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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Talvez...


Talvez...

Para nós, uberabenses, Dilma já fez várias promessas: duplicar nossa estrada até Belo Horizonte, ligar Campinas a Uberaba por trem-bala e muitas outras, que também não cumpriu.
A Presidente virá à Expozebu, provavelmente rabiscará alguns papéis e vão sair falando por aí que teremos uma planta de amônia construída pela Petrobras. Dá para acreditar?
Se pensarmos no alto consumo brasileiro de fertilizantes, e na vocação que nossa Uberaba tem de produzi-los, diremos que sim.
Porém, sabendo-se que para obter amônia é necessário usarmos grande quantidade de gás natural, e que este está escasso no País, pois nossa produção e importação são limitadas. O gás está sendo utilizado em termelétricas para gerar energia, visando evitar o racionamento de luz, porém se encontra racionado até para esta atividade.
Levando-se em conta que a Petrobras é quem promete bancar a construção da fábrica e está em grandes dificuldades para lidar com a maior dívida dentre todas as petroleiras do mundo, no caso 268 Bilhões de Reais, diríamos que é dificílimo crer que o investimento ocorra em curto ou médio prazo.
É possível que ainda tenhamos uma fábrica de amônia, mas para tal não bastam promessas ou atos eleitoreiros, é necessário compromisso e boa administração, portanto, “tá difícil”!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Medalha de lata


Medalha de lata

A Copa pode enganar. O estrangeiro que assistir pela TV e não prestar atenção em noticiários, não saberá do superfaturamento, do atraso nas obras, das mazelas de nossos hospitais e escolas públicas e das dívidas que o Governo Federal contraiu para bancar estas obras mal feitas.
Quando se trata de Olimpíadas é mais difícil de enrolar, não basta a maquiagem que usarão na Copa, são muitos esportes e portanto muitos equipamentos e diferentes construções.
O Comitê Olímpico Internacional já está de “cabeça quente” em relação à irresponsabilidade e desorganização de nosso Governo. Desde Fevereiro alertaram a Presidente Dilma, mas ela nada fez:
O ginásio do basquete, o de judô e outras lutas, o de “tae kwon do” e o de handebol, segundo o acordo entre ambas partes deveriam estar prontos desde 2011, no entanto somente a fundação, dos mesmos, foi iniciada. Para a canoagem Slalom, as obras deveriam ter sido começadas em 2012 para acabarem em 2015, mas não se moveu nem uma palha.
O ex-presidente Lula foi irresponsável ao buscar esses encargos para nosso pobre País. Copa e Olimpíada, administradas como estão deixarão um legado de dívidas e elefantes brancos.
Lembram-se que alegaram que não haveria dinheiro público na Copa? Pois foi só o que houve! Que haveria um legado de obras de infraestrutura? Será aonde estão escondidas?!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

ÀS ESCURAS

O governo Dilma, em 2013, beirou a irresponsabilidade ao forçar a redução das taxas de energia, o objetivo era agradar ao eleitor e segurar os índices de inflação. A Presidente criou, desta forma, uma situação artificial que já está cobrando seu preço: só nos últimos dias tivemos um aumento superior a 15% no valor da conta, e vem mais por aí.
 
O preço da eletricidade no Brasil, apesar de nosso imenso potencial hidrelétrico, é um dos maiores do mundo, e, para variar, os governos federal, estadual e municipal estão por trás disso, exigindo seus impostos, encargos e tributos.
O município nos cobra a CIP, contribuição para custeio do serviço de iluminação pública, o governo estadual cobra o ICMS, Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (o governo de Minas isenta os consumidores que consumam menos que 90 Kwh por mês).
 
E o federal? Cobra 10, isso mesmo, dez encargos e tributos: 1- Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS; 2- Programa de Integração Social - PIS/PASEP; 3- Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica – PROINFA, no qual os recursos arrecadados vão para programas de incentivo ao uso de fontes alternativas de energia elétrica no País;
 
4- Recurso para pesquisa e desenvolvimento - P&D, os recursos são investidos em programas de desenvolvimento e de eficiência energética; 5- Encargos e Serviços do Sistema – ESS, esse encargo foi criado por ocasião do estabelecimento de “regras de mercado”, utilizadas para a elaboração da contabilização das operações de compra e venda de energia de curto prazo no âmbito da Câmara de Compensação de Energia;
 
6- taxa de custeio do operador nacional do sistema – ONS, taxa usada para o custeio do Operador Nacional do Sistema; 7- Taxa de Fiscalização de Serviço de Energia Elétrica – TFSEE, taxa que arrecada os recursos necessários para custear a atividade da Aneel; 8- Conta de Desenvolvimento Energético – CDE, o recurso é usado para o desenvolvimento energético dos estados e para financiar programas de eletrificação (Luz para Todos, por exemplo) para promover a universalização do serviço de energia elétrica; 9- Cota de Consumo de Combustível – CCC, o recurso pago nessa cota pela concessionária é usado pelo Governo Federal para subsidiar a operação de usinas termelétricas que usam combustíveis fósseis; 10- Reserva Global de Reversão – RGR., encargo criado para arrecadar recursos que serão usados na forma de empréstimo para as empresas do setor elétrico, seja na construção de linhas, subestações, hidrelétricas, etc.
 
Para enxergarmos melhor, acendemos a luz, mas neste momento nosso dinheiro vai para locais onde jamais poderá ser visto.

domingo, 6 de abril de 2014

Cartilha da FIFA para turistas - Copa 2014

Confira os dez ítens da cartilha

1. Sim nem sempre significa sim
Os brasileiros são otimistas e nunca começam uma frase com a palavra "não". Para eles, "sim" significa na realidade 'talvez". Quando disserem "Sim, eu te ligo", é melhor que não espere que o telefone toque nos próximos cinco minutos.

2. Horário flexível
A pontualidade é um conceito muito flexível no Brasil. Quando marcar com alguém, ninguém espera que estará no lugar combinado na hora exata. O normal é contar com uns 15 minutos de atraso.

3. Contato físico
Os brasileiros e as brasileiras não estão familiarizados com o costume da Europa de manter distância como norma de cortesia e conduta. Eles falam com as mãos e não evitam de tocar o interlocutor. Isso pode facilmente se transformar em um beijo se a conversa estiver ocorrendo em uma discoteca, por exemplo.

4. Fazer fila
A paciência na hora de esperar não é uma das principais virtudes dos brasileiros. Por exemplo, não existe uma "fila mecânica" como na Inglaterra. Os brasileiros preferem ser inteligentes, sempre se arranjando para chegar na frente.

5. Moderação
Quem se animar a ir a uma churrascaria, deverá praticar jejum de 12 horas e maneirar na hora de comer, já que as melhores carnes chegam na parte final.

6. A lei do mais forte
A regra que dá direito à preferência dos carros no trânsito é simples: o veículo maior passa na frente.

7. Proibido fazer topless
A imagem das mulheres com pouca roupa, tão típica no carnaval, pode ser enganosa e é diferente da realidade. É certo que os biquínis brasileiros têm menos pano que os europeus, mas as brasileiras nunca os tiram na praia, onde fazer topless é proibido e pode resultar em prisão.

8. A língua espanhola não vale
Os turistas que tentarem se comunicar em espanhol terão a sensação de estar falando com as paredes. A língua nacional do país é o "brasileiro", uma variável do português. Quem falar que Buenos Aires é a capital do Brasil, pode estar seguro de que será deportado imediatamente.

9. Experimentar o 'açaí'
As bacias da Amazônia fazem maravilhas: previnem as rugas e têm o mesmo efeito de uma bebida energética. Algumas mordidas podem recuperar o jogador de futebol mais cansado.

10. Paciência
No Brasil é muito comum fazer as coisas no último minuto. A recomendação aos turistas é que tenham muita paciência. No final, tudo estará pronto a tempo. Isso pode ser aplicado aos estádios. A filosofia dos brasileiros na vida pode ser resumida com a seguinte frase: "relaxa e aproveita."

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Acelera Brasl!

Acelera Brasil!

Neste espaço já escrevi sobre o “Escândalo em Pasadena” e o enorme prejuízo que a turma da Dilma e do Lula nos causaram, mas não pensem que aquele foi um caso isolado, além de petróleo há muito mais coisas da Petrobras que ainda se encontram enterradas.
Como vemos nas camisas e macacões, esta petroleira faz a alegria de “boleiros” e pilotos mundo afora, ao patrocinar, a peso de ouro, times e equipes de carro, mesmo a empresa sendo um monopólio estatal.
Por colocar muita grana na Fórmula 1, a Petrobras tem direito a uma cota de convites que deveria ser utilizada “para relacionamento com grandes clientes corporativos”, leia-se: empresas que comprem muito e de preferência que paguem bem.
Você acha que a turma que colocou nossa petroleira de joelhos perante o mercado usou este critério para distribuir estas entradas VIPs? Então veja a lista de convidados: Rafael Covolo, genro da Dilma, Carolina e Leonardo Mantega filhos do Ministro, Felipe Isola e Reginaldo Valença (amigos da filha).
Míriam Belchior, Ministra do Planejamento, Virgínia Belchior Carneiro de Campos (irmã da Ministra), José Renato Carneiro de Campos (cunhado) e Carolina Belchior Carneiro de Campos (sobrinha da Ministra).
Ideli Salvati, Ministra das Relações Institucionais e seu marido Jeferson Figueiredo, que é Sargento do Exército.
Deputados VIPs: Arlindo Chinaglia (PT), Cleber Verde (PRB), Fernando Ferro (PT), Guilherme Mussi (PP), João Carlos Bacelar (PR), José Guimarães (PT), o ex-deputado Marcelo Cerqueira, Paulo Pereira da Silva (Solidariedade), Cristiano Araújo (PTB) e sua namorada, Protógenes Queiroz (PC do B) e por último nosso conterrâneo triangulino Weliton Prado do PT de Minas Gerais.
Três altos funcionários da Receita Federal também foram a esta farra da velocidade.
Será que essa turma é “grande cliente corporativo da Petrobras”? Será que aceitaram os convites, que primordialmente deveriam recusar, por que são mal remunerados como Deputados e Ministros?
Ironias à parte, observamos que o grupo que administra o País e suas estatais não é nada republicano, pois se utilizam de bem público para seu lazer pessoal. Isto até nos faz lembrar a desnecessária hospedagem da Presidente e sua enorme comitiva no hotel português de altíssimo luxo.
George Washington, primeiro presidente americano, cuja capital era Filadélfia, doou uma grande fazenda para que se construísse a nova capital, que homenageia seu nome, será que ele estava “tramando” para que seu país fosse a maior potência mundial?

terça-feira, 25 de março de 2014

LOGÍSTICA SEM LÓGICA


LOGÍSTICA SEM LÓGICA


Utilizei várias vezes este espaço para criticar o ufanismo, pregado a peso de ouro, pela publicidade de nosso governo federal. Hoje trago mais uma demonstração de que vivemos em ambiente de muita conversa e pouca ação.
Desde 2007, o Banco Mundial (Bird) informa, anualmente, um comparativo entre 167 países, sendo que a última divulgação mostrou que o Brasil desabou da 45a para a 65a posição no que diz respeito à logística de transporte.
Podemos pensar a logística como sendo o correto planejamento e a disposição racional para que algo se consolide, no caso dos transportes estaremos pensando em como realizar a tarefa de levar de um local para outro os produtos gerados pela economia, propiciando boas condições para o consumo e a exportação.
O Brasil vai mal e está caminhando para ficar pior, vejamos algumas informações para sofrermos um choque de realidade:
Temos 212 mil Km de estradas asfaltadas, pode parecer muito mas a Rússia tem 755 mil, a Índia, que tratamos como um país pobre possui 1 milhão e 569 mil Km de rodovias, o que gera quase um empate com a China que detêm 1 milhão e 576 mil Km pavimentados.
Lembremos que estes países são colocados em um mesmo grupo, o Bric, o que desperta constantes comparações, uma vez que eles se apresentam em um mesmo estágio, o do subdesenvolvimento.

Se compararmos o Brasil aos Estados Unidos, no quesito rodovias pavimentadas, seremos humilhados: enquanto detemos 212 mil Km, nossos vizinhos têm 4 milhões e 200 mil Km de estradas asfaltadas. Vinte vezes mais, sem falar de outras condições como duplicação, obras (de arte) para acesso e travessia.
Não pense que no assunto logística de transporte apanhamos apenas quando se fala em estradas. No quesito ferrovias, os componentes do Bric estão na seguinte situação: A Rússia possui 87 mil Km, a China 77 mil e a Índia 63 mil, enquanto o Brasil tem apenas 29 mil Km de trilhos. Mais uma vez, a Índia, com menos da metade da área territorial brasileira da um show em nosso País.
Com tantos rios, deveríamos reagir quando o assunto tratado fosse hidrovias, mas não é o que acontece: Temos 14 mil Km e somos superados pela Índia que possui 15 mil, a Rússia que detêm 102 mil Km e a China que apresenta 110 mil Km.
Portanto, ao assistir mais uma dessas publicidades ufanistas de nosso governo, lembre-se que ele não faz sua parte, arrecada muito e não faz obras, recebe impostos dos donos de veículos mas não prepara as vias para os mesmos, além de ficar pegando carona no aumento da frota como se este fosse um ato de governo.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Frota desalinhada


Frota desalinhada

Você já reparou que a Prefeitura de Uberaba só usa carros da FIAT. Isso não é mera coincidência, no início do Governo Anderson Adauto alegaram dois motivos para adotar a marca: 1- Manter veículos de uma mesma fabricação reduz custos e facilita a manutenção; 2- A FIAT é sediada em Minas, o que nos traz maior arrecadação de impostos.
No entanto o Governo de Adauto, posteriormente resolve terceirizar a frota e passa a alugar veículos, cuja manutenção fica por conta da locadora. A Prefeitura, atualmente, não deve possuir um carro sequer e paga caríssimo o aluguel destes FIATs que você vê nas ruas.
Foram dois atos distintos mas que se juntaram para, com certeza, onerar o orçamento da cidade. A medida que a Prefeitura passou a pagar aluguel dos carros deixou de fazer sentido usar carros de uma só marca. Exigir que todos sejam FIATs alija da concorrência empresas que possam oferecer outras marcas, a preços, possivelmente, mais baratos.
Está lançada a semente. Que os atuais administradores nos expliquem porque não alteraram a regra da marca única. Quem estaria lucrando com o esquema em vigor?
É bom lembrar que Uberaba empregou cerca de 20 milhões de Reais em apostilas que se mostraram ineficientes e desnecessárias. Está na hora do governo Piau acabar com a farra sobre rodas.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Somente o circo

Primeiro tiraram os investimentos. Para construir esses campos de futebol “invocados” que a FIFA exige, deixaram de gastar naquilo que é mais importante. Sabendo que o governo brasileiro deve até as calças ao mercado financeiro, e que a maior parte da grana gasta nas baboseiras da Copa ainda vai ser paga, vemos mais forte razão para combater a farra orquestrada pelos dois últimos mandatários do País (o mandatário e a mandatária, como diria um militante petista apaixonado).
 
O superfaturamento veio e a infraestrutura não. Gastamos mais e obtivemos muito menos. Todos aqueles melhoramentos prometidos para estradas, transportes urbanos, aeroportos e outros causaram frustração. Teve até gente que acreditou no conto do trem-bala.
 
Aos poucos foram prejudicando os brasileiros aqui e ali para beneficiar os cartolas e os boleiros: mexeram nas férias escolares, e isto prejudicará o já agonizante ensino. Criaram feriados em dia de jogos, onde estes forem ocorrer, atrapalhando o cotidiano, não pense, por exemplo, que os postinhos de saúde e os hospitais funcionarão normalmente, pois se você necessitar de um atendimento irá se ferir, batendo a cara na porta.
 
Imagine o que não vão fechar de ruas, estradas e quarteirões em torno das arenas para que os boleiros possam passar, e estes passarão sendo escoltados pela polícia que está faltando em seu bairro, apesar dos impostos que lhe impõem.
 
A presidente resolveu comprar uma baterias antiaéreas para proteger os boleiros, enquanto isso alguém está pensando em roubar a bateria de seu carro enquanto a polícia estiver ocupada com a farra do gasto e da bola.
 
Nas últimas horas proibiram voos nas proximidades dos “campos de luxo”, por isso milhares de pessoas que já tinham marcado viagens serão removidas e deslocadas, enfim “despejadas” de seu direito adquirido.
 
Tem mais: poderá haver racionamento de água durante os dias em que os boleiros estiverem atuando em nosso “berço esplêndido”, mas garanto para você, caro leitor, podem até cortar a água da casa da dona “Fia”, mas se for preciso buscam água de helicóptero para a dona FIFA.
 
Serão dois coices no lombo do brasileiro, a Copa e a Olimpíada, e elas colaborarão para aumentar a inflação, que está com mais fôlego que os melhores boleiros e atletas que para cá virão.
 
Diziam em Roma que o povo poderia ser controlado à base do “pão e circo”, mas parece que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma cuidaram de reinventar o ditado, pois teremos “circo sem pão”.

sábado, 11 de janeiro de 2014

São Paulo sustenta a corte

Este Brasil subdesenvolvido conta com 37 ministérios para ser mal administrado como o é, enquanto isso os Estados Unidos, com população 50% maior que a nossa, escala apenas 15 ministros para servirem ao Obama, ou a quem estiver de plantão na cadeira número 1.
Ao continuar comparando, veremos que beiramos o empate quando o assunto são os números do senado: Lá tem 50 estados e 100 senadores, aqui não ficamos devendo, pois apesar de sermos apenas 26 e o Distrito Federal, mantemos 81.
Mas como brasileiro não gosta de perder vamos a uma revanche: os americanos contam com um congresso de 534 parlamentares, obtém-se este total somando o senado à câmara, enquanto isso por aqui mantemos o Congresso Nacional com 594 membros.
Se a corte que administra o país (muito mal), fosse composta apenas por estes supracitados seria ótimo, mas temos inúmeros outros cargos e assessorias para todos gostos.
Só para reforçar: Brasília sedia o governo do distrito federal, seus deputados distritais e muito mais, resultado: tem um déficit financeiro da ordem de 59 bilhões de Reais, pois gasta com a administração pública 4 vezes o que arrecada.
Quem paga a conta? – Nós, o pobres mortais. Pois a corte tem sede de arrecadação e muita criatividade para gerar impostos, já estamos pagando o equivalente a dois “quintos dos infernos”.
Simbolicamente poderíamos alegar que a cidade de São Paulo, com seus milhões de habitantes, carrega Brasília nas costas, acontece que aquele povo sofrido, que enfrenta enchentes, bandidagem, madrugadas e apertos em transporte coletivo, gera um superávit de 62 bilhões de Reais, portanto, para manter a corte gastamos todo o dinheiro paulistano que sobra.
Infelizmente o problema não se resume a esses dois municípios, Brasil afora, temos vereadores demais (toda currutela tem pelo menos nove), vice-prefeitos que recebem e nada fazem, enfim, “muito cacique e pouco índio”.
Somente 8% dos municípios brasileiros arrecadam mais do que gastam. É fato que para garantirmos a ocupação e segurança de nosso território necessitamos que existam alguns municípios ainda que deficitários, porém essa exceção virou regra a ponto de termos estados como Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Sergipe, Alagoas, Paraíba e Rio Grande de Norte que sequer possuem um único município superavitário. Pode?!
Este monstro chamado estado, com suas três cabeças (legislativo, judiciário e executivo) está enorme e continua crescendo, se posta como um parasita social e sufoca o cidadão brasileiro no presente, além de comprometer seu futuro.

domingo, 5 de janeiro de 2014

2014


2014

Pode comemorar, 2014 será melhor que 2015!
 
Acontece que este ano que se inicia ainda será regido pelo signo da maquiagem eleitoral, e esta somente se desfará após as eleições vindouras.
 
Pelo despreparo cultural e educacional com o qual convive, o brasileiro é levado a analisar sua qualidade de vida olhando para o conteúdo de sua carteira, não importa se seu futuro foi comprometido ou se o céu está para cair sobre sua cabeça, ele não desiste (nunca) de acreditar em falastrões.
 
Sabemos que o futuro está comprometido e que teremos que cumprir a pena por um crime que nossos governantes têm cometido: simular que estão oferecendo educação de qualidade. Sem um bom ensino hoje, já comprometemos a próxima geração que dificilmente terá ganhos tecnológicos e de produtividade.
 
Quanto ao céu cair sobre nossas cabeças é uma questão de tempo, a economia brasileira está regida pelas bravatas dos gravatas vermelhas, pintam um quadro de perfeição e estabilidade, mas os resultados têm sido bem adversos.
 
Veja o caso da conta de energia elétrica: conseguiram convencer muitos a acreditar que houve benefícios de redução de preços, no entanto estão despindo o santo do tesouro nacional para cobrir o da tarifa de luz, em outras palavras, não houve redução de custos, o que estamos pagando a menos está sendo repassado à cadeia produtora e distribuidora de eletricidade através da sangria do caixa abastecido por nossos impostos. Mas isso rende votos.
 
E a inflação: alta, disfarçada e persistente. Infelizmente nos acostumamos com a carestia de preços em um nível ainda exagerado e os salários, juntamente com as aposentadorias estão sendo corroídos, criando inclusive dificuldades para a sobrevivência de idosos.
   
Os produtos importados vieram para ficar, nossa indústria está definhando e fechando postos de trabalho e não temos como reagir pois, sobre os empreendimentos locais, temos o elevado custo Brasil e repetindo e reiterando: contamos com educação de péssima qualidade.
 
No entanto, a coletânea de problemas acima, segue disfarçada até a próxima eleição, afinal se não temos um bom ou nenhum plano de governo, temos um plano de poder que vem funcionando na base do custe o que custar e seremos presos se preciso for.
 
Depois de bancarmos a FIFA, um punhado de caras correndo atrás de bolas, algumas construtoras e um punhado de dirigentes e governantes ladrões teremos que nos prepara para outra ducha fria: bancaremos as Olimpíadas de 2016.
 
Tenho uma certeza, em outubro de 2014, os eleitores irão para as urnas como carneirinhos indo para o abate e reelegerão muitos daqueles que hoje estão a criticar por sua atuação nos cargos públicos, e o ciclo vicioso se realimentará.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Uberaba acaba 2013

Uberaba acaba 2013

Dou-lhe uma... dou lhe três...
no leilão de mês a mês
Qual será bola da vez?
Country? Ou Sírio-Libanês?

Grande Hotel “pro” beleléu

junto a banda do quartel

Foi um mico federal

e notícia nacional
Na política que encarde
teve até Aelton Card

Futebol que nada cresce

quando um sobe o outro desce
Fecha até um time bom
como a equipe do Calmon
Terceirona é jogo duro
do CT caiu o muro

Amanhã pior que antes

vão fechando a Bandeirantes
Sem Jornal da Regional
só notícias do pontal
De memória tão saudosa
sai do ar Vitoriosa,
derrotada, foi fechada

Fecha a Toca de Assis

triste sina, infeliz
Até o espírito esmorece
corta a sopa lá da Prece

Sem apoio ninguém vê

Trabalhar a ACD

Quanto vale a Copervale?

Que “tá” indo male-male
Os impostos lá da Vale
somam zero, é só detalhe

Quem morar no São Basílio

não tem onde por o filho
Trancam as portas de escola
e proíbem dar esmola

Desse cano só sai vento

e vai mal o tal Codau
cada conta um aumento
dói o bolso quando vence
Moléstia à parte, uberabense!

A demora do Hospitério

vai criando outro mistério
Será coisa de macumba?
Ou “tá” faltando o Tobotumba?

Ele disse, o povo ouviu

Foi sincera a confissão!

Prá” pior deste Brasil
escolheu sua gestão!


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Apenas dois votos para moralizar (um pouco)

Nenhum país encontrou ainda, uma fórmula para resolver uma questão: “aquele candidato que dispõe de mais dinheiro para promover sua campanha se torna favorito para vencer a eleição”.
 
Se tal fato, prejudicial às democracias, ocorre até nas nações mais evoluídas em termos de cultura e educação, imagine o estrago que faz em um país de despreparados e analfabetos funcionais como o que constituímos.
 
No Brasil, as empresas, embora não tenham título de eleitor e nem sejam vistas nas filas de votação, influenciam nos resultados dos pleitos ao colocarem brutais somas em dinheiro nas mãos de alguns candidatos. A farra é tão grande, a ponto de algumas pessoas jurídicas apoiarem simultaneamente rivais ao cargos, assim, seja qual for o vencedor, a empresa “sai bem na foto”. Pasmem, 97% da verba gasta nas eleições de 2010 vieram através destas famigeradas doações.
 
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), acionou o Supremo Tribunal Federal, alegando que há inconstitucionalidade na participação das empresas no processo eleitoral, uma vez que as mesmas não têm direito à cidadania, não podem votar ou ser votadas.
 
O Juiz relator deste caso é Luiz Fux, que apresentou relatório e voto a favor das alegações da OAB, outros três, dos onze ministros do supremo: Joaquim Barbosa, Dias Tofolli e Luís Roberto Barroso, já se manifestaram e votaram acompanhando o relator.
 
Este processo teve sua definição adiada para 2014, pois outro Juiz, Teori Zavascki, pediu vistas, ou seja, quer reestudar o caso. Com mais dois votos favoráveis, entre os sete possíveis, ficará proibido às empresas “chegar esterco nas hortas” eleitorais.
 
Discutamos algumas alegações daqueles que gostariam que as doações de empresas continuassem:

Vai faltar dinheiro para fazer as campanhas”. Ora, se estamos em um país pobre, por que devemos manter as eleições mais caras do mundo? As campanhas têm mesmo que ficar mais baratas, chega de abuso e de gastança desmedida.

As empresas darão por fora, através do caixa dois”. Fiscalização nelas! Afinal, não podemos manter um erro para justificar outro, ou seja, não podemos dar aparência legal às doações das empresas, só para fingir que tudo vai bem, seria como se permitíssemos que uns matassem aos outro só para dizer que ninguém desrespeitou a lei ao cometer assassinato.
 
Em um país de políticos tão sujos, salvo as heróicas exceções, a proibição desta farra eleitoral é apenas um bom começo, há que se limitar também as doações feitas por pessoas físicas e fiscalizar e fiscalizar.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O crescimento da Espanha


O crescimento da Espanha

Quando dormimos temos sonhos, os mais variados, de uns tempos para cá os políticos querem que sonhemos com a planta de amônia da Petrobrás. Se esta estatal mal tem dinheiro para pagar seu ingresso ao campo de Libra, para tentar tirar petróleo de lá, é melhor a gente ir esquecendo esse pesadelo. Proponho um outro sonho:
A R. Espanha, no Boa Vista, pode crescer e chegar até à Av. Dr. José Maria Reis, fazendo entroncamento próximo ao viaduto existente sobre a linha do trem, tornando-a um novo acesso à Av. São Paulo e trazendo assim inúmeros benefícios ao trânsito.
Para realizar este sonho, a Prefeitura de Uberaba não terá que empenhar uma grande quantia, uma vez que há espaço suficiente por trás dos imóveis existentes na Av. Elias Cruvinel.
Esta ideia, que considero ótima, não é minha, mas faço questão de divulgá-la e defendê-la. Inclusive acrescento que a ela se soma à proposição de alargamento do trecho já existente. Sugiro também um semáforo para controlar o cruzamento no fim da obra proposta.
Não nos deixemos enganar, em uma cidade que sequer liga o Bairro Tancredo Neves à Univerdecidade, o recurso é virar de lado e voltar a dormir.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Analfabetismo, o legado de Lula

Revendo meus mais recentes artigos, notei que sou muito insistente no quesito qualidade da educação. Há razões óbvias para tal, sem termos aprendido a ler e escrever, pouco valeria este espaço do JUMBINHO, eu não conseguiria me comunicar e você não distinguiria este papel de um outro, o rolo de papel higiênico.
 
O fato é que a pesquisa por amostragem nos lares brasileiros revelou o crescimento do número e da porcentagem de analfabetos, mais especialmente entre a faixa etária dos idosos.
 
Durante os governos militares havia o Mobral, movimento brasileiro pela alfabetização de adultos, investia-se maciçamente no intuito de minorar esta chaga de nossa sociedade. Era um Brasil rural que estava se transformando em urbano, aqueles que vinham do campo sem estudo se juntavam a outros que não tiveram oportunidade de aprender e assistiam aulas que resgatavam suas cidadanias.
 
As campanhas eram tão fortes que contavam até com uma gravação de uma dupla sertaneja, Dom e Ravel, que entoavam “... Você também é responsável, então me ensine a escrever, eu tenho a minha mão domável, eu tenho a sede do saber...”.
 
Veio o governo civil, logo depois a estabilização econômica, parecia que o Brasil ia virar o jogo do subdesenvolvimento, mas... veio o Lula. O problema não foi somente o desvio de dinheiro público, como no caso do mensalão, nem a péssima administração dos recursos que a turma deixava sobrar no cofre, tivemos ainda a apologia à ignorância.
 
Lula, em certo discurso, proclamou: “minha mãe já nasceu analfabeta”; Ora meu ex, a nossa também, veja o caso da minha: nasceu analfabeta, careca, banguela e pelada, no entanto, mesmo não contando com os recursos de tempo que vossa excelência tinha quando sindicalista, sem receber o bolsa ditadura do qual desfrutam sua pessoa e boa parcela da “companheirada”, sem contar com os privilégios que o digníssimo teve como Deputado Federal, ela procurou se instruir e passar esta herança aos filhos.
 
Esse mesmo político disse que sentia azia se tivesse que ler jornais, belo exemplo, agora sua assessoria quer nos fazer acreditar que ele escreve artigos para a imprensa norte americana.
 
O ex-presidente Lula investiu sim dinheiro em alfabetização de adultos, pasmem: em seu mandato a Petrobras repassou verbas à CUT, para que a mesma promovesse tais oportunidades, isto tudo mesmo sendo de conhecimento público que a Central Única dos Trabalhadores não possui escola, não emprega professores e etc.
 
Imagine qual foi a contrapartida da CUT, mas antes, saiba que esta central sindical sequer apresentou um indivíduo que tenha sido alfabetizado com este dinheiro público.
 
O legado da irresponsabilidade com o ensino é o subdesenvolvimento.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Uma esmola, por caridade


Na terra de Chico Xavier a Prefeitura quer barrar a caridade da população, já usaram placas e agora estão apelando a outros meios para dizer ao uberabense: “não dê esmola”.
Tal iniciativa vem das mesmas lideranças, Prefeito e Vereadores que colocam o cidadão na condição de pedinte quando o assunto é banheiros públicos. Por não haver sanitários no Centro, o povo de Uberaba mendiga em lojas para ter como fazer suas necessidades biológicas.
Aquele que nos diz para não ajudarmos um necessitado está atingindo as duas partes: O pedinte, pois este tem frio, sede ou fome, às vezes a “fome” é de drogas, e podem crer, essa dor é pior que a fome de alimentos, e não é com um simples não que se cura este câncer social. O doador também é atingido pois deveríamos estar em uma cidade livre, na qual pudéssemos dispor de nossos bens como quiséssemos.
Se alguém não der o de comer ou o agasalho ao morador de rua, quem oferecerá? Será que nossa Prefeitura, que sequer fornece lençóis, fronhas e alimentação aos pacientes em suas unidades de pronto atendimento é que resolverá o problema? As três noites que oferecem, com muitos critérios de exclusão, na casa de passagem (antigo albergue municipal) resolvem o problema de quem está sem teto?
Autoridades, devolvam nossa liberdade de seguir o exemplo do Chico, de Ghandi, da Madre Teresa de Calcutá e da Irmã Dulce!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Até tu Brutus?!

FALANDO SÉRIO
27/08/2013
Wellington Cardoso Ramos - wellingtoncardoso@terra.com.br

 Falta de ar
Projeto do Hospital Regional não previu, realmente, sistema de ar para todas as instalações que dele necessitarão. Isso obrigará a Prefeitura a aumentar o volume de desembolso com as obras, para que o estabelecimento tenha condições ideais de funcionamento. Uma nova avaliação da Vigilância Sanitária em todo o projeto foi solicitada pelo secretário de Saúde, a começar pelo tamanho das portas dos apartamentos, que não são suficientes à locomoção das camas com os pacientes a serem levados a outro ambiente.
 Prejuízos
Codau ainda contabiliza os prejuízos decorrentes da necessidade de abrir buracos no canal concluído da Leopoldino até o ano passado, para interligar macro e microdrenagem (das ruas transversais). Alguém parece ter se esquecido de que essa fusão seria inevitável.
 Agilidade
Detalhe das linhas rápidas de transporte coletivo em fase de implantação: os ônibus não pararão nos cruzamentos da Leopoldino de Oliveira. Sistema semafórico a ser implantado criará uma “onda verde” para os ônibus. Não tinha projeto pronto e custará R$ 3 milhões.

obs. publicação do Jornal da Manhã

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Nossa baixa produtividade


Nossa baixa produtividade

Um articulista da revista Veja, em edição recente, narrou ter visto um único construtor americano edificar um barracão de obra em uma manhã, tal fato o deixou intrigado, pois observou construção semelhante sendo feita por cinco empregados de uma construtora brasileira, no mesmo período de tempo.
 
Observe que o americano foi cinco vezes mais produtivo que seus colegas de continente, isto levou o colunista a questionar a relação de salários e preços finais de nossos produtos, mostrando uma séria desvantagem de nossa nação na concorrência de mercado.
 
Pretendo discorrer sobre as razões de tamanha defasagem. Comecemos pelo uso de maquinário: as ferramentas e máquinas, tão necessárias à rápida e adequada execução do serviço são bem mais caras no Brasil, a começar pelos impostos e por serem fabricadas, também, em um ambiente de baixa produtividade.
 
O americano, do caso em questão, dirigiu-se ao local de trabalho em uma caminhonete, aqui os funcionários de uma construção contam com um péssimo transporte coletivo e se possuírem veículos estes serão piores em qualidade e estado de conservação, terão dificuldades para obter seu licenciamento, sua habilitação, além de transitarem em cidades mal cuidadas, pouco planejadas, mal sinalizadas e esburacadas.
 
Nossas leis trabalhistas detonam qualquer possibilidades de se ter jogo de cintura para contratar e dispensar funcionários, engessando a capacidade das empresas e dos trabalhadores. Para aumentar os males da improdutividade temos uma horrenda cultura de não colaboração entre patrões e empregados, hora o empresário não admitindo pagar bem, hora o funcionário produzir mal para não “enriquecer” quem lhe contratou, desta forma todos perdem. A influência do Brasil império faz com que o empregador brasileiro se envergonhe de por a mão na massa, ao mesmo tempo que desvaloriza o trabalho de terceiros, afinal a corte existia (ou ainda existe) para ser servida.
 
Podemos dizer também que o brasileiro tem que trabalhar sob constante tensão, com um olho no gato e outro no peixe, pois tem sempre alguém querendo furtar suas ferramentas, seu veículo (mesmo que seja uma bicicleta barata), arrombar sua casa ou comprometer a segurança de seus familiares.
 
Chegou a hora de falarmos do mais importante para se obter produtividade: O ensino no Brasil é de péssima qualidade e a evasão escolar é pior ainda, em consequência temos funcionários nas edificações com dificuldades para interpretar plantas, marcar obras, ler manuais de instrução de ferramentas e produtos a serem empregados. O problema se estende para a dificuldade de tirar carteira de habilitação, etc., etc..
 
Nosso ponto mais fraco é o ensino, nossos governantes sabem disto, mas preferem ter cinco eleitores mal instruídos que um melhor preparado e crítico.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Domingo sem gás


Domingo sem gás

É triste constatar, mas Uberaba não está decaindo somente por culpa de alguns de seus políticos, vários de seus empresários também têm demonstrado despreparo para suas atividades e desrespeito aos consumidores.
Não bastasse uns donos de supermercados que planejavam suicidar seus negócios fechando aos domingos, agora vem os revendedores de gás de cozinha se unindo para não fazerem entregas em domicílio neste mesmo dia.
Aos fins de semana é comum as famílias incrementarem suas refeições e portanto permanecerem mais tempo com o fogão ligado, o que aumenta a chance do botijão pifar.
As pessoas que mais dependem dos entregadores de gás são as mais pobres pois não dispõem de veículos. Ao negarem a entrega os revendedores atingem principalmente os idosos, as viúvas, os que moram mais afastado do centro.
A atitude dos revendedores de gás trará incremento na venda clandestina, às vezes perigosa, do produto.
Esta união irracional dos depósitos de gás logo será quebrada, para o bem da cidade, seja por um revendedor que observar seu movimento caindo ou por algum que se encontre mais endividado.
Uberaba não pode se tornar refém de uma classe de comerciantes, temos que privilegiar a livre concorrência e acima de tudo respeitar o rei: o consumidor.

domingo, 11 de agosto de 2013

Apoio irracional

Após do evento do “Aelton Card”, o Prefeito Piau foi indagado e respondeu que mantém seu apoio à reeleição de Aelton de Freitas para deputado Federal (deputado com “d” minúsculo).
 
A expressão “Aelton Card” circula na internet graças à divulgação, pelo programa “Fantástico”, de um vídeo no qual Aelton dá uma verdadeira aula de como agir sujo em uma campanha eleitoral. Dentre outras coisas ele ensina que votos podem ser comprados distribuindo-se alguns cartões e prometendo aos eleitores que os aceitarem, em troca de seus votos, o pagamento de quantia em dinheiro após a vitória nas urnas.
 
Paulo Piau disse não haver provas e blá, blá, blá... Digo que o procedimento do Prefeito deveria ser outro: São tantos os candidatos, tantas as opções, que não devemos dar o benefício da dúvida àqueles que pleiteiam o cargo.
 
O Deputado, enquanto funcionário público, exerce um cargo decisivo ao bem comum e portanto, tem que demonstrar, e sempre, integridade, probidade e respeito ao jogo democrático.
Estamos em uma cidade que segundo as estatísticas tem andado de lado nos últimos anos, por isso a escolha de Políticos com “P” maiúsculo se faz ainda mais necessária.
 
Independente de apoio, caberá ao eleitor a palavra final.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A década perdida

A década perdida

Ainda existe a crença de que Uberaba seja melhor para se viver que Uberlândia, mas você verá que a situação se inverteu nos últimos anos, ou seja, na era Anderson Adauto.
 
O Índice de Desenvolvimento Humano baseia-se em três importantes fatores: longevidade (vida longa e saudável), educação (acesso ao conhecimento), e renda (padrão de vida).
 
Em 2000 Uberaba estava entre as 104 melhores do país com IDH 0,834, superávamos Uberlândia que com 0,830 detinha a posição de número 135.
   
Recentemente foram divulgados novos valores, baseados no censo de 2010, que trouxe a seguinte virada: Uberaba com IDH 0,772 ficou apenas na 210a posição, enquanto Uberlândia com IDH 0,789 subiu 
para o 71o lugar no ranking nacional.
 
O que aconteceu com nossa cidade não é sina, é sinal de má administração: Aumento de imposto municipal, como a multiplicação do IPTU, criação de novas taxas, como a de iluminação e coleta de lixo em terrenos vagos, acréscimo exagerado nas contas do CODAU, não poderiam trazer resultados diferentes.
 
Pagar mal ao funcionalismo público, terceirizar merenda escolar, alugar ambulâncias a peso de ouro, detonar a frota passando a depender de veículos alugados e conviver com corrupção traz e ainda trará consequências a todos.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O voto do analfabeto

O voto do analfabeto

Nossa lei concede aos analfabetos o direito de votar, eles podem tirar seus títulos de eleitor e decidir se querem ou não comparecer à urna.
 
O Brasil é o país do jeitinho e dos atalhos, aqui tapamos o sol com peneira: se há poucas vagas em presídios amolecemos as leis e suas penas, não oferecemos ensino público de boa qualidade e para compensar criamos as cotas, não cuidamos de extinguir o analfabetismo mas compensamos com medidas paliativas como o direito ao voto.
 
Ao invés de incluir os que não sabem ler e escrever entre os que podem votar, deveríamos localizá-los e torná-los cidadãos por intermédio de oportunidades de obterem aprendizado.
 
Não é a alfabetização que molda o caráter do eleitor, podemos ter pessoas que ignoram a língua escrita mas que possuem maior discernimento para definir um bom candidato, entretanto o voto se dá através da leitura, digitação de números e confirmação de informações, portanto...
 
No caso de consulta popular através das urnas, seja por plebiscito ou referendo, a coisa fica ainda mais complicada para quem não lê nem escreve, comprometendo a qualidade da sua escolha.
 
 Veja como é incoerente a situação surgida com o direito de voto para esse grupo de pessoas: eles comparecem a um cartório eleitoral, lá são preenchidos a sua revelia formulários de identificação e qualificação, posteriormente eles recebem um papel que dizem ser seu título, daí eles necessitarão de uma boa memória para não confundi-lo com outros papéis e documentos.
 
Chegada a época da eleição o analfabeto acompanha as propagandas eleitorais pela metade pois sequer lerá um programa de governo ou um caderno de propostas, ficando alijado do processo pois só terá acesso à imagem e som de programas deficientes de rádio e televisão.
 
No dia da votação o analfabeto passará pelo constrangimento de não saber onde votar, restando o recurso de perguntar e assuntar terceiros, passando a depender da boa vontade dos mesmos.
 
Não se trata de incoerência pois estamos no país que obriga os pais a comprar cadeirinhas para transportar as crianças mas sequer exige que os ônibus coletivos tenham cinto de segurança, temos Copa para poucos sem ter vacina contra a gripe suína para todos, o assassino é mais assistido que a família da vítima.
 
Preparem-se para mais atalhos, é muito provável que durante a Copa, com o intuito de disfarçar o que não se fez, teremos muros tapando favelas, avenidas e rodovias interditadas para serem usadas exclusivamente por times e torcedores, aeroportos fechados para os que não trouxerem um ingresso em mãos.
 
Os analfabetos devem sim ser alfabetizados para que conquistem a cidadania plena.

sábado, 20 de julho de 2013

Queremos o HOSPITÉRIO pronto


Queremos o HOSPITÉRIO pronto

Talvez Uberaba seja a recordista em fechamento de hospitais nas duas últimas décadas, isto colaborou para a precariedade da nossa rede de atendimento.
Para minorar tal problema, o governo estadual decidiu construir um hospital regional, no entanto nossa incapacidade política optou por fazê-lo ao lado de um posto de gasolina, em um “terreneco” e praticamente dentro do cemitério São João Batista.
Mais uma vez nossos administradores mostraram suas limitações ao conceber um projeto acanhado: com a mesma verba estadual (20 milhões) Uberlândia fez um hospital de 260 leitos, o daqui não chegará a 160.
Com o leite já derramado e a bobagem confirmada, resta-nos terminar a obra de nosso HOSPITÉRIO, bastante atrasada, embora o nada saudoso ex-prefeito tenha “inaugurado” uma de suas alas.
Se o Prefeito Paulo Piau não apertar o passo, esta nova casa de saúde não estará pronta para atender seu primeiro paciente neste fim de ano. Portanto, como morador desta cidade, que já foi uma “capital da saúde”, grito junto com uma multidão de uberabenses mal atendidos e com motivos para estarem impacientes: “queremos o HOSPITÉRIO pronto”.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Ele sabia

Those who make peaceful revolution impossible will make violent revolution inevitable.   
(Kennedy, John F.)
Aqueles que fazem a revolução pacífica impossível farão a revolução violenta inevitável.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Jogamos pedras na cruz

"O Brasil tem a maior carga tributária do mundo para pagar a maior
corrupção do mundo"
VAMOS REPASSAR..........Percentual de Tributos sobre o " Preço Final "!
 
 
PRODUTO % Tributos/preço final
 
 
Passagens aéreas
8,65%
Transporte Aéreo de Cargas
8,65%
Transporte Rod. Interestadual Passageiros
16,65%
Transporte Rod. Interestadual Cargas
21,65%
Transp. Urbano Passag. - Metropolitano
22,98%
Vassoura
26,25%
CONTA DE ÁGUA
29,83%
Mesa de Madeira
30,57%
Cadeira de Madeira
30,57%
Armário de Madeira
30,57%
Cama de Madeira
30,57%
Sofá de Madeira/plástico
34,50%
Bicicleta
34,50%
Tapete
34,50%
MEDICAMENTOS
36%
Motocicleta de até 125 cc
44,40%
CONTA DE LUZ
45,81%
CONTA DE TELEFONE
47,87%
Motocicleta acima de 125 cc
49,78%
Gasolina
57,03%
Cigarro
81,68%
PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
 
Carne bovina
18,63%
Frango
17,91%
Peixe
18,02%
Sal
29,48%
Trigo
34,47%
Arroz
18,00%
Óleo de soja
37,18%
Farinha
34,47%
Feijão
18,00%
Açúcar
40,40 %
Leite
33,63%
Café
36,52%
Macarrão
35,20%
Margarina
37,18%
Margarina
37,18%
Molho de tomate
36,66%
Ervilha
35,86%
Milho Verde
37,37%
Biscoito
38,50 %
Chocolate
32,00%
Achocolatado
37,84%
Ovos
21,79%
Frutas
22,98%
Álcool
43,28%
Detergente
40,50%
Saponáceo
40,50%
Sabão em barra
40,50%
Sabão em pó
42,27%
Desinfetante
37,84%
Água sanitária
37,84%
Esponja de aço
44,35%
PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE
 
Sabonete
42%
Xampu
52,35%
Condicionador
47,01%
Desodorante
47,25%
Aparelho de barbear
41,98%
Papel Higiênico
40,50%
Pasta de Dente
42,00%
MATERIAL ESCOLAR
 
Caneta
48,69%
Lápis
36,19%
Borracha
44,39%
Estojo
41,53%
Pastas plásticas
41,17%
Agenda
44,39%
Papel sulfite
38,97%
Livros
13,18%
Papel
38,97%
Agenda
44,39%
Mochilas
40,82%
Régua
45,85%
Pincel
36,90%
Tinta plástica
37,42%
BEBIDAS
 
Refresco em pó
38,32%
Suco
37,84%
Água
45,11%
Cerveja
56,00%
Cachaça
83,07%
Refrigerante
47,00%
CD
47,25%
DVD
51,59%
Brinquedos
41,98%
LOUÇAS
 
Pratos
44,76%
Copos
45,60%
Garrafa térmica
43,16%
Talheres
42,70%
Panelas
44,47%
PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
 
Toalhas - (mesa e banho)
36,33%
Lençol
37,51%
Travesseiro
36,00%
Cobertor
37,42%
Automóvel
43,63%
ELETRODOMÉSTICOS
 
Sapatos
37,37%
Roupas
37,84%
Aparelho de som
38,00%
Computador
38,00%
Fogão
39,50%
Telefone Celular
41,00%
Ventilador
43,16%
Liquidificador
43,64%
Batedeira
43,64%
Ferro de Passar
44,35%
Refrigerador
47,06%
 
 
Microondas
56,99%
MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
 
Fertilizantes
27,07%
Tijolo
34,23%
Telha
34,47%
Móveis (estantes, cama, armários)
37,56%
Vaso sanitário
44,11%
Tinta
45,77%
Casa popular
49,02%
Mensalidade Escolar
37,68% (ISS DE 5%)
 
 
ALÉM DESTES IMPOSTOS, VC PAGA DE 15% A 27,5% DO SEU SALÁRIO A TÍTULO DE IMPOSTO DE RENDA,PAGA O SEU PLANO DE SAÚDE, O COLÉGIO DOS SEUS FILHOS, IPVA, IPTU, INSS, FGTS ETC.
Até quando vamos aceitar essa roubalheira? Até quando vamos trabalhar para sustentar oscorruptos?
DIVULGUE!!!
A mudança do Brasil também depende de nós!