já existiam e se reproduziam. Mas onde? - No mato! Em acúmulos de água gerados naturalmente.

Uberaba é a capital mineira da dengue, já computa três mortes advindas de sua forma hemorrágica. Apesar do poder público, especialmente na era Anderson, culpar os cidadãos e suas casas, há fatores mais relevantes.

O ex-prefeito deixou a cidade emporcalhada devido ao desleixo com áreas públicas como praças, canteiros, cemitérios, escolas e terrenos pertencentes ao município. Multou o cidadão mas não cumpriu seu dever.

A questão das caçambas de entulhos, que devido a atos da prefeitura se tornaram artigo de luxo, intensificou o problema. Têm sofás espalhados por tudo quanto é terreno vago, mas não há um serviço regular de coleta desses e outros trecos para simplificar a vida do pagador de impostos.

Mudou o prefeito, mas o governo Piau parece ainda estar no ponto morto, as equipes de limpeza não vencem a força e determinação do mato. Há lugares que o pedestre para caminhar tem que levar a foice ou a roçadeira.

Temos que tomar providências ou seremos extintos pela matança do matagal.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Cartão, herói ou vilão?


Cartão, herói ou vilão?

Comenta-se que um posto de gasolina do estado do Rio aceita pagamentos somente através de cartões, o chamado dinheiro de plástico. A medida teria sido adotada para impedir os assaltos e roubos de dinheiro vivo nos caixas.
 
Há consumidores que por motivos similares preferem usar seus cartões seja de débito ou de crédito ao invés de carregar cédulas ou talões de cheque.
 
Assim como um automóvel quando mal utilizado se transforma em uma arma, os cartões se empregados de modo não planejado podem acarretar dores de cabeça aos seus titulares.
 
Para o comércio que oferece esta modalidade de forma de pagamento há inúmeras vantagens. Embora haja taxas significativas para cada valor recebido como débito, crédito ou parcelamento, com valores aproximados de 2%, 3% e 4% respectivamente, o comerciante tem ampliado o seu leque e a fidelização de clientes, a facilidade em oferecer o crédito e a anulação da inadimplência.
 
Do outro lado, para o consumidor que opta por esta forma de realizar as transações em cartão há também um conjunto de vantagens que iniciam na segurança patrimonial, passam pelo crédito facilitado, sem esquecermos que o cartão acaba sendo uma ferramenta das horas incertas como aquelas dos imprevistos materiais como defeitos em automóveis ou imprevistos de saúde que forçam a compra de remédios e outros.
 
Mas há um momento em que os cartões de crédito (aqueles que usamos para pagar o consumo apenas na data da fatura) se tornam uma arma suicida: quando deixamos de pagar o total da fatura e optamos por rolar parte da dívida. Neste instante começam a incidir os maiores juros do planeta e dificilmente o usuário se reequilibrará se não tomar medidas radicais.
 
A exemplo do que ocorre com alguns pequenos empresários despreparados para a atividade, que acabam confundindo fluxo de caixa com lucro e embaraçam suas vidas pessoais com as de suas empresas, há aqueles que confundem o crédito de um cartão com sua renda. Portanto para evitar dessabores, aqueles que adotam o uso do dinheiro de plástico devem pensá-lo como se fossem um vale de seu salário: o que se antecipa agora será subtraído depois.
 
O desenvolvimento tecnológico tem criado facilidades e melhorado a segurança dos cartões, a implantação de chips dispensou o uso da assinatura e dificultou os golpes e clonagens, o uso de máquina sem fio levou as lojas para dentro da casa do cliente.
 
Outro bem trazido pelo dinheiro plástico e evitar o transporte e distribuição de cédulas em dias de pagamentos de funcionários, uma vez que os cartões de conta salário podem ser usados no débito (saque imediato).
 
Nem herói nem vilão, apenas mais um instrumento para favorecer o comércio e o consumo de bens.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

DERRAPANDO NO PETRÓLEO


Derrapando no petróleo

A Petrobrás está doente e o diagnóstico é definitivo: má administração. Trata-se de um monopólio (empresa sem concorrente), que vende combustíveis a preços exorbitantes aos brasileiros.
 
Cabe a quem for Presidente da República indicar o comandante desta petroleira e Lula colocou gente de sua turma que não deu conta do recado, recentemente Dilma procurou reverter a situação escalando Graça Foster para o cargo.
 
Graça Foster avisa: o endividamento está em “níveis preocupantes”. Hoje a Petrobrás deve quase 3 vezes o que vende em todo um ano (2,77 para ser mais preciso), o sinal amarelo está aceso.
 
Agências internacionais, que auxiliam investidores, estão olhando a empresa com desconfiança, o que além de fazê-la perder valor de mercado, acresce a taxa de juros de seus futuros empréstimos.
 
Se o estilo Lula de administrar, que junta incompetência com irresponsabilidade, não for estancado, a Petrobrás já tem um destino traçado: não recuperará seu poder de investimento.
 
Como “Uberaba está em todas”, conforme dizia Ataliba Guaritá, podemos ir esquecendo por esses e outros motivos, a implantação da fábrica de amônia da Petrobrás, que alimentou promessas de campanha praticamente de todos os prefeitáveis de Uberaba.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fatalidade ou negligência


Fatalidade ou negligência?

No papel é fácil! Veja: É “vedado o emprego de material de fácil combustão e/ou que desprenda gases tóxicos em caso de incêndio em divisórias, revestimento e acabamento”, a regra vale para “estabelecimentos de reunião de público, cinemas, teatros, boates e assemelhados”.
 
Os trechos foram copiados da lei municipal de prevenção e proteção contra incêndios que vigora em Santa Maria, a cidade gaúcha da tragédia que vitimou quase 250 jovens.
 
O uso de fogos de artifício, a espuma altamente inflamável e tóxica usada no revestimento para isolamento sonoro e a saída insuficiente para a multidão foram ingredientes da carnificina.
 
E a lei? A lei, Brasil afora, é só papel inútil, por exemplo: é proibido roubar, mas quantos políticos adeptos deste costume estão presos?
Prefeitura e bombeiros não fiscalizaram, proprietários, grupo musical e estudantes negligenciaram e o “jeitinho brasileiro” deu no que deu.
 
O povo tem que ser mais exigente quanto às normas, e para conhecê-las temos que contar com ensino de qualidade e publicidade honesta e eficaz por parte do governo.
 
Outro fator que impede e impele as empresas a desrespeitar as leis é o excesso de impostos, taxas e contribuições que pagamos sem obter o devido retorno. Sob vários sentidos: é uma questão de sobrevivência.

sábado, 12 de janeiro de 2013

O céu é o limite


O céu é o limite

Visando trazer transparência para os gastos públicos, agilizar pagamentos e dispensar algumas licitações o ex-presidente Fernando Henrique instituiu o uso de cartões corporativos, em meados de 2001.
 
Trata-se de uma espécie de cartão de crédito sem limite, pelo menos dentro do universo financeiro conhecido ou até mesmo imaginado, mas nunca explorado, pelos brasileiros que não têm sangue azul.
 
E, como não poderia deixar de ser, nesta terra de faraós de terno e gravata, parte da despesa pode ser apresentada como gasto secreto, com a desculpa de envolver a segurança do rei, digo, do Presidente.
Como Lula chafurdou no poder, dá para o leitor começar a especular sobre valores e motivações para os gastos em seu governo, tem gente que deve estar achando que foi uma farra desenfreada. E foi!
 
R$ 44.562.127,00 em oito anos, ou 15.250,50 por dia foi o consumo secreto do “presidente dos pobres”, apenas em cartão corporativo e sem atualização monetária. Não vá pensar que me enganei e coloquei os gasto total do governo por conta de Lula, saiba que este valor atingiu 354.622.205,00.
 
Sabemos, como pagadores de impostos, que esta verba nos foi tomada, mas como foi gasta?
 
O Jornal Estado de São Paulo teve acesso a uma planilha de gastos secretos e trouxe para nós, os trouxas, parte da resposta:
Dos 44,5 milhões que Lula gastou “escondidinho”, sabe-se que 31,6 mi foram em hotéis e locação de carros, mais de 8 milhões com refeições (bem que ele era gordinho), mas sua fome era insaciável, pois para pescar ele comprou secretamente R$ 2.501,00 em varas, anzóis e outros.
 
Teve jardim, incluindo sálvias vermelho PT, comida para animais e porque não supormos também gastos de Lula com a Rosemary Noronha com quem mantinha um íntimo relacionamento.
Não percamos o foco, toda essa despesa (44,5 milhões) era acobertada pelo sigilo, prerrogativa de nosso maior funcionário público.
 
Lembremos que o império acabou, ou pelo menos deveria ter acabado, e que supostamente vivemos em uma república, ou seja, o governante recebe uma procuração para cuidar do que é de todos e é muito bem remunerado para tal.
 
 A saúde pública em seu município vai bem? Você se sente seguro ao estacionar um carro ou sair de casa, ou mesmo está garantido dentro dela? As crianças de sua cidade estão recebendo um ensino que as permitirá concorrer com quaisquer outras do mundo? Lula gastou corretamente o seu dinheiro?
 
Para incentivarmos um jovem que está em formação costumamos dizer que para os mais esforçados o céu é o limite, mas como motivá-los perante abusos que “passam do céu”?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Fatia transparente do bolo

Uberaba vive um momento de decadência econômica, leia neste blog:

O Bolo Solou

E veja reportagem que confirma esta tese:

 Jornal  da Manhã:
Gisele Barcelos - 04/01/2013


Paulo Piau encontra Prefeitura sucateada e com VAF bem menor



O prefeito Paulo Piau (PMDB) realizou ontem a primeira reunião de trabalho com o secretariado. Em aproximadamente cinco horas de conversa, a equipe discutiu assuntos como a queda do Valor Adicionado Fiscal (VAF) do município, falta de recursos e atraso no pagamento de fornecedores. As lideranças sindicalistas foram convidadas e acompanharam todo o encontro, porém não iniciaram as negociações sobre o reajuste salarial da categoria.

O secretário municipal da Fazenda, Wellington Fontes, também adiantou que nos últimos dois anos houve uma queda acentuada no VAF. O índice saiu de 2,2 em 2010 para 1,98 em 2011 e depois baixou para 1,68 em 2012, conforme análise preliminar do secretário.

Fontes explica que já entrou em contato com a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz/MG) e a Fundação João Pinheiro para identificar a causa da queda e tentar recuperar os números. No entanto, o secretário declara que o índice representará impacto na arrecadação este ano. “Perdemos três posições em Minas Gerais para a repartição do ICMS. Saímos do 6º lugar para o 9º lugar. Isso significa que este ano estamos com participação menor no ICMS. Ou seja, o sacrifício financeiro será maior do que esperávamos”, analisa, lembrando que os detalhes sobre o relatório do VAF serão divulgados hoje.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

GANGNAM STYLE


GANGNAM STYLE

Um fenômeno está acontecendo na internet: o clipe da música de um coreano do sul foi o primeiro vídeo a alcançar um bilhão de acessos e continua crescendo. Trata-se da música “Oppa Gangnam Style” do cantor Psy.
 
E nós com isso? O que isso traz de útil para os brasileiros?
Vamos lá: “Gangnam style” pode ser traduzido como “estilo Gangnam”, mas para entendermos melhor é bom que saibamos que “Gangnam” é uma espécie de subúrbio rico de Seul, a capital da Coréia do Sul.
 
Neste complexo de prédios moderníssimos convivem milhares de “ricos novos” daquele pais. Mas, como uma nação sem muitos recursos naturais, que esteve sob domínio japonês por vinte e cinco anos e posteriormente enfrentou uma guerra que o dividiu em regiões sul e norte gerou uma classe de milionários? Por que a Coréia do Sul tem também uma das maiores rendas “per capita” do mundo?
 
A resposta está numa obsessão inesgotável pela educação. Este país asiático, com seus cinquenta milhões de habitantes promoveu a revolução através do ensino, alcançando índices invejáveis, como menos que um por cento de analfabetos e mais de oitenta e cinco por cento de seus jovens formados em curso superior.
 
É indispensável lembrar que este Brasil que anda de lado, em primeiro lugar gasta pouco com educação e em segundo lugar que este gasto é de má qualidade.
 
Enquanto na Coréia do Sul os professores são bem remunerados (inclusive alguns moram em Gangnam), há educadores brasileiros que ganham menos que o salário mínimo, e como sofrem para por comida na mesa imagine se eles têm possibilidade de comprar um livro.
 
Os políticos de má qualidade, que são escolhidos por um povo que recebe ensino de péssima qualidade, usam as verbas destinadas ao ensino em programas de horrível qualidade.
 
Terceirização da merenda, inclusive formando uma “máfia”, segundo o Ministério Público, compra de computadores para alunos, o que gera ilusões e posteriores frustrações, pois os mesmos são precários e não há redes de comunicação disponíveis, uso de apostilas compradas sem licitação em detrimento de livros do governo federal. Isso ou aquilo piora a qualidade do investimento em ensino.
 
Não basta ser coreano, tem que ser do sul! A Coréia do Norte, que aderiu ao regime comunista vive a beira da fome, enquanto seu ex-ditador Kim Jong Il, frequentava restaurantes franceses e outros internacionais, pedia uns vinte pratos do cardápio e beliscava um pouco de cada para conhecer seus sabores. Portanto políticos ruins trazem desgraças coletivas.
 
Se o Brasil começasse hoje um investimento sério e maciço na educação, em cerca de vinte anos os índices de violência despencariam e daqui uns trinta e cinco poderíamos viver em “Gangnam Style”.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

ENQUETE QUE INQUIETA XXXIV

Resultado da 

ENQUETE QUE INQUIETA - XXXIV

Como o PT Pode Tudo, e agora resolveu proibir o uso do termo MENSALÃO, teremos que substituí-lo, mas, por qual?

Escolha o seu preferido dentre estes:

MENSALULÃO
  4 (30%)
MENSALANDERSON
  5 (38%)
ADAUTODUTO
  1 (7%)
TRAZ-A-MALA-ZÉ
  1 (7%)
JABAZÃO
  2 (15%